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	<title>Tecnocracia : Estado Tecnológico &#187; web</title>
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	<description>Tecnologia, Opinião e Comportamento Geek</description>
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		<title>InterCon 2007 &#8211; A (des)construção de um modelo</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 03:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante os dias 26 e 27 de outubro em São Paulo, eu vi e participei de uma revolução comportamental e organizacional maravilhosa. Tudo o que não se esperava em um simpósio de tecnologia aconteceu, e ao contrário do que você está pensando agora, foi muito bom. O InterCon 2007, evento organizado pela equipe do iMasters, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os dias 26 e 27 de outubro em São Paulo, eu vi e participei de uma revolução comportamental e organizacional maravilhosa. Tudo o que não se esperava em um simpósio de tecnologia aconteceu, e ao contrário do que você está pensando agora, foi muito bom.</p>
<p>O <a href="http://imasters.com.br/intercon/2007" title="InterCon 2007" target="_blank">InterCon 2007</a>, evento organizado pela equipe do <a href="http://imasters.com.br" title="iMasters" target="_blank">iMasters</a>, já começou com coisas interessantes e diferentes de outros eventos que seguem a mesma linha. Havia cobertura feita por blogueiros em tempo real direto do palco, compromisso ecológico desde o material utilizado, camiseta do evento criada de forma colaborativa, uma desconferência paralela que atraiu mais gente que a palestra &#8220;oficial&#8221;, enfim, um conjunto de coisas que já ocorreram em outros eventos, menos tradicionais e formais que o InterCon.</p>
<p>Mas nenhuma das revoluções programadas pode ser comparada ao que houve nos dias do evento, de forma espontânea, natural. O que eu vi foi uma verdadeira expressão reflexo do comportamento blogueiro, uma rede social real, online e offline.<span id="more-248"></span></p>
<h3>O Twitter foi a vedete</h3>
<p>Quando surgiu lá nos EUA, o serviço surgiu como proposta de microblogging com a singela pergunta: o que você está fazendo? As pessoas que o acompanhariam, ficariam sabendo em tempo real de suas atividades. A preocupação inicial foi, obviamente, se esse tipo de conteúdo era relevante ao ponto de se criar uma ferramenta desse porte. Os brasileiros, como sempre, desvirtuaram a proposta do <a href="http://twitter.com" title="Twitter" target="_blank">Twitter</a>. E dessa vez foi muito positivo isso ter acontecido.</p>
<p>Ao invés de &#8220;o que você está fazendo&#8221;, nós brasileiros inserimos textos sobre o que estamos pensando, lendo, ouvindo e principalmente nos comunicamos com nossa rede, respondendo, perguntando, indicando referências, citando, conversando. O Twitter deixou de ser uma ferramenta de conteúdo para se tornar uma ferramenta de interação.</p>
<p>Durante o evento foi, inegavelmente, o serviço mais utilizado pelos presentes &#8211; palestrantes, convidados e inscritos. Da plataforma fizemos cobertura online das palestras, apresentamos nossas visões sobre o que estava rolando, pegamos no pé dos palestrantes quando não concordávamos com algo &#8211; e em algumas vezes essas perguntas e citações foram parar no palco para o palestrante responder &#8211; , entre nós, trocávamos mensagens.</p>
<p>Foi pelo Twitter que o <a href="http://www.luli.com.br/" title="Luli Radfahrer" target="_blank">Luli</a> ficou sabendo que estávamos muitos no lounge do <a href="http://www.camiseteria.com/?ref=manoelnetto" title="Camiseteria : Faça a sua moda" target="_blank">Camiseteria</a>, sentados nos puffs e no chão, ao invés de acompanharmos uma palestra que parecia chatíssima, em que os palestrantes estavam com braços cruzados e cara de sono. As imagens chegaram no lounge, mas não o som. Sem problemas, fizemos dublagem simultânea &#8211; e foi muito engraçada. Foi pelo Twitter que nós marcamos os almoços e os chopps de final de evento. Foi pelo Twitter que pessoas acompanharam o que estava acontecendo em São Paulo, do Rio, de Salvador, Curitiba, EUA. Foi no Twitter que as pessoas perguntaram o que o Carbono 14 tinha a ver com ecologia&#8230;</p>
<h3>Desobediência civil pacífica ou ação de guerrilha?</h3>
<p>Na palestra sonolenta, estávamos muitos no lounge do Camiseteria, sentados em puffs e no chão, conversando, acessando o Twitter, vendo fotos (já que não dava para inserir fotos, pois a banda estava limitada para upload) no Flickr, socializando. Optamos por isso. E ficamos onde bem entendemos. O stand do Camiseteria certamente foi o mais visitado, o que mais chamou atenção das pessoas que passavam e se perguntavam o que estava havendo ali. De forma espontânea e completamente natural, estávamos ali, fazendo uma bela ação de emboscada para o <a href="http://blog.fabioseixas.com.br" title="Fábio Seixas - Versão TXT" target="_blank">Fabão</a>.</p>
<h3>Inter-ações</h3>
