Linkedin agora também em português

Manoel Netto em 13 de abril de 2010 Comente

O Linkedin é uma rede de contatos profissionais. Um lugar onde as pessoas podem se relacionar com outras, mas com o objetivos diferentes de uma rede social. O negócio não é fazer amigos, mas montar o seu networking, encontrar antigos colegas de trabalho, se relacionar com contatos, parceiros e colegas atuais, ver e ser visto pelo mercado.

No Brasil o site, apesar de se mostrar um pouco tí­mido e até então não possuir uma estratégia local, tem crescido bastante. Tanto que já são cerca de 1 milhão de usuários e mais de 8 mil grupos relacionados ao Brasil. E, se esse crescimento já chamou a atenção do Linkedin, agora as chances de investimento no paí­s crescem consideravelmente.

Hoje foi lançada a versão em português da maior rede profissional do mundo. Não somente o perfil profissional, que já poderia ser editado em outros idiomas, mas todo o site, incluindo o atendimento ao usuário, estão traduzidos. Atendentes estão prontos para responder aos usuários em nossa lí­ngua e também é possí­vel veicular publicidade direcionada, através do parceiro de vendas .FOX.

É um passo importante em direção ao paí­s. Em uma conversa com Arvind Rajan, VP de operações internacionais do Linkedin, hoje í  tarde, a impressão que tive é que estamos muito próximos de sediar um escritório local do site. Já com base de operações em 5 outros paí­ses, o Linkedin está sim, decidido a instalar-se no Brasil, só que ainda não existe uma data definida.

A mudança para o idioma local não será obrigatória (você pode fazê-la aqui), mas usuários novos, não logados, que acessarem o site do Brasil ou com o idioma do navegador setado para português, serão direcionados para a versão local. Uma forma de incentivar a adoção do site.

Você já tem uma conta no Linkedin? Tem algum caso para compartilhar de como o site ajudou sua vida profissional de alguma forma? Manda aqui nos comentários.

Sonico abre escritório no Brasil

Manoel Netto em 17 de novembro de 2009 4 Comentários

sonico_logoAo contrário do Facebook, o Sonico entra com força no Brasil a partir de agora. Inaugurando o escritório no paí­s, a rede social criada na Argentina fez uma coletiva de imprensa hoje para anunciar seus projetos para as terras tupiniquins.

Já são mais de 9 milhões de usuários brasileiros, cerca de 60% deles acessando o site pelo menos 1 vez por mês. Esse montante já representa 22% do total de usuários da rede social, maioria verde-amarela em número, tráfego e rentabilidade. Apesar de concetrar a maioria de sua atividade na América Latina, o Sonico está espalhado em dezenas de paí­ses, representando um total de 43 milhões de usuários (wow).

Para Rodrigo Teijeiro (30), no entanto, não é a quantidade que a rede social está buscando, mas a qualidade. Tanto que uma equipe de 20 pessoas, ajudada por uma série de recursos tecnológicos, faz uma moderação pró-ativa do conteúdo do Sonico. Todo conteúdo suspeito, sejam mensagens, usuários, fotos, videos, é avaliado pelos sistema e parte das vezes pela equipe de moderação. Não é permitido conteúdo que infrinja a lei, pornografia, ofensas, etc. O Sonico faz de tudo para manter um ambiente saudável e seguro para todas as idades. “Nós acreditamos que redes sociais não devem estar restritas aos maiores de idades” – disse Teijeiro – “para isso é necessário garantir que o ambiente seja propí­cio, familiar, seguro”.

Perguntei sobre ações judiciais, já que a moderação pró-ativia pressupõe responsabilidade pelo conteúdo – o que sabemos não ser necessariamente verdade, já que se trata de UGC – mas Teijeiro afirma não ter nenhum receio. “Em todo o tempo que estamos presentes no Brasil, até hoje não tivemos nenhum incidente com a Justiça Brasileira”, afirma. Ponto pra eles. Ler o artigo completo

Vergonha alheia do TechCrunch

Manoel Netto em 3 de setembro de 2009 28 Comentários

O TechCrunch, um dos maiores e mais respeitados blogs de tecnologia do mundo, pisou feio na bola hoje, através de uma de suas editoras, Sarah Lacy. Sarah, que estava planejando viajar ao Brasil para uma série de visitas a startups tupiniquins para o projeto de seu livro, teve seu visto recusado e deu piti. É, fez escândalinho.

