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	<title>Tecnocracia : Estado Tecnológico &#187; Web-2.0</title>
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	<description>Tecnologia, Opinião e Comportamento Geek</description>
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		<title>Gengibre estréia novo site dia 27</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 13:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Gengibre, uma espécie de blog falado, onde o participante pode postar via computador ou telefone, estréia nessa segunda (27) uma nova versão do seu site. Muito mais claro, limpo e lúdico, a nova proposta foca no social, lançando funções de comunidades e dando uma renovada no seu logo e player para dar um toque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-612 alignleft" title="gengibre-logo" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2009/04/gengibre-logo.png" alt="gengibre-logo" width="278" height="176" />O <a title="Gengibre" href="http://gengibre.com.br" target="_blank"><strong>Gengibre</strong></a>, uma espécie de blog falado, onde o participante pode postar via computador ou telefone, estréia nessa segunda (27) uma nova versão do seu site. Muito mais claro, limpo e lúdico, a nova proposta foca no social, lançando funções de comunidades e dando uma renovada no seu logo e player para dar um toque de humanização.</p>
<p>Tive acesso ao novo site no endereço de testes e pude registrar algumas diferenças grandes com relação ao modelo atual, que será substituído na segunda.<span id="more-611"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Nova home do Gengibre" src="http://farm4.static.flickr.com/3566/3468503130_c00cac1842.jpg?v=0" alt="" width="500" height="376" /></p>
<p><strong>Visual muito menos pesado</strong>. Embora o layout anterior seja bonito e limpo (espaçamento bom entre elementos, grid bacana, bem dividido e posicionado), eu achava pesado, escuro, um pouco contrário à própria idéia do site (aliviar a garganta, refrescar). O padrão de cores foi mais ou menos mantido, sendo o marrom a principal cor de base &#8211; o que é raro em um produto web, conseguir ajustar essa cor com outras e deixar harmonioso.</p>
<p><strong>Estrutura de rede social</strong>. Agora o perfil está visível enquanto logado, com destaque para o avatar do usuário, busca e links sociais em destaque, links rápidos para acompanhar seus ouvintes e quem você ouve  (o conceito de seguidores do Twitter), mensagens diretas, etc.</p>
<p><strong>Foco nas pessoas.</strong> Por trás das mudanças cosméticas e estruturais, vem uma mudança conceitual. É visível o desvio do foco, dos posts, do conteúdo, para as pessoas que fazem o conteúdo. A humanização do logo e do player dá um outro impulso nesse sentido, atrair usuários menos experientes e mais jovens, estimulá-los a espetar o player em seus blogs e fotologs, ser mais friendly, enfim.</p>
<p>A mudança é grande e cheia de detalhes e talvez agora tenha mais uso, pois o formato anterior não respondia bem a pergunta &#8220;pra que serve mesmo esse lance de postar por telefone?&#8221;.</p>
<p>Parabéns ao <strong>Cazé</strong>, criador do produto e ao <strong>Sikora</strong>, a mente por trás da execução do site, pelo lançamento. Sei bem como é a tensão pré-nascimento de um filho. Sucesso!</p>
<div class="similarity"><h3>Você também pode gostar de:</h3><ul><li><a href="http://tecnocracia.com.br/619/twitter-supoe-errado-que-conhece-seus-usuarios/">Twitter supõe (errado) que conhece seus usuários</a></li></ul></div><!-- Tag -->]]></content:encoded>