<p>O InterCon foi quase um grande blog. Pudemos interagir entre nós, com os organizadores, palestrantes, promotores, etc. E as interações não cessaram no evento, pois após o mesmo, fomos para bares, continuar interagindo. Durante os almoços, continuávamos interagindo. De nossas casas, pelo Twitter, continuávamos as interações. Com comentários em Flickr e blogs, as interações continuam e continuarão.</p>
<p>Uma das palestras programadas era a gravação de um BrainCast ao vivo, com o Merigo, Fábio Seixas, Cris Dias e Mauro Amaral. Desde a abertura da palestra &#8211; eles vieram ao palco saindo da platéia, conversando conosco, fazendo humor com o Tropa de Elite &#8211; soubemos que não seria chato. Foi melhor, pois além de não ser chato, foi totalmente colaborativa, com perguntas via Internet, interrupções da &#8220;platéia&#8221; e do showman Luli. Sem dúvida alguma, a melhor palestra (se é que podemos chamar dessa forma) do evento.</p>
<h3>Faltou foco</h3>
<p>Alguns temas foram explorados talvez com o conteúdo certo, mas de maneira errada. Faltou, em alguns momentos importantes, foco dos palestrantes na audiência, no seu público-alvo. Não dá para apresentar 10 mil slides com texto para uma platéia formada essencialmente por profissionais web. Não dá, definitivamente, para apresentar um texto-piada-spam num slide sendo o texto altamente rodado na Internet (com textos como &#8220;você aperta 0 em casa para falar ao telefone&#8221;). E por favor, apresentação de portfolio bancário numa palestra sobre os impactos da Internet no mercado tradicional, não dá. Pior ainda é afirmar que cartão de crédito é ferramenta de inclusão digital e social. Putz! Serasa e SPC mudaram de nome?</p>
<p>Duas palestras, apesar de terem sido ÓTIMAS, deixaram muito a desejar, pois apresentaram apenas cases de publicidade e guerrilha. Faltou conteúdo explicativo, educacional, evangelizador. Gente, a platéia é seu público. E esse público já é gerador desse conteúdo, já foi ou será muito em breve. Sessão YouTube é coisa para rolar no Gafanhoto, com entrada e cerveja gratuitas. O &lt;jabá mode on&gt; deveria ser aplicado no telão na maior parte do tempo.</p>
<h3>Considerações</h3>
<p>O InterCon foi, de longe, um dos mais interessantes eventos que já participei. Isso não quer dizer que tenha sido perfeito, óbvio. Várias idéias certamente surgiram no evento desse ano e é bastante provável que a maioria delas será implementada no próximo. Para ajudar, aqui vão minhas sugestões:</p>
<ul>
<li>Foco na audiência. Não convidem pessoas para palestras-jabá-versão-1.0. Desfigurem o modelo, apostem na diversidade.</li>
<li>Promovam a interação desde o início. Um telão onde os twitter fossem levados automaticamente é uma idéia bárbara. Os participantes podem fazer perguntas diretas via Twitter.</li>
<li>Criem mais desconferências, estimulem os palestrantes a abrirem mais as discussões.</li>
<li>Não limitem a banda de upload do wi-fi. Um bom blogueiro também tira fotos e faz videos e quer compartilhar isso o mais rápido. Uma água na mesa dos blogueiros também seria uma boa, e prova de atenção.</li>
</ul>
<p>Parabéns ao pessoal do iMasters e que venha o próximo, melhor, maior e mais interativo.</p>
<h3> Mais sobre o InterCon 2007<strong> </strong></h3>
<ul>
<li><a href="http://imasters.com.br/intercon/2007" title="InterCon 2007" target="_blank" class="extlink">Site do evento</a>;</li>
<li><a href="http://blogblogs.com.br/tag/intercon2007" title="BlogBlogs : tag InterCon2007" target="_blank" class="extlink">Artigos em blogs</a>;</li>
<li><a href="http://flickr.com/photos/tags/intercon2007/" title="Flickr: tag InterCon2007" target="_blank" class="extlink">Fotos no Flickr</a>;</li>
<li><a href="http://www.google.com/search?q=intercon+site%3Atwitter.com" title="Google : intercon no Twitter" target="_blank" class="extlink">Notas no Twitter</a>.</li>
</ul>
<p>[tags]Evento, InterCon2007, Web, Desconferência, Redes Sociais, Twitter[/tags]</p>
<div class="similarity"><h3>Você também pode gostar de:</h3><ul><li><a href="http://tecnocracia.com.br/246/intercon-2007-codigo-simples-vida-simples/">InterCon 2007 - Código Simples, Vida Simples</a></li></ul></div><!-- Tag -->]]></content:encoded>
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		<title>InterCon 2007 &#8211; Código Simples, Vida Simples</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 20:19:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[InterCon2007]]></category>
		<category><![CDATA[Simplicidade]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda palestra do Intercon 2007 do primeiro dia (sexta-feira, 26) foi claramente direcionada para profissionais envolvidos na construção de um site, principalmente designers e desenvolvedores. O Élcio Ferreira, diretor da Visie, discorreu sobre o tema &#8220;Produtividade: Seja Simples&#8221; e conseguiu atingir diretamente mais de 80% da platéia. Profundo conhecedor de diversas linguagens de programação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda palestra do <a href="http://imasters.com.br/intercon/2007" title="iMasters interCon 2007" target="_blank">Intercon 2007</a> do primeiro dia (sexta-feira, 26) foi claramente direcionada para profissionais envolvidos na construção de um site, principalmente designers e desenvolvedores. O <a href="http://blog.elcio.com.br/" title="FechaTAG : por Élcio Ferreira" target="_blank">Élcio Ferreira</a>, diretor da <a href="http://visie.com.br/afiliados/14/visie.com.br/" title="Visie Treinamentos" target="_blank">Visie</a>, discorreu sobre o tema &#8220;<a href="http://visie.com.br/afiliados/14/visie.com.br/produtividade" title="Visie : Produtividade" target="_blank">Produtividade: Seja Simples</a>&#8221; e conseguiu atingir diretamente mais de 80% da platéia.</p>
