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CD Fresno - Infinito
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Consolidada no cenário mainstream nacional, a banda Fresno já tocou em todos os principais festivais do paÃs.
Com treze anos de estrada, os gaúchos estão produzindo seu sexto disco, "Infinito", que marca a volta da banda ao cenário independente. O álbum abre com "Homem Ao Mar", um soco na cara, em que a banda intencionalmente borrou a linha que divide o que é guitarra e o que é sintetizador. No entanto, é justamente nos seus "respiros", que "Infinito" se mostra como um salto de composição e produção. Faixas como "O Sonho do Visconde (O Resto É Nada Mais)" mostram como Lucas consegue sair do suave, contemplativo e desembocar no intenso e urgente em questão de segundos. Os pianos de Mário são despejados em camadas, ornados com sintetizadores de caracterÃstica cinemática e a bateria "gigante" de Bell Ruschel. A dobradinha formada pela instrumental "Sutjeska" e a surpreendente "Farol" apontam um flerte entre a Fresno e a MPB, embora a melancolia de sua letra remeta mais aos grandes poetas da era romântica do que à alegria mambembe do samba de raÃz.
O álbum é, sem sombra de dúvidas, o disco de maior abrangência sonora da história da Fresno, que finca com cada vez mais convicção seu pé no cenário do rock brasileiro, já dispensando o rótulo de novidade.
Com treze anos de estrada, os gaúchos estão produzindo seu sexto disco, "Infinito", que marca a volta da banda ao cenário independente. O álbum abre com "Homem Ao Mar", um soco na cara, em que a banda intencionalmente borrou a linha que divide o que é guitarra e o que é sintetizador. No entanto, é justamente nos seus "respiros", que "Infinito" se mostra como um salto de composição e produção. Faixas como "O Sonho do Visconde (O Resto É Nada Mais)" mostram como Lucas consegue sair do suave, contemplativo e desembocar no intenso e urgente em questão de segundos. Os pianos de Mário são despejados em camadas, ornados com sintetizadores de caracterÃstica cinemática e a bateria "gigante" de Bell Ruschel. A dobradinha formada pela instrumental "Sutjeska" e a surpreendente "Farol" apontam um flerte entre a Fresno e a MPB, embora a melancolia de sua letra remeta mais aos grandes poetas da era romântica do que à alegria mambembe do samba de raÃz.
O álbum é, sem sombra de dúvidas, o disco de maior abrangência sonora da história da Fresno, que finca com cada vez mais convicção seu pé no cenário do rock brasileiro, já dispensando o rótulo de novidade.