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		<title>Web 2.0 Expo San Francisco 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 06:27:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<description><![CDATA[Estou em San Francisco, Califórnia para participar do evento Web 2.0 Expo, que começou hoje, pelo menos para quem vai participar dos workshops (a Área Expo só abre a partir de amanhã). O evento acontece no Moscone West, um mega espaço de eventos muito bem localizado (perto de shoppings, hotéis e da rua das compras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou em <strong>San Francisco, Califórnia</strong> para participar do evento <strong>Web 2.0 Expo</strong>, que começou hoje, pelo menos para quem vai participar dos workshops (a Área Expo só abre a partir de amanhã). O evento acontece no <strong>Moscone West</strong>, um mega espaço de eventos muito bem localizado (perto de shoppings, hotéis e da rua das compras <img src='http://tecnocracia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  ).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Moscone West" src="http://farm4.static.flickr.com/3607/3403231166_84cd8ba01f.jpg?v=0" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>O foco do evento esse ano é a crise, ou melhor, <strong>as soluções para sobreviver à crise</strong>. Economia de recursos, mais por menos, uso racional e inteligente da web &#8211; <strong>The Power of Less</strong>, o tema principal, faz jus ao nome e nos faz pensar no que podemos fazer melhor, gastando menos.</p>
<h3>Simpler. Faster. Cheaper.</h3>
<p><span id="more-605"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Web 2 Expo Hall" src="http://farm4.static.flickr.com/3540/3403230922_c28c36f020.jpg?v=0" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>Desde o início do evento, já percebemos que a organização foi coerente com o tema. O material distribuído é o <strong>estritamente necessário</strong>, é utilizado papel reciclado no máximo de coisas (na verdade eu vi isso em todo lugar que fui por aqui), não há grandiosidades ou desperdício em decoração e até mesmo o coffee-break é simplezinho. O almoço eu já acho que exageraram, fornecendo uma &#8220;marmita&#8221; com um <strong>sanduba light</strong> para os participantes. Pô, sanduba é &#8220;lanche&#8221;, não &#8220;lunch&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Corredor das salas de workshops" src="http://farm4.static.flickr.com/3642/3403229820_f4fbb0f2f3.jpg?v=0" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>Os workshops são divididos em 6 salas, <strong>cada uma com um tema diferente</strong> e bem direcionado, e duram 3 horas. Tem para todos os gostos, desde design, desenvolvimento até negócios. É difícil ficar dividido em um mesmo horário, mas pode acontecer (hoje aconteceu comigo 2 vezes <img src='http://tecnocracia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  ). Alguns nem poderiam ser chamados de workshop, pois são apresentados em <strong>formato de palestra</strong> mesmo, o que torna um pouco difícil acompanhar. Três horas de palestra tem que ter muito conteúdo e não ser chato pra poder levar. A de <strong>SEO</strong> que assisti pela manhã, foi legalzinha, já a de <strong>Sites Sociais</strong> à tarde, foi muito boa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Sala de workshop" src="http://farm4.static.flickr.com/3606/3402420911_02d9259f67.jpg?v=0" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>As salas dos workshops são bem amplas, possuem um bom isolamento acústico, o suficiente para que não ouçamos as outras salas, mas pecam em um ponto crucial: <strong>não há tomadas disponíveis nas salas</strong>. Quem quiser carregar seus notebooks ou outros gadgets, deve ficar do lado de fora e disputar à tapas um lugar vago em uma das mesas disponíveis para esse fim.</p>
<p>A rede wi-fi também está um pouco lenta e é totalmente aberta, o que gera um certo desconforto em acessar determinados sites. Fazer login sem SSL então, nem pensar.</p>
<h3>Fazendo networking internacional</h3>
<p>Ontem conheci o Matt do WordPress, numa festinha que eles organizaram para comemorar a inauguração do novo espaço da Automattic, no Pier 38 (que NÃO fica perto do Pier 39 &#8211; depois conto a roubada). Hoje já vi mais algumas figurinhas ilustres, mas ainda não tive oportunidade de bater um papo. Amanhã vai ser melhor. E, para minha surpresa e alegria, estamos encontrando vários brasileiros no evento, como o <a title="Praesto" href="http://praesto.com.br" target="_blank">Eric Santos</a> (convergência mobile) e o <a href="http://agripoint.com.br">Miguel Cavalcanti</a> (tecnologia em agronegócios). Bacana!</p>