<p>Profundo conhecedor de diversas linguagens de programação, Élcio &#8211; um dos criadores do <a href="http://tableless.com.br" title="Tableless" target="_blank">Tableless</a>, junto com o Diego Eis &#8211; mostrou ser bastante articulado e um palestrante que prende a atenção do público. Sempre bem humorado, fez uma comparação interessante entre o &#8220;velho&#8221; modo de se fazer sites e o &#8220;novo&#8221; e melhorado modo, além da conhecida &#8211; entre nós &#8211; rivalidade entre a equipe de programação e de criação, mostrando que programadores e designers têm muito mais semelhanças que diferenças.<span id="more-246"></span></p>
<p>As diferenças são sempre evidenciadas, como a subjetividade do design versus a objetividade da programação; o questionamento de um versus a solução de outro; a elaboração de &#8220;briefing&#8221; versus o &#8220;questionário de levantamento de características (de um sistema); a &#8220;carroceria&#8221; versus o &#8220;motor&#8221;. O que muitos não consideram e que foi citado por Élcio, relembrando uma declaração do Steve Jobs, é que design não é só aparência, é funcionalidade. Se seu design não é &#8220;<a href="http://usabilidoido.com.br/" title="Usabilidoido : Fred Van Amstel" target="_blank">usável</a>&#8220;, ele simplesmente não deu certo.</p>
<p>Atrás da funcionalidade, em se tratando de sites, os desenvolvedores e designers têm estreitado as relações e trabalhado as diferenças para a adoção de um novo modelo de criação que facilite a vida de todos, satisfaça o cliente e possibilite uma manutenção sem dor, afinal, as três leis básicas do desenvolvimento são apenas duas: o cliente <strong>vai</strong> mudar de idéia. Assim, quanto menos doloroso for o processo de mudança, melhor.</p>
<h3>Não há como evitar isso, mas podemos minorar os impactos</h3>
<p>Uma das formas de se diminuir os transtornos causados pelas mudanças no <a href="http://tecnocracia.com.br/compara?s=bondfaro&t=gerenciamento" rel="external nofollow"  target="_blank"  >escopo do projeto</a> é substituir o modelo de desenvolvimento velho. Se você segue um fluxograma onde: a) primeiro você elabora o projeto, dando ênfase a todos os detalhes possíveis e imagináveis, interagindo com o cliente e não economizando em reuniões; b) cria o html antes, bem escrito e documentado, que servirá de base para os desiners e desenvolvedores; c) trabalha com a equipe de layout e desenvolvimento em paralelo, as chances de haver um erro diminuem consideravelmente e os impactos de correções necessárias também são muito reduzidas. Trabalhos distintos, ambientes distintos. É o fim da sobreposição de arquivos no servidor de testes ou de produção.</p>
<p>Uma segunda forma é alterar o fluxo do trabalho. No modelo mais aplicado no mercado, desenvolvemos o projeto e damos um prazo para concluir, testar e apresentar. Normalmente, só após o site estar completamente pronto, o cliente solicita alterações &#8211; que podem ser simples como alterar a cor de uma letra ou complexas como &#8220;não sei bem o que é, mas está faltando alguma coisa&#8221;.</p>
<p>No modelo &#8220;<a href="http://tecnocracia.com.br/compara?s=buscape&c=3482&t=Desenvolvimento+%C3%81gil" rel="external nofollow"  target="_blank"  >Desenvolvimento Ágil</a>&#8220;, apresentado pelo Élcio, a equipe estipula prazos pequenos para entregar funcionalidades e todas são testadas e homologadas pelo cliente em um tempo curto (Figura abaixo). Dessa forma, você pode fazer pequenas alterações no escopo do projeto, otimizar telas, adicionar recursos que não foram pensados antes e testar no ambiente do cliente, como o seu público-alvo, seus usuários vão se relacionar com seu sistema/site. Aos poucos, em doses homeopáticas, o cliente vai acompanhando a evolução do trabalho, adota uma postura muito mais participativa e consegue ser atendido no prazo com um produto que ele próprio ajudou a desenvolver.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2007/10/visie_produtividade.gif" title="Desenvolvimento Ágil" alt="Desenvolvimento Ágil" border="0" height="200" width="570" /></p>
<p>Nessa palestra eu fui um dos blogueiros convidados e pude acompanhar bem de perto &#8211; na lateral do palco &#8211; além de fazer a primeira pergunta ao Élcio, que não poderia deixar de ser: como convencer o mercado a investir em padrões web, usabilidade, acessibilidade, se muitas vezes o cliente quer marcar presença na Internet, mas não acredita ou não valoriza esse meio? A resposta clara e direta foi a que eu esperava: use, faça, invista. Se você faz seu trabalho da forma correta e continua praticando os mesmos prazos e preços que pratica normalmente, muito em breve o mercado estará utilizando padrões sem ao menos saber &#8211; pois o seu cliente não precisa decidir qual tecnologia você utilizará em seu trabalho.</p>
