To feed or not to feed

Todos os dias nós inventamos coisas que economizem o nosso tempo, que nos façam produzir mais em menor tempo, para que tenhamos mais tempo para fazer nada. Oque acontece é que sempre aproveitamos o nosso tempo que ganhamos para fazer mais 🙂 Com a explosão de sites de notí­cias na Internet, com colaboração do surgimentos […]

Todos os dias nós inventamos coisas que economizem o nosso tempo, que nos façam produzir mais em menor tempo, para que tenhamos mais tempo para fazer nada. Oque acontece é que sempre aproveitamos o nosso tempo que ganhamos para fazer mais 🙂

Com a explosão de sites de notí­cias na Internet, com colaboração do surgimentos dos blogs, ficou impraticável aliar trabalho com visitas a sites de notí­cias – afinal nós sempre temos uma lista de mais de 20 sites que gostamos de ler. Ainda mais quando a visita ao site não reflete necessariamente numa nova notí­cia, pois nem todo site (blogs principalmente) atualizam-se diariamente.

O surgimento do feed

A idéia era sensacional! Ler um site somente quando ele fosse atualizado, e saber disso sem precisar acessá-lo. Não demorou para que padrões diferentes (RSS1, RSS2, Atom) surgissem no mercado, cada um querendo pegar sua fatia obviamente oferecendo vantagens que não seriam absorvidas por usuários do feed, apenas por pessoas mais técnicas que oferecem os feeds.

Mesmo sendo uma tecnologia “antiga” – o surgimento dos feeds está relacionado ao ano de 1999 em alguns sites na Internet – o padrão não tem a divulgação ou aceitabilidade necessária para conquistar todo o tipo de usuários. Em sua maioria, usuários de feeds são blogueiros e pessoas que trabalham com web. Isso tem uma forte influência da necessidade – até pouco tempo – de se ter um programa diferente para “ler” os feeds, chamado de “agregador”.

A integração dos agregadores

Como tudo na Internet evolui num mesmo passo, em pouco espaço de tempo surgiram vários serviços online que oefereciam a possibilidade de gerenciar os seus feeds, mantendo-os num mesmo espaço, acessí­veis a qualquer momento, de qualquer computador, mediante um login e senha pessoais. Podemos citar vários deles, mas os principais (mais comentados) são :

Uma outra ferramenta que ajudou bastante foi a integração dos navegadores com essa solução. Hoje a maioria dos navegadores traz embutido uma versão de “agregador” de feeds, uns com mais opções que outros, mas fazendo o trabalho de catequização necessário. O lançamento da nova versão do Internet Explorer com essa funcionalidade talvez ajude ainda mais, por motivos óbvios.

Questões acerca do uso do feed em um site

A essa altura, talvez você esteja se perguntando qual a vantagem de oferecer seu conteúdo sem pedir que o usuário visite seu site, veja as outras coisas legais que você tem para oferecer, além de ver e clicar nas propagandas que mantêm seu site no ar, certo?

Pois isso vem sendo discutido já há um bom tempo entre os blogueiros, sobre oferecer o conteúdo completo de seu site, ou apenas um resumo, pedindo que o leitor acesse o site para ler o restante.

Como um site que oferece feeds, normalmente está direcionado para fornecimento de conteúdo, existem várias formas de atrair e fidelizar o seu leitor para que ele não leia apenas o feed sem acessar o seu site, principalmente convidando-o a participar das discussões. Fora isso, também no feed oferecido, há a possibilidade de inserir publicidade, para aqueles que não querem perder um ponto de venda de anúncios e sim ganhar mais um.

A discussão em torno do assunto talvez fosse melhor aplicada se focada no usuário, oferecendo as duas formas (completo e parcial), mas principalmente, informando-o e convencendo-o de que o feed é bom e veio para ficar. Mais ainda, convencendo outros sites que ainda não possuem feeds a disponibilizarem-no. Uma outra campanha com esse sentido já foi lançada pelo Henrique: Não importa se completo ou parcial, feed-se.
Saiba mais sobre isso tudo

Eu ainda não escrevi um texto completo sobre feeds, mas pretendo.

[update] Escrevi uma página que ficará fixa no menu do site sobre como assinar os feeds. Se você quer saber mais sobre isso, listo abaixo alguns links que recomendo a leitura:

Sinta-se í  vontade para comentar, colaborar, sugerir links, agregadores, etc. Ao publicar uma página sobre o RSS (dar minha colaboração í  catequese) incluo a maior quantidade de informações possí­vel.

[tags]Web,Blogs,Feeds,RSS,Internet,Web[/tags]

Os feeds são fundamentais hoje, na minha vida pelo menos. Sem eles eu teria que acessar diariamente mais de 60 textos. E aqueles sites que ainda não oferecem (são poucos, ainda bem) eu simplesmente ignoro.

Ótimo texto. Parabéns!

Muito bom este tí­tulo…

Viva o feed…

Abraços