<p>Por conta do <a title="Web2Expo Live" href="http://live.blogblogs.com.br/stream/web2expo" target="_blank"><strong>LiveStream</strong> que o time de Jedis da <strong>WebCo</strong> montou em tempo recorde</a>, recebi vários contatos, e-mails, direct messages no Twitter. O pessoal adorou as possibilidades do Live e quer ver logo a nova versão que estamos cozinhando.</p>
<p>Hoje eu e o <a title="Superficie Reflexiva" href="http://www.reflectivesurface.com" target="_blank">Ronaldo</a> estávamos muito cansados para ir no happy hour, mas amanhã é certo. Espero encontrar mais brasileiros, portugueses, americanos, indianos &#8230;</p>
<p><strong>Confira <a title="Flickr : Manoel Netto" href="http://www.flickr.com/photos/manoelnetto/sets/72157616108612962/" target="_blank">mais fotos no Flickr</a> e aproveite para conferir o <a title="Web2Expo Live" href="http://live.blogblogs.com.br/stream/web2expo" target="_blank">Live do Web 2.0 Expo</a>.</strong></p>
<div class="similarity"></div><!-- Tag -->]]></content:encoded>
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		<title>InterCon 2008 : Errando e aprendendo</title>
		<link>http://tecnocracia.com.br/404/intercon-2008-errando-e-aprendendo/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 21:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último sábado, 25 de outubro, foi realizado o InterCon 2008 em São Paulo, um dos eventos mais esperados do ano, por parte dos nerds e geeks &#8211; claro. As expectativas, porém, foram frustradas para muitos, por conta dos diversos problemas existentes nessa última versão. O InterCon é um evento de Internet. Abrange diversos aspectos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float:left; margin-right:10px;" title="Logo InterCon" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/logo_intercon.jpg" alt="InterCon 2008 Logo" width="292" height="89" />No último sábado, 25 de outubro, foi realizado o <strong>InterCon 2008</strong> em São Paulo, um dos eventos mais esperados do ano, por parte dos nerds e geeks &#8211; claro. As expectativas, porém, foram frustradas para muitos, por conta dos diversos problemas existentes nessa última versão.</p>
<p>O InterCon é um evento de Internet. Abrange diversos aspectos desse ambiente, desde cultura à negócios, passeando por startups, inovação, marketing, técnicas, etc. Ponto de encontro certo para profissionais de web, <a title="Tecnocracia : InterCon 2007" href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/intercon-2007-a-desconstrucao-de-um-modelo" target="_blank">ano passado foi plataforma de promoção do Twitter</a>, utilizado principalmente como uma camada de conversação paralela às palestras, que rolaram por 2 dias.</p>
<p>Esse ano, no entanto, mudanças ocorreram. Além de ser realizado em apenas 1 dia, o InterCon 2008 teve palestras e oficinas simultâneas (4 ao mesmo tempo), incluindo aquelas realizadas no mesmo palco (!). Com o microfone fechado e sendo transmitido em canais de rádio, os participantes poderiam escolher qual o canal gostariam de ouvir, dividindo o público não necessariamente de forma igual.<span id="more-404"></span></p>
<h3>Inovação = Correr Riscos</h3>
<p><a title="Internet Fail by Manoel Netto" href="http://flickr.com/photos/manoelnetto/2975482118/" target="_blank"><img style="float:right; margin-left:10px;" title="Internet Fail" src="http://farm4.static.flickr.com/3191/2975482118_b51de6b80f_m.jpg" alt="Internet Fail" width="240" height="159" /></a>Seria maravilhoso, se funcionasse. Infelizmente toda inovação corre o risco do pane no momento de por em prática a idéia e dessa vez não foi diferente. As palestras da manhã foram prejudicadas porque o esquema montado não funcionou por mais de 8 minutos sem problemas. Rádios evangélicas vazando, comunicadores da equipe da organização vazando, canais se misturando e muito, mas muito chiado. Isso acabou desorganizando todo o planejamento e houve mudanças grandes na programação. À tarde a coisa melhorou, quase chegando a não ter problemas.</p>