<h3>Saiba mais sobre o InterCon 2007<strong> </strong></h3>
<ul>
<li><a href="http://imasters.com.br/intercon/2007" title="InterCon 2007" target="_blank">Site do evento</a>;</li>
<li><a href="http://blogblogs.com.br/tag/intercon2007" title="BlogBlogs : tag InterCon2007" target="_blank">Artigos em blogs</a>;</li>
<li><a href="http://flickr.com/photos/tags/intercon2007/" title="Flickr: tag InterCon2007" target="_blank">Fotos no Flickr</a>;</li>
<li><a href="http://www.google.com/search?q=intercon+site%3Atwitter.com" title="Google : intercon no Twitter" target="_blank">Notas no Twitter</a>.</li>
</ul>
<p>[tags]Evento, Simplicidade, Desenvolvimento,Design, Web, InterCon2007[/tags]</p>
<p class="jacotei"><strong>Compare preços de: </strong><a href="http://tecnocracia.com.br/compara?s=bondfaro&c=3482&a=1237072&t=Usabilidade" rel="external nofollow"  target="_blank"  >Usabilidade</a>, <a href="http://tecnocracia.com.br/compara?s=buscape&c=3482&t=Acessibilidade" rel="external nofollow"  target="_blank"  >Acessibilidade</a>, <a href="http://tecnocracia.com.br/compara?s=bondfaro&c=3482&t=Design" rel="external nofollow"  target="_blank"  >Design</a>, <a href="http://tecnocracia.com.br/compara?s=buscape&c=3482&t=Programa%C3%A7%C3%A3o" rel="external nofollow"  target="_blank"  >Programação</a>, <a href="http://tecnocracia.com.br/compara?s=bondfaro&c=3482&t=Padr%C3%B5es+Web" rel="external nofollow"  target="_blank"  >Padrões Web</a> no Buscapé.</p>
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		</item>
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		<title>Dáblio dáblio hotdog ponto com</title>
		<link>http://tecnocracia.com.br/177/dablio-dablio-hotdog-ponto-com/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 21:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Internet não está, mas deveria constar na votação para conseguir um lugarzinho numa das sete maravilhas do mundo moderno. Todo mundo quer estar na Internet, ter seu site, escrever um blog, compartilhar fotos e vender online. Mas será que em todos os casos, estar no Google é fórmula de sobrevivência no mercado? Até hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img78.imageshack.us/img78/4460/2hotdogoa4.jpg" title="hot dog dot com" alt="hot dog dot com" align="right" border="0" height="143" hspace="5" width="150" />A Internet não está, mas deveria constar na votação para conseguir um lugarzinho numa das sete maravilhas do mundo moderno. Todo mundo quer estar na Internet, ter seu site, escrever um blog, compartilhar fotos e vender online. Mas será que em todos os casos, estar no Google é fórmula de sobrevivência no mercado?</p>
<p>Até hoje eu nunca tive que desaconselhar algum cliente quanto a criação de seu site na web. Mas já reduzi projetos ou aumentei, de acordo com o perfil do seu negócio. Nem toda empresa precisa de uma loja online, da mesma forma que para algumas empresas um site institucional joga contra ao contrário de ajudar. No desespero de estar online, as empresas não avaliam o formato de seu investimento na web e desperdiçam uma grande chance de incrementar seu negócio.<span id="more-177"></span></p>
<p>Tive um cliente que precisava, eu desenvolvi e implementei uma loja online. Vitrine virtual, sistema de pagamento online, tudo certinho. Nunca vendeu nada, sabe porque? O site não foi atualizado. Não havia pessoal preparado para dar manutenção ao site, inserir produtos, acompanhar pedidos, ao passo que não havia mais dinheiro para investir na contratação dessa pessoa ou serviço terceirizado. Por falta de planejamento o site nunca chegou a ser utilizado. Pensar nisso me angustia, eu gosto de ver meu trabalho ser bem utilizado, gerar retorno, etc. Mas serviu-me de aprendizado.</p>
<p><strong>O vendedor de cachorro-quente precisa de um site?</strong></p>
<p>A resposta mais sensata é sempre: depende. Aqui em Londrina o hot-dog é chamado de &#8220;prensado&#8221;, porque eles colocam na chapa após a montagem. Existem alguns vendedores de hot-dog aqui que são grandes, possuem mais de um ponto de venda, com garçons, com painel eletrônico para anunciar o número do pedido. E se você pensou numa estrutura McDonalds, se engana. Estão mais para trailers estacionados. Esse cliente precisa de um site? Não. Ele é conhecido em Londrina e não tem pretensões de expandir seu negócio, não tem estrutura para atender um serviço de web-delivery e criar um site institucional para ele é jogar contra.</p>
<p><strong>A loja de roupas de minha tia precisa de um site?</strong></p>
<p>Há pouco mais de 5 anos eu achava que sim. Minha tia possui uma loja num shopping de bairro em Salvador, um relacionamento com seus clientes no nível pessoal (as clientes possuem o número do telefone de casa e do celular) e trabalha com estrutura familiar. Quase ninguém compra roupa pela Internet (salvo camisetas). As pessoas querem vestir, experimentar com um sapato, um cinto, principalmente mulheres. Um site institucional seria jogar contra, não existe estrutura de atendimento pela web. Minha tia precisa de um site?</p>
