Trojan infecta blogs em forma de applet

Manoel Netto em 17 de fevereiro de 2010 1 Comentário

Está rolando há algumas semanas já, mas como tenho visto voltando, achei melhor alertar por aqui e pedir que espalhem o aviso. Um applet malicioso distribui trojan como se fosse atualização do plugin Flash em blogs, principalmente, mas não exclusivamente.

Os atacantes estão usando diversas formas de fazer com que o código malicioso seja implementado nos blogs:

1. Explorando falha em blogs com versão desatualizada do WordPress

De tempos em tempos o WordPress, plataforma de blogs gratuita e muito utilizada em todo o mundo, disponibiliza atualizações de seus arquivos. Algumas dessas atualizações incluem correções de falhas de segurança. É sempre importante ficar atento e fazer os updates quando solicitado.

Nas versões mais novas do WP, isso pode ser feito em apenas 2 cliques, sem qualquer dificuldade por parte de quem utiliza o WP e não possui habilidades com servidores e procedimentos técnicos. O próprio sistema faz tudo por você, mas você precisa pedir que ele se atualize.

Na área administrativa do blog, você verá um aviso marcado em amarelo no topo da página, avisando que existe uma atualização disponível e um link para atualizar. Ao clicar nesse link, uma nova tela será aberta para confirmar a atualização, basta clicar no botão “atualizar automaticamente”. Lembrando que a versão mais nova disponível é a 2.9.2.

2. Distribuindo em temas gratuitos disponíveis para download

Evite baixar temas de outros sites que não estejam no repositório de temas oficial do WordPress. Se fizer isso, pois existem vários temas Premium fora do repositório, principalmente os que não são gratuitos, sempre procure dentro do código fonte por chamadas estranhas.

O que você deve procurar:

  • Chamadas externas de qualquer natureza. Se o tema pede uma inclusão de arquivo fora do seu domínio, desconfie e verifique do que se trata;
  • Chamadas para arquivos Flash que não deveriam estar presentes no tema. Se você não baixou um tema com Flash, uma chamada dessas pode esconder um código malicioso.
  • Chamadas para Applets. Essa praga era usada no tempo do ronca para executar coisas que hoje fazemos com Flash, CSS ou HTML5, portanto, deixe-a relegada aos bancos e suas traquitanas de segurança. Applet é um troço que roda na máquina do usuário e, se o mesmo permitir, pode fazer leitura e gravação em disco local, uma potencial falha de segurança (e a gente sabe que o usuário permite sempre né?).
  • Links estranhos escondidos com CSS. Muitos temas podem servir para referenciar sites maliciosos, fazendo com que os backlinks para esses sites os destaquem nos mecanismos de busca. Não suporte parasitas, só dê link para o autor do tema, se não for um site-armadilha.

3. Distribuindo em plugins gratuitos disponíveis para download

Os plugins agem no WordPress como extensão do aplicativo. Isso faz com que o comportamento do sistema possa ser comprometido e o seu blog se tornar vítima de golpe ou distribuidor de arquivos maliciosos. Se você não tem habilidades técnicas para verificar o código de um plugin, baixe sempre de sites confiáveis, como o próprio repositório do WordPress. Leia os comentários dos usuários sobre o plugin, a compatibilidade e se verificar algum problema, relate, é sua ajuda que faz com que o repositório se mantenha limpo. Ler o artigo completo

Twittaí – um plugin WordPress que publica seus posts no Twitter

Manoel Netto em 24 de maio de 2009 49 Comentários

wordpress twitterO Twitter já deixou de ser um fenômeno para se estabelecer como uma nova forma de comunicação da Internet. Cada um faz dele o uso que bem entende, desde apenas dizer o que está fazendo (booooring) até fazer de conta que é MSN ou IRC (unfollow), passando pelo chato que não tem o que fazer a não ser encher o saco alheio (block).

Como blogueiro, o Twitter se mostrou um espaço interessante para anunciar novos posts, leituras, videos, curiosidades, etc. Quem gosta do que você compartilha, te segue, quem não gosta, deixa de seguir e todos vivem felizes para sempre.

Como o Twitter tem dado bons resultados para links enviados, decidi automatizar o processo e encontrei um plugin do WordPress muito bom: Twitter Updater. O problema é que ele não funcionava direito nas versões mais novas e só tinha o TinyURL como redutor de links. Decidi fazer umas alterações e acabou surgindo o Twittaí. Ler o artigo completo

A chaparia continua a mesma, mas o motor tá novinho,viu?

Manoel Netto em 8 de fevereiro de 2008 Comente

Wordpress LogoDepois de um tempão sem atualizar a versão do WordPress desse blog aqui, resolvi meter as caras ontem altas horas da noite para finalmente migrar da falecida 2.1.2 para a vitaminada 2.3.3 (é amigos, em casa de ferreiro, o espeto é de pau mesmo).

Após uma pequena confusão com um dos plugins (Category Visibility, que usava a antiga hierarquia de categorias do WP), desabilitá-lo e encontrar um substituto, o restante foi apenas ajustar pequenos detalhes. Quer uma dica de como fazer o procedimento sem (muita) dor? Lá vai a receita de bolo: Ler o artigo completo

WordPress como CMS

Manoel Netto em 1 de julho de 2007 9 Comentários

CMB Consultoria screenshotO WordPress é um CMS muito utilizado para construção de blogs, sua aplicação principal desde o nascimento. O que muitos não vislumbram é que o WP pode ser utilizado para gerenciar um site comum, contendo ou não uma seção de artigos.

Dada sua flexibilidade, atualizações constantes e uma imensa comunidade para dar suporte e criar ferramentas para ampliar suas capacidades, o WP se tornou um CMS viável e poderoso, principalmente para sites pequenos e portais verticais de pequeno porte. Ler o artigo completo

Dicas de otimização dos plugins EveryWhere

Manoel Netto em 21 de maio de 2007 7 Comentários

Os plugins da Família EveryWhere funcionam basicamente com programas afiliados de comparadores de preços (em breve outros virão) e há uma diferença na política de pagamento dos cliques dos usuários. É importante estar atento a isso para evitar perda de receita com os cliques de baixa qualidade.

Buscapé : Paga ao afiliado pelo segundo clique do visitante. No entanto, há um termo no TOS deles que possibilita desconsiderar o segundo clique quando o mesmo apenas abre uma categoria. Nesse caso, mesmo que o visitante clique em uma loja (no terceiro ou quarto clique), o que vale é o segundo, considerado como “clique de baixa qualidade” e não contabilizado.

JáCotei : Paga ao afiliado pelo clique que o direciona à uma loja. Como nesse caso todos os cliques são repasse de valor, todos são pagos. Aqui, há de se considerar o clique ruim, aquele que direciona para páginas sem produtos ou muito genéricas, tornando mais difícil o caminho do visitante até uma loja.

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