<p>O mesmo não se pode dizer da Internet, que ficou fora do ar todo o tempo (FAIL, Dialhost). Como era um local infestado de viciados em tecnologia, muita gente estava de posse dos seus modens 3G ou similares, alguns sendo compartilhados com meia dúzia de amigos (como nós da WebCo), fazendo com que a ausência de conexão não parecesse ter um impacto tão grande quanto realmente teve. Até os telões que foram instalados para transmitir o <a title="LiveStream InterCon 2008" href="http://blogblogs.com.br/livestream/name/intercon" target="_blank">LiveStream do BlogBlogs</a> ficaram sem uso. Mesmo assim, <strong>mais de 2.000 ítens</strong> foram indexados só no dia do evento.</p>
<p><strong>Lição aprendida</strong>: testar, testar e testar. E mesmo com todos os testes 100%, ter um plano B na manga.</p>
<h3>Simultâneo != Simétrico</h3>
<p><a title="Light Saber by Silvio Tanaka" href="http://flickr.com/photos/webco/2971727569/" target="_blank"><img style="float:right; margin-left:10px;" title="Light Saber" src="http://farm4.static.flickr.com/3296/2971727569_ac062eb166_m.jpg" alt="Light Saber" width="240" height="160" /></a>Pode ser que por causa das alterações na programação, pode ser que por conta de falha na hora de organizar as palestras simultâneas, ficou clara a diferença entre públicos. Em um delas, o <a title="Lemos.net" href="http://lemos.net" target="_blank">Manoel Lemos</a> e o <a title="Aprendendo Empreendendo" href="http://www.aprendendoempreendendo.com/" target="_blank">Daniel Heise</a> falaram sobre empreendedorismo, dividindo o palco com Alexandre Freire da Oracle, que foi pra falar de comportamento de usuários, falhas de segurança, coisas assim, mas acabou fazendo um mega-master jabá da Oracle. De um lado, um pessoal descolado e bem humorado (o Lemos levou um <strong>Light Saber Jedi</strong> pro palco), do outro uma palestra semi-corporativa boooring. Resultado: ao final da apresentação do Alexandre Freire, nenhum aplauso, pois ninguém estava sequer <span style="text-decoration: underline;">ouvindo</span> (sintonizado no canal de rádio dele). Os aplausos vieram, depois que o <a title="Camiseteria : Faça a sua moda" href="http://camiseteria.com/?ref=manoelnetto" target="_blank">Fábio Seixas</a> pegou o microfone aberto e agradeceu pela palestra.</p>
<p>O <a title="Luli Radfahrer" href="http://www.luli.com.br/" target="_blank">Luli</a> (e provavelmente toda a organização) estava maravilhado com o esquema de som funcionando e os olhares das pessoas divididos entre as metades do palco, mas acho que ele não pensou que um FAIL desses pudesse rolar.</p>
<p><strong>Lição aprendida</strong>: talvez esse não seja o melhor modelo para um evento como o InterCon. Ou talvez os palestrantes precisem ter perfis mais semelhantes (mesmo que os assuntos não sejam).</p>
<h3>Não deu pra quem quis</h3>
<p><a title="InterCon Lotado by Manoel Netto" href="http://flickr.com/photos/manoelnetto/2975485286/" target="_blank"><img style="float:right; margin-left:10px;" title="InterCon Lotado" src="http://farm4.static.flickr.com/3275/2975485286_c5a9e86d12_m.jpg" alt="" width="240" height="159" /></a>Muita gente achou que o anúncio de que não havia mais vagas, quando as inscrições foram encerradas, era para gerar mais buzz em torno do evento. Não era. Realmente não havia mais vagas e uns poucos que conseguiram vagas extra, foram a conta para lotar o local. Não estava necessariamente irrespirável, mas todas as palestras estavam lotadas ao ponto de, com gente do lado de fora, muitas pessoas sentaram no chão.</p>
<p>O horário do almoço também foi um pouco complicado. Além do tempo apertado, a praça de alimentação do shopping sofreu para absorver o público do evento e a cozinha do New York Burger (um bistrô pra lá de bacana no terceiro piso) <strong>@naoescala</strong>.</p>
<p><strong>Lição aprendida</strong>: o InterCon cresceu e apareceu. Precisa de um local novo, o Frei Caneca não suporta tanta gente quanto gostaríamos, por mais que calor humano seja bom <img src='http://tecnocracia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> .</p>
<h3>Conclusões</h3>
<p>É errando que se aprende e o evento desse ano teve bastante material pra aprendizado. Agora é continuar arriscando e criando coisas legais e criativas. Valeu o InterCon, valeu o sábado, valeu ver tantos amigos e encontrar alguns parceiros. Parabéns ao pessoal do <a title="iMasters" href="http://imasters.com.br" target="_blank">iMasters</a>, ao Luli, ao <a title="VideoLog.tv" href="http://videolog.tv" target="_blank">Mack</a> e todo mundo que tornou possível o evento acontecer.</p>