<p><!--wpads#post_inline_big-->Assim como os exemplos acima, em nossa estrada vamos encontrar diversos clientes que irão nos procurar para ter sua presença na Internet. Nosso lado profissional precisa de trabalho, obviamente, precisamos pagar o aluguel e a Internet nossa de cada dia. Mas nosso profissional também é responsável por orientar o cliente no caminho certo, pois um projeto fracassado vai gerar frustração e esse cliente vai culpá-lo por não tê-lo alertado. Um cliente insatisfeito lhe fará propaganda negativa e não lhe procurará mais. E pior, ele pode encontrar um outro profissional para corrigir suas falhas, mesmo que pequenas, mínimas, e você ainda ficará com fama de incompetente.</p>
<p>Um caso de sucesso ocorre quando conseguimos aliar o bom senso à necessidade do cliente, mesmo que contrariando-o em algum ponto, mas mostrando-o o caminho das pedras. Afinal, você é o especialista em Internet e ele não o procuraria se soubesse exatamente o que fazer. Ele sabe o que quer, mas você pode saber quando é uma boa idéia ou uma completa barca furada. E se o cliente insistir na barca, siga meu conselho e pule fora antes que comece a fazer água.</p>
<p>–<br />
Este artigo está participando da <a href="http://www.blogblogs.com.br/tag/blogando24h" title="BlogBlogs : Blogando24h" class="extlink">maratona Blogando24h</a>.<br />
<strong> Comente. Você pode <a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/comentario-legal-camiseta-bacana" title="Tecnocracia : Comentário legal = camiseta bacana">ganhar uma camiseta</a>!</strong></p>
<p>[tags]Blogando24h, Internet, Web, Desenvolvimento, Planejamento[/tags]</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Coletânea: artigos importantes no mundo geek</title>
		<link>http://tecnocracia.com.br/144/coletanea-artigos-importantes-no-mundo-geek/</link>
		<comments>http://tecnocracia.com.br/144/coletanea-artigos-importantes-no-mundo-geek/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 22:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Coletânea]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://tecnocracia.com.br/arquivos/coletanea-artigos-importantes-no-mundo-geek</guid>
		<description><![CDATA[Muitas vezes ficamos vários dias sem que uma notícia relevante valha um texto, artigo ou chamadinha (não gosto de fazer chamadinhas, vocês gostam de ler?). Por outro lado, tem dias que a quantidade de notícias é tão grande que muitas acabam passando sem comentários, por falta de tempo ou cautela com a paciência do leitor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes ficamos vários dias sem que uma notícia relevante valha um texto, artigo ou chamadinha (não gosto de fazer chamadinhas, vocês gostam de ler?). Por outro lado, tem dias que a quantidade de notícias é tão grande que muitas acabam passando sem comentários, por falta de tempo ou cautela com a paciência do leitor.</p>
<p>Tenho visto que alguns blogs se valem do recurso de links, para notícias já veiculadas em sites ou blogs e resolvi adotar. Primeiro que isent-me de repetir o que já foi noticiado, segundo que prestigia quem já falou sobre isso, direcionando visitação.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.blogblogs.com.br/weblog/perma/curtas-indexacao-de-links-na-home-page-dos-blogs" title="BlogBlogs : Indexação de links na home dos blogs">BlogBlogs começa indexação de links fora dos feeds</a></li>
<li><a href="http://www.tnow.com.br/internet/as-10-palavras-mais-irritantes-da-internet/" title="TNow : as 10 palavras mais irritantes da Internet">As 10 palavras (em inglês) mais irritantes da Internet</a></li>
<li><a href="http://lifehacker.com/software/spam/keep-your-email-address-from-spambots-with-text-to-ascii-271176.php" title="LifeHacker : keep your e-mail from spambots">Deixe seu e-mail livre de spambots [em inglês]</a></li>
<li><a href="http://lifehacker.com/software/featured-linux-download/run-internet-explorer-with-ies-4-linux-270336.php" title="LifeHacker : Featured Download">Execute o IE dentro do seu linux [em inglês]</a></li>
<li><a href="http://www.techcrunch.com/2007/05/14/orgoo-the-web-emailim-replacement/" title="TechCrunch : Orgoo the web e-mail replacement">Orgoo &#8211; O substituto do e-mail e do MSN? [inglês e não tão novidade]</a></li>
<li><a href="http://www.meiobit.com/tr_s_ipod_killers" title="MeioBit : Três iPod killers">Review de 3 &#8220;iPobres&#8221; (MP3 players genéricos, fáceis de encontrar)</a></li>
<li><a href="http://brunotorres.net/acessibilidade-na-web-custo-ou-beneficio" title="Bruno Torres : Acessibilidade na web">Acessibilidade na web: Custo ou benefício?</a></li>
<li><a href="http://marcogomes.com/blog/2007/o-cliente-na-web-20/" title="Marco Gomes : O cliente na Web 2.0">O cliente na Web 2.0</a></li>
<li><a href="http://www.techbits.com.br/2007/06/25/smartphone-e-internet-movel/" title="TechBits : Smartphone é Internet móvel">Smartphone é Internet móvel</a></li>
<li><a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/06/20/a-geografia-do-anonimato-na-internet/" title="WebInsider : Como lidar com os comentários anônimos no blog">Como lidar com o anonimato nos comentários</a></li>