Em um post cheio de raiva e estrelismo, a autora disse que o Brasil deveria se envergonhar e as empresas se revoltarem, porque a moçoila é tão importante que nem mesmo o visto deveria ser exigido dela, a grande figura do empreendedorismo mundial e autora famosí­ssima. NOT!

Sra Sarah Lacy foi miseravelmente criticada nos comentários do blog, tanto por brasileiros quanto por pessoas de outras nacionalidades, incluindo os norte-americanos, que reconhecem a Lei da Reciprocidade, que confere a uma nação o direito de impor as mesmas regras que outro paí­s lhe imponha. Muitos lembraram í  nossa Sarah, que é muito mais difí­cil tirar um visto de entrada para os EUA que o Brasil, além do óbvio fato de que ela deve ser tratada como qualquer outra pessoa que deve se submeter í s leis de um paí­s. Quem ela pensa que é, afinal?

Mas o pior disso tudo, em minha opinião, não é a bossalidade da norte-americana, mas a falta de respeito que ela exprimiu ao pichar um sí­mbolo nacional, conforme vocês podem conferir na imagem abaixo (screenshot de 3/09/09 22h15 do TechCrunch).

screenshot techcrunch

Dona Sarah, me desculpe, mas a senhora foi tremendamente mal educada e desrespeitosa com a nossa bandeira, o que no Brasil é considerado crime (como em qualquer paí­s civilizado). Eu espero sinceramente que o seu visto não seja aprovado NUNCA e a senhora entre para a lista de personas non gratas em nosso paí­s.

Update [22h39]: O post está inacessí­vel para os visitantes do Brasil. Shame on you, TechCrunch. #TechCrunchFAIL

Update [22h59]: O post está acessí­vel novamente, mas estranho, sem o form de comentários, com a sidebar quebrada e intermitente.

Mark Zuckerberg, criador do Facebook, no Brasil

Manoel Netto em 4 de agosto de 2009 8 Comentários

Mark Zuckerberg, o fundador do gigante das redes sociais, o Facebook, participou hoje de um encontro com uns poucos blogueiros em São Paulo. Eram cerca de 10 autores e eu fui um deles. Um papo informal, nos disseram no convite, de apenas 1 hora (que acabou diminuindo).

Mark é o estereótipo da Geração Y. Visual despojado, tranquilão, na dele. Antes do papo, sua assessora conversou conosco sobre sua timidez e a dificuldade que ele tem em entender o “inglês falado pelos brasileiros“. Por conta disso, uma tradutora o acompanhou durante a conversa, traduzindo nossas perguntas feitas em português, por solicitação do Mark. Bom, sua dificuldade eu percebi, quando um dos convidados tentou perguntar em inglês e ele pediu pra repetir, já sua timidez … sinceramente não vi.

Como esperado de alguém muito jovem – Mark, que ficou milionário com seu Facebook antes mesmo de completar 20 anos, hoje tem 25 – Zuckerberg falou muito sobre suas convicções sobre o produto, sua visão otimista, sem se aprofundar em detalhes ou mesmo citar os assuntos estratégicos, comerciais e de negócio (o que eu estava ávido por saber). O grande foco da conversa, e que aparentemente será a vedete do encontro com desenvolvedores de amanhã, foi o Facebook Connect, a nova plataforma do Facebook para atrair desenvolvedores de aplicativos e integrar sites de fora de sua rede. Ler o artigo completo

Mudanças, surpresas e novos desafios

Manoel Netto em 1 de maio de 2008 40 Comentários

Brasão SPMuitos de vocês já sabem um pouco da minha trajetória desde que comecei com o Tecnocracia – e com o tempo, com os blogs em geral. Sou de baiano Salvador e saí­ da terrinha por conta do mercado minúsculo e sem muitas inovações, partindo para o sul em busca de desafios. Infelizmente a cidade escolhida, Londrina, norte do Paraná, não me deu o que eu procurava, apenas mais obstáculos – o que me fez desenvolver algumas caracterí­sticas em mim que me ajudaram no fim das contas.

Hoje, 1 de maio de 2008, Dia do Trabalho (e paradoxalmente feriado), quero anunciar a vocês que, após muita resistência e teimosia, estou de mudança para a cidade de São Paulo – na verdade já estou na cidade e em 2 meses espero estar estabelecido definitivamente. Ler o artigo completo

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