<p>Ano que vem tem mais! <img src='http://tecnocracia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div class="similarity"></div><!-- Tag -->]]></content:encoded>
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		<title>Flickr lança serviço de vídeos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 02:48:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mais amado e idolatrado salve-salve serviço de publicação de fotos online, o Flickr do Yahoo!, confirmou hoje os rumores de que lançaria um serviço de vídeos. Não só confirmou como lançou . O Flickr Vídeos não é algo separado, como muitos imaginavam. Dentro do conceito do serviço, os vídeos estão presentes como uma &#8220;foto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mais amado e idolatrado salve-salve serviço de publicação de fotos online, o <strong>Flickr</strong> do <strong>Yahoo!</strong>, confirmou hoje os rumores de que lançaria um serviço de vídeos. Não só confirmou como lançou <img src='http://tecnocracia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> . O <strong>Flickr Vídeos</strong> não é algo separado, como muitos imaginavam. Dentro do conceito do serviço, os vídeos estão presentes como uma &#8220;foto longa&#8221; ou mais ainda uma &#8220;<a href="http://tecnocracia.com.br/shopping/camera+sony" title="Tecnolojinha - C&Atilde;&cent;mera Digital" target="_blank">foto em movimento</a>&#8220;.</p>
<p>Essa foi a justificativa utilizada no <a href="http://blog.flickr.net/en/2008/04/09/video-on-flickr-2/" title="Blog do Flickr : Lançamento do Flickr Video [en]" target="_blank">post de lançamento no blog</a> para a limitação de tamanho (<strong>90 segundos</strong> com 150 MB máximo). Não é para ser portanto, um portal de vídeos concorrente do YouTube, apenas agrega uma funcionalidade ao já consagrado serviço de publicação de fotos.<span id="more-321"></span></p>
<p>Talvez até por esse motivo (ou por estarem lançando o serviço às pressas, frente à pressão da Microsoft para comprar o Yahoo!) muita coisa continua como antes. As URLs continuam especificando qualquer mídia como &#8220;Photo&#8221; e o próprio serviço ainda é &#8220;PhotoStream&#8221; no título de qualquer usuário. De minha parte, gostei da mistura, mas um filtro é bem vindo.</p>
<h3>Testando o serviço de vídeos do Flickr</h3>
<p>Fiz um pequeno teste agora, enviando um vídeo em minha conta &#8211; sorry, guys, apenas contas Pro possuem a funcionalidade por enquanto. Os resultados vocês conferem abaixo.</p>
<p align="center"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3174/2400120178_ee58747380.jpg?v=0" alt="Flickr video - upload" border="0" height="311" vspace="5" width="500" /><br />
1. Processo de upload do vídeo através do site. Bem rápido.</p>
<p align="center"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3177/2399286137_c935a7fd8b.jpg?v=0" alt="Flickr video - lista" border="0" height="419" vspace="5" width="500" /><br />
2. Listagem das fotos, exibindo o vídeo no meio. Diferencia apenas pelo símbolo de play e a palavra vídeo pequena no canto.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3273/2399286027_70429c5859.jpg?v=0" alt="Flickr video - exibindo" border="0" height="478" vspace="5" width="500" /><br />
3. Exibindo o vídeo no player em flash ao clicar na foto da lista. Leve e rápido. O processamento do vídeo, enviado em MPG também foi rapidinho.</p>
<h3>Inserindo vídeos do Flickr em sua página web</h3>
<p>Note na imagem acima, abaixo do título uns botões de opção. Um deles é &#8220;embed&#8221;, que permite inserir o player do Flickr em qualquer página web. O <a href="http://flickr.com/photos/manoelnetto/2399224635/" title="Flickr Video - Pequena bailarina" target="_blank">vídeo publicado lá</a>, está aqui embaixo.</p>
<p><object type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" data="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=1.167" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"><param name="flashvars" value="intl_lang=en-us&amp;photo_secret=97e6c01a67&amp;photo_id=2399224635"></param><param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=1.167"></param><param name="bgcolor" value="#000000"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=1.167" bgcolor="#000000" allowfullscreen="true" flashvars="intl_lang=en-us&amp;photo_secret=97e6c01a67&amp;photo_id=2399224635" height="300" width="400"></embed></object></p>