</ul>
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		<title>The Web Design Survey</title>
		<link>http://tecnocracia.com.br/109/the-web-design-survey/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2007 17:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma iniciativa bacana está circulando nos nichos dos profissionais web. The Web Design Survey é uma pesquisa (toda em inglês) feita pelo pessoal do A List Apart acerca de questões pertinentes às nossas atividades profissionais. Assim como o Diego, eu fiquei curioso sobre as respostas dos brasileiros. Clique na imagem abaixo e participe você também. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma iniciativa bacana está circulando nos nichos dos profissionais web. The Web Design Survey é uma pesquisa (toda em inglês) feita pelo pessoal do A List Apart acerca de questões pertinentes às nossas atividades profissionais. Assim como o <a href="http://www.tableless.com.br/the-web-design-survey" title="Tableless : The Web Design Survey">Diego</a>, eu fiquei curioso sobre as respostas dos brasileiros.</p>
<p>Clique na imagem abaixo e participe você também.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://alistapart.com/articles/webdesignsurvey" title="The Web Design Survey, 2007"><br />
<img src="http://aneventapart.com/webdesignsurvey/templates/ala/images/i-took-the-2007-survey.gif" title="A List Apart" alt="A List Apart" border="0" /></a></p>
<div class="similarity"><h3>Você também pode gostar de:</h3><ul><li><a href="http://tecnocracia.com.br/177/dablio-dablio-hotdog-ponto-com/">Dáblio dáblio hotdog ponto com</a></li><li><a href="http://tecnocracia.com.br/246/intercon-2007-codigo-simples-vida-simples/">InterCon 2007 - Código Simples, Vida Simples</a></li><li><a href="http://tecnocracia.com.br/252/1-ano-de-tecnocracia-conhecendo-melhor-o-meu-leitor/">1 ano de Tecnocracia. Conhecendo melhor o meu leitor</a></li><li><a href="http://tecnocracia.com.br/737/pesquisa-rapida-voce-gosta-acompanha-cobertura-de-eventos-em-blogs/">Pesquisa rápida: Você gosta / acompanha cobertura de eventos em blogs?</a></li><li><a href="http://tecnocracia.com.br/745/duas-pesquisas-e-muitos-premios/">Duas pesquisas e muitos prêmios</a></li></ul></div><!-- Tag -->]]></content:encoded>
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		<title>To feed or not to feed</title>
		<link>http://tecnocracia.com.br/9/to-feed-or-not-to-feed/</link>
		<comments>http://tecnocracia.com.br/9/to-feed-or-not-to-feed/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2006 22:48:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[feeds]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os dias nós inventamos coisas que economizem o nosso tempo, que nos façam produzir mais em menor tempo, para que tenhamos mais tempo para fazer nada. Oque acontece é que sempre aproveitamos o nosso tempo que ganhamos para fazer mais Com a explosão de sites de notícias na Internet, com colaboração do surgimentos dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os dias nós inventamos coisas que economizem o nosso tempo, que nos façam produzir mais em menor tempo, para que tenhamos mais tempo para fazer nada. Oque acontece é que sempre aproveitamos o nosso tempo que ganhamos para fazer mais <img src='http://tecnocracia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Com a explosão de sites de notícias na Internet, com colaboração do surgimentos dos blogs, ficou  impraticável aliar trabalho com visitas a sites de notícias &#8211; afinal nós sempre temos uma lista de mais de 20 sites que gostamos de ler. Ainda mais quando a visita ao site não reflete necessariamente numa nova notícia, pois nem todo site (blogs principalmente) atualizam-se diariamente.</p>
<p><span id="more-9"></span><strong>O surgimento do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_feed" title="Feed, do inglês 'alimentar', permite ler o conteúdo atualizado de um site (inglês)">feed</a></strong></p>
<p>A idéia era sensacional! Ler um site somente quando ele fosse atualizado, e saber disso sem precisar acessá-lo. Não demorou para que padrões diferentes (RSS1, RSS2, Atom) surgissem no mercado, cada um querendo pegar sua fatia obviamente oferecendo vantagens que não seriam absorvidas por usuários do feed, apenas por pessoas mais técnicas que oferecem os feeds.</p>
<p>Mesmo sendo uma tecnologia &#8220;antiga&#8221; &#8211; o surgimento dos feeds está relacionado ao ano de 1999 em alguns sites na Internet &#8211; o padrão não tem a divulgação ou aceitabilidade necessária para conquistar todo o tipo de usuários. Em sua maioria, usuários de feeds são blogueiros e pessoas que trabalham com web. Isso tem uma forte influência da necessidade &#8211; até pouco tempo &#8211; de se ter um programa diferente para &#8220;ler&#8221; os feeds, chamado de &#8220;agregador&#8221;.</p>
<p><strong>A integração dos agregadores</strong></p>
