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O livro Aion, de C. G. Jung, assentou as bases para uma nova disciplina a que se pode chamar psico-história arquetÃpica, que se ocupa dos movimentos do inconsciente coletivo à medida que ele se evidencia por meio da história polÃtica e cultural. Neste estudo, o dr. Edinger se vale desse método para fundamentar algumas mudanças ocorridas no começo da era cristã. Dois mil anos atrás, a psique coletiva passou por uma mudança profunda, que apresenta paralelos notáveis em nossa época. Essa antiga reviravolta ensejou a morte e o renascimento da imagem vigente de Deus e há evidências de que o mesmo está ocorrendo atualmente. A Igreja e o Gnosticismo, em seus primórdios, são representados por duas figuras fundamentais: Paulo de Tarso e Simão Mago da Samaria. Este livro concentra-se primeiramente nas idéias dessas duas figuras e de seus discÃpulos. Os capÃtulos subseqüentes acompanham as duas correntes de pensamento que deles derivam: na linhagem da Igreja, Clemente de Alexandria, OrÃgenes, Tertuliano e Santo Agostinho; na vertente gnóstica, Márcion, Basilides, Valentino e Mani. O capÃtulo final faz um resumo de como essas questões continuaram a evoluir até hoje, e explica o seu sentido psicológico para as idéias individuais e contemporâneas na religião.