<div class="similarity"><h3>Você também pode gostar de:</h3><ul><li><a href="http://tecnocracia.com.br/287/usuarios-do-yahoo-nao-aprovam-venda-para-a-microsoft/">Usuários do Yahoo! não aprovam venda para a Microsoft</a></li></ul></div><!-- Tag -->]]></content:encoded>
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		<title>Blogueiros em piquenique no parque</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 21:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Midia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Edelman]]></category>
		<category><![CDATA[Encontros]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das coisas mais improváveis de se ver numa sexta-feira à tarde, aconteceu no último dia 19. Alguns blogueiros sentados no chão, sob a marquise do Parque Ibirapuera em São Paulo, fazendo um piquenique. E falando (ou tentando falar) em inglês. Visão estranha, não? Durante a tarde de sexta, iniciamos, à convite da Thiane da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/7212275@N05/1681205287/" title="Compartilhamento de fotos"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2377/1681205287_9805ee44aa_m.jpg" title="Bloggers @ Bus" alt="Bloggers @ Bus" align="right" border="0" height="180" hspace="5" width="240" /></a>Uma das coisas mais improváveis de se ver numa sexta-feira à tarde, aconteceu no último dia 19. Alguns blogueiros sentados no chão, sob a marquise do Parque Ibirapuera em São Paulo, fazendo um piquenique. E falando (ou tentando falar) em inglês. Visão estranha, não?</p>
<p>Durante a tarde de sexta, iniciamos, à convite da <a href="http://vertente01.blogspot.com" title="Vertente" target="_blank">Thiane</a> da <a href="http://edelman.com.br" title="Edelman Brasil" target="_blank">Edelman</a>, um citytour de ônibus por São Paulo, para ao mesmo tempo apresentar a cidade e conversar com o convidado-anfitrião <a href="http://philgomes.com" title="Phil Gomes : Blogservations" target="_blank">Phil Gomes</a>, VP do <strong>me2revolution</strong> &#8211; um grupo da Edelman estadunidense responsável por estudos, laboratórios e difusão dos conceitos de interação da Internet, social media, Consumer Generated Content, essas coisas. Além de muito agradável, foi uma tarde muito proveitosa. Entre os blogueiros brasileiros, eu, <a href="http://ladybugbrazil.com/" title="LadyBug Brazil" target="_blank">Lúcia Freitas</a>, <a href="http://techbits.com.br" title="TechBits" target="_blank">Alexandre Fugita</a>, <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki" title="Pensar enlouquece. Pense nisso" target="_blank">Alexandre Inagaki</a>, <a href="http://interney.net/blogs/edney" title="Bar do Edney" target="_blank">Edney Souza</a> e <a href="http://www.zumo.com.br/" title="Zumo" target="_blank">Henrique Martin</a>.<span id="more-245"></span></p>
<p>Poder conversar ao vivo de uma forma descontraída com um blogueiro experiente de outro país já é bastante interessante. Quando esse blogueiro é também um profissional, consultor e estudioso de blogs em uma grande agência de RP, o crescimento é ainda maior.</p>
<p>O mercado brasileiro não é muito diferente do norte-americano em se tratando de blogs. Os mesmos receios da mídia tradicional, as mesmas ressalvas dos clientes, os mesmos equívocos das empresas e em parte as mesmas confusões e associações errôneas das pessoas. Aqui reclamamos que blogs são vistos como coisa de adolescente, lá as mulheres reclamam por seus blogs serem vistos sempre como &#8220;blogs de mãe&#8221;. A diferença é que o que nós estamos vivenciando agora, eles já passaram há alguns anos. Continuam enfrentando algumas dificuldades, mas diferentes, mais à frente &#8211; coisas que certamente passaremos também.</p>