<p>Como tudo na Internet evolui num mesmo passo, em pouco espaço de tempo surgiram vários serviços online que oefereciam a possibilidade de gerenciar os seus feeds, mantendo-os num mesmo espaço, acessíveis a qualquer momento, de qualquer computador, mediante um login e senha pessoais. Podemos citar vários deles, mas os principais (mais comentados) são :</p>
<ul>
<li><a href="http://www.bloglines.com/" title="Bloglines">Bloglines</a></li>
<li><a href="http://www.google.com/reader" title="Google Reader">Google Reader</a></li>
<li><a href="http://www.newsgator.com/home.aspx" title="Newsgator">Newsgator</a></li>
<li><a href="http://my.yahoo.com/" title="My Yahoo!">My Yahoo!</a></li>
</ul>
<p>Uma outra ferramenta que ajudou bastante foi a integração dos navegadores com essa solução. Hoje a maioria dos navegadores traz embutido uma versão de &#8220;agregador&#8221; de feeds, uns com mais opções que outros, mas fazendo o trabalho de catequização necessário. O lançamento da nova versão do Internet Explorer com essa funcionalidade talvez ajude ainda mais, por motivos óbvios.</p>
<p><strong>Questões acerca do uso do feed em um site</strong></p>
<p>A essa altura, talvez você esteja se perguntando qual a vantagem de oferecer seu conteúdo sem pedir que o usuário visite seu site, veja as outras coisas legais que você tem para oferecer, além de ver e clicar nas propagandas que mantêm seu site no ar, certo?</p>
<p>Pois isso vem sendo discutido já há um bom tempo entre os blogueiros, sobre <a href="http://www.arcanjo.org/blog/?p=70" title="Rafael Arcanja: Campanha ofereça seu feed completo">oferecer o conteúdo completo</a> de seu site, ou apenas um resumo, pedindo que o leitor acesse o site para ler o restante.</p>
<p>Como um site que oferece feeds, normalmente está direcionado para fornecimento de conteúdo, existem várias formas de atrair e fidelizar o seu leitor para que ele não leia apenas o feed sem acessar o seu site, principalmente convidando-o a participar das discussões. Fora isso, também no feed oferecido, há a possibilidade de inserir publicidade, para aqueles que não querem perder um ponto de venda de anúncios e sim ganhar mais um.</p>
<p>A discussão em torno do assunto talvez fosse melhor aplicada se focada no usuário, oferecendo as duas formas (completo e parcial), mas principalmente, informando-o e convencendo-o de que o feed é bom e veio para ficar. Mais ainda, convencendo outros sites que ainda não possuem feeds a disponibilizarem-no. Uma outra campanha com esse sentido já foi lançada pelo <a href="http://www.revolucao.etc.br" title="Revolução ETC Web Standards em uma casca de noz">Henrique</a>: Não importa se completo ou parcial, <a href="http://www.revolucao.etc.br/archives/campanha-feed-se-todo-mundo-e-deixe-o-feed-do-jeito-que-voce-quiser/" title="RevoluçãoETC: Campanha Feed-se todo mundo">feed-se</a>.<br />
Saiba mais sobre isso tudo</p>
<p><strike>Eu ainda não escrevi um texto completo sobre feeds, mas pretendo</strike>.</p>
<p>[<strong>update</strong>] Escrevi uma <a href="/feed-isso-morde" title="Feed, isso morde?">página que ficará fixa</a> no menu do site sobre como assinar os feeds. Se você quer saber mais sobre isso, listo abaixo alguns links que recomendo a leitura:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.revolucao.etc.br/feedsxmlatomrss/" title="Oque são feeds">Revolução ETC</a></li>
<li><a href="http://brunotorres.net/2005/07/05/sobre-feeds-rss-atom" title="Sobre feeds RSS e ATOM">Bruno Torres</a></li>
<li><a href="http://www.vilago.com.br/node/54" title="Oque é RSS">Vilago</a></li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RSS" title="Wikipedia: RSS">Wikipedia RSS</a></li>
</ul>
<p>Sinta-se à vontade para comentar, colaborar, sugerir links, agregadores, etc. Ao publicar uma página sobre o RSS (dar minha colaboração à catequese) incluo a maior quantidade de informações possível.</p>
<p>[tags]Web,Blogs,Feeds,RSS,Internet,Web[/tags]</p>
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		<title>Criando um site de tecnologia (ou outro tema)</title>
		<link>http://tecnocracia.com.br/8/criando-site-tecnologia/</link>
		<comments>http://tecnocracia.com.br/8/criando-site-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Nov 2006 16:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
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		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Dependendo do tempo que você tem disponível, do nível de prioridade que você estabelece e obviamente dos imprevistos, essa pode ser uma tarefa um pouco complicada &#8211; como tem sido para mim. Criar um site exatamente do jeito que você quer que ele seja, torna-se particularmente mais difícil quando é você o seu próprio cliente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dependendo do tempo que você tem disponível, do nível de prioridade que você estabelece e obviamente dos imprevistos, essa pode ser uma tarefa um pouco complicada &#8211; como tem sido para mim.</p>
<p>Criar um site exatamente do jeito que você quer que ele seja, torna-se particularmente mais difícil quando é você o seu próprio cliente. Normalmente somos mais exigentes conosco, queremos colocar num site tudo aquilo que aprendemos em uma só vez, oque acaba por fazer com que nunca demos por concluído, ou nunca saia do papel.</p>