<p>Uma das coisas marcantes do papo foi o questionamento do Phil sobre o papel do PR (Relações Públicas). Eu ainda não havia refletido sobre o fato de os RPs não tratarem ou pensarem no &#8220;público&#8221; e sim na &#8220;mídia&#8221;. Falam com a mídia, esperando atingir o público, quando deveriam criar estratégias de comunicação que fosse direta e mais que isso, interagir com esse público. Com o advento das mídias sociais, o que se espera surgir é um &#8220;RP 2.0&#8243;, que se apóie nas ferramentas disponíveis para pular essa etapa da mídia e ir direto ao público, criando uma ponte entre o consumidor e as empresas.</p>
<p>Phil citou um case interessante da Nissan. Pesquisando na Internet eles encontraram alguns fóruns e comunidades online onde as pessoas estavam lamentando não poder ir ao lançamento do Infinity G35, que seria realizado no Salão do Automóvel de Nova York em 2006. Com uma câmera digital manejada por um engenheiro, a Nissan produziu um pequeno filme exibindo o carro em detalhes e enviou para essas comunidades minutos antes do lançamento em Nova York. O resultado foi um sucesso. Os usuários dos fóruns se sentiram ouvidos, atendidos e importantes para a empresa, certamente influenciando na decisão de compra de muitos deles. A comunidade existe até hoje.</p>
<p>Acabamos conversando sobre diversas coisas, não somente blogs ou ações sociais, o que tornou a conversa muito mais descontraída e agradável. O Phil é aquele tipo de pessoa segura, com bom humor, de conversa fácil (mesmo com algumas falhas de comunicação, pois apesar de sua noiva brasileira, ele não entende quase nada de português) e curioso. Fez-nos muitas perguntas e nós a ele, trocamos muita informação e nos divertimos muito. Principalmente no piquenique que rolou depois do passeio no Parque Ibirapuera.</p>
<p>Parabéns para a Edelman, principalmente a Thiane, Cecília e Thiago pela organização e pela bela idéia desse encontro colaborativo. Confira as fotos no <a href="http://www.flickr.com/photos/7212275@N05/tags/philgomes/" title="Flickr: Bloggers meet Phil Gomes - SP" target="_blank">meu Flickr</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/8063113@N08/sets/72157602606729260/" title="Flickr: Bloggers meet Phil Gomes - SP" target="_blank">da Edelman</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/philgomes/1656224730/" title="Flickr: Bloggers meet Phil Gomes - SP" target="_blank">do Phil</a> e <a href="http://www.flickr.com/photos/lufreitas/1661001265/" title="Flickr: Bloggers meet Phil Gomes - SP" target="_blank">da Lúcia</a>.</p>
<h3>Leia também as impressões de outros presentes:</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.edelman.com.br/blog.asp?pag=cont_blog2.asp&amp;cod_blog=143" title="Edelman : Phil Gomes faz piquenique com blogueiros em São Paulo" target="_blank">Phil Gomes faz piquenique com blogueiros em São Paulo</a></li>
<li><a href="http://www.philgomes.com/blog/2007/10/tale-of-two-countries.htm" title="Phil's Blogservations : A Tale of Two Countries" target="_blank">A Tale Of Two Countries</a> [en]</li>
<li><a href="http://www.techbits.com.br/2007/10/20/onde-esta-a-maca-verde-o-phil-gomes-sabe/" target="_blank" rel="bookmark" title="TechBits : Onde está a maçã verde? O Phil Gomes sabe!"> 				Onde está a maçã verde? O Phil Gomes sabe!</a></li>
<li><a href="http://www.ladybugbrazil.com/2007/10/20/evangelizacao-versus-corpo-a-corpo/" title="LadyBug Brazil : Evangelização versus corpo-a-corpo" target="_blank">Evangelização versus corpo-a-corpo</a></li>
</ul>
<p>[tags]Edelman, Blogs, Encontros, Web 2.0[/tags]</p>
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		<title>Maçãs verdes fritas</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2007 20:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje aconteceu em São Paulo o Simpósio Executivo RMA &#8211; Comunicação e Visibilidade. Um evento voltado basicamente aos clientes da empresa, prospectos e alguns jornalistas e blogueiros foram convidados. Foi bacana acompanhar um pessoal que cresceu na chamada mídia tradicional falar de comunicação em tempos de web 2.0, social media, consumer generated content, etc. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/7212275@N05/1616246886/" title="Maçãs verdes e brancas" target="_blank"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2257/1616246886_23372c1c70_m.jpg" title="Maçãs verdes e brancas" alt="Maçãs verdes e brancas" align="right" border="0" height="180" hspace="5" width="240" /></a>Hoje aconteceu em São Paulo o <a href="http://macasverdes.wordpress.com" title="Maçãs Verdes" target="_blank">Simpósio Executivo RMA &#8211; Comunicação e Visibilidade</a>. Um evento voltado basicamente aos clientes da empresa, prospectos e alguns jornalistas e blogueiros foram convidados.</p>