<p><span id="more-8"></span>A desenvolver o Tecnocracia, determinei prazos que estourei, desenhei layouts que descartei após ter ficado uma semana sem olhar e por fim decidi que o site iria sair, nem que fosse aos poucos, consertando pequenos erros e fazendo pequenas implementações ao longo do tempo. Usaria o meu próprio site como ferramenta de estudo e experiências acerca de tudo que ando lendo, estudando e fazendo.</p>
<p><strong>Tarefa 1. Definição do Tema</strong></p>
<p>Não foi uma tarefa muito difícil decidir que escreveria sobre tecnologia, afinal um desenvolvedor web pode falar com propriedade sobre esse assunto, além de gostar bastante do tema. Difícil mesmo foi definir que fatia dessa imensidão eu abordaria.</p>
<p>Tão difícil que não defini, e fiquei com uma frase de alguém que não me lembro: &#8220;Definir é limitar&#8221;. E decidi, que não iria definir um pedaço específico &#8211; pelo menos inicialmente. Se por um acaso do destino o site descobrir um &#8220;nicho&#8221; que eu me identifique, pode ser que eu abrace essa causa.</p>
<p><strong>Tarefa 2. Ferramental Necessário</strong></p>
<p>Há algum tempo eu criei um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CMS" title="do inglês: Content Management System">CMS</a> em <a href="http://www.php.net" title="PHP: Linguagem de programação web open-source">PHP</a> muito simples, porém bastante flexível e adaptável a qualquer situação. Cheguei a implementar um exemplo em Flash com conteúdo gerenciável por ele. Sempre pensei em usá-lo em um site meu, até mesmo como portfolio, mas passou-se muito tempo desde sua última atualização. Foi descontinuado. Morto.</p>
<p>Alguns softwares poderosos estão disponíveis, mas escolhi o <a href="http://www.wordpress.org" title="WordPress.org">WordPress</a> por alguns motivos: é muito poderoso, extremamente personalizável e possui uma comunidade vasta para &#8220;suporte&#8221; caso eu precisasse de ajuda.</p>
<p><strong>Tarefa 3. Desenhar uma estrutura</strong></p>
<p>Bem, essa não foi uma tarefa lá muito fácil. Sou muito crítico quando sou cliente <img src='http://tecnocracia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  e acabo descartando trabalhos que apresentaria com orgulho para um cliente meu e tenho certeza de que seriam aprovados.</p>
<p>Procurei visitar observando detalhes de <a href="http://www.tableless.com.br" title="Tableless Web Standards com Farinha e Pimenta">sites</a> que sou <a href="http://www.revolucao.etc.br" title="Revolução ETC Web Standards em uma casca de noz">leitor</a> assíduo e acabei captando de um de outro &#8211; <a href="http://www.ivogomes.com" title="IvoGomes.com Usabilidade">uns mais que outros</a> <img src='http://tecnocracia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  &#8211; as coisas que eu considerava legais, interessantes ou coerentes. Nasceu minha estrutura descaradamente inspirada no <a href="http://www.ivogomes.com" title="IvoGomes.com Usabilidade">Ivo Gomes</a>.</p>
<p><strong>Tarefa 4. Montar sua estrutura </strong></p>
<p>Essa parte é uma delícia se você, como eu, não está só querendo blogar, mas realmente construir um site do chão, observando pequenos detalhes, levantando as paredes, forrando bem o teto, para dar a base <img src='http://tecnocracia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>Escolhi montar utilizando os <a href="http://www.webstandards.org/" title="The Web Standards Project (inglês)">padrões web</a> porque acredito neles, não por ser moda ou tendência. Como ainda não sou o &#8220;fera&#8221; que pretendo ser, muitas coisas podem ser otimizadas ou poderiam ter sido feitas de outra forma, mas prometo arrumar com o tempo &#8211; assim que souber oquê.</p>
<p>Nessa parte também vale dar uma pesquisada, olhar como as coisas foram feitas em outros sites e ver se aplica-se ao seu layout.</p>
<p>Findas as tarefas básicas iniciais, agora é ficar atento e continuar estudando, atualizando-se e escrevendo, é claro. E eu espero ter muito oque escrever daqui para frente.</p>
<p>Sejam bem-vindos os primeiros visitantes, e um obrigado especial aos blogs citados aqui, pois foram inspiração, a &#8220;pedra fundamental&#8221; para a constituição desse site.</p>
<p>[tags]Site,Blog,Dica,Internet,Web[/tags]</p>
<div class="similarity"><h3>Você também pode gostar de:</h3><ul><li><a href="http://tecnocracia.com.br/9/to-feed-or-not-to-feed/">To feed or not to feed</a></li><li><a href="http://tecnocracia.com.br/144/coletanea-artigos-importantes-no-mundo-geek/">Coletânea: artigos importantes no mundo geek</a></li><li><a href="http://tecnocracia.com.br/122/livre-se-dos-boatos-trojans-virus-e-outras-pragas-virtuais/">Livre-se dos boatos, trojans, virus e outras pragas virtuais</a></li><li><a href="http://tecnocracia.com.br/135/encontro-brasileiro-de-arquitetura-da-informacao/">Encontro Brasileiro de Arquitetura da Informação</a></li><li><a href="http://tecnocracia.com.br/177/dablio-dablio-hotdog-ponto-com/">Dáblio dáblio hotdog ponto com</a></li></ul></div><!-- Tag -->]]></content:encoded>
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