<p>Foi bacana acompanhar um pessoal que cresceu na chamada mídia tradicional falar de comunicação em tempos de web 2.0, social media, consumer generated content, etc. Mas ainda falta muita estrada &#8211; compreensível &#8211; para que essa transição se dê de forma natural e espontânea. Existem vícios da &#8220;Era 1.0&#8243; correndo no sangue. Vícios que encontramos na maioria dos clientes.<span id="more-244"></span></p>
<p>Logo no início da apresentação deu para perceber em que seria pautada. De acordo com a definição do pessoal, a diferença da comunicação praticada nas últimas décadas era:</p>
<ul>
<li>Anos 80: Eu comunico</li>
<li>Anos 90: Eu informo</li>
<li>Anos 2000: Trocamos informações que nos interessam</li>
</ul>
<p>O erro está na terceira sentença. O mercado ainda não está preparado para o &#8220;nós compartilhamos&#8221;? Não é uma moeda de troca, nós damos informações, damos a nossa opinião, cedemos o direito de uso, espalhamos, divulgamos &#8230; repito: COMPARTILHAMOS. Não existe isso de troca. Não há &#8220;rate&#8221; como nos sistemas de FTP dos anos 90, onde você só poderia baixar arquivos se, obrigatoriamente, também disponibilizasse arquivos para a comunidade. Esse &#8220;compartilhamento compulsório&#8221; já não faz o nosso estilo.</p>
<p>Muito se falou sobre ambiente colaborativos internos, como wikis e blogs em intranets. Não desfazendo da iniciativa em começar a experimentar novos canais de comunicação e com a licença de meus leitores, quero esclarecer: isso não é social media. Um ambiente fechado é uma intranet, uma wiki fechada é um sistema de knowledge management &#8211; coisa que existe há anos, um blog interno e cheio de &#8220;controle&#8221; &#8211; palavra usada pelos palestrantes &#8211; não funciona.</p>
<p>Um blog ou wiki é tão somente uma ferramenta, como um serrote ou um martelo. Empunhar um pincel não fez de ninguém pintor. Usar um blog ou wiki não faz uma empresa sair da &#8220;Era 1.0&#8243; para a &#8220;Era 2.0&#8243; &#8211; para usar, mais uma vez, termos da palestra. De que adianta um blog fechado onde os funcionários são &#8220;controlados&#8221; e não podem discordar do que for postado? E um wiki, que os verbetes não podem citar fatos ou problemas da empresa/produto? Se é pra ser social, coloca a cara no mundo, chama os clientes para opinarem, coloquem os produtos para avaliação. Interaja, ou morra tentando.</p>
<p>Enquanto as empresas continuam temendo os blogs e redes sociais, enquanto existirem jornalistas com medo de perder espaço no mercado de trabalho para blogueiros &#8211; uma das perguntas levantadas durante o evento por um jornalista &#8211; as pessoas vão aprendendo a se expressar, formando comunidades, criando blogs, <a href="http://www.flickr.com/photos/7212275@N05/1621422804/" title="Interney na Exame" target="_blank">transformando-os em um negócio</a> (ou não), <a href="http://www.techbits.com.br/2007/10/14/o-poder-do-consumidor-20/" title="TechBits : O poder do consumidor 2.0" target="_blank">aparecendo na mídia</a> e sentindo um pouco a experiência &#8220;do outro lado&#8221; e cada vez mais sabendo que <a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/a-internet-da-poder-para-o-usuario-comum" title="Tecnocracia : A Internet dá poder para o usuário comum">esse poder está crescendo e não é reversível</a>. Adaptem-se, evoluam ou <a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/digital-age-20-os-dinassauros-que-me-perdoem-mas" title="Tecnocracia : Digital Age 2.0 - Os dinossauros que me perdoem, mas...">morram no próximo asteróide</a>.</p>
<p>[tags]Comunicação, Evento, RMA, Internet, Web 2.0[/tags]</p>
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		<title>Via6 fomentando redes sociais com conteúdo (Review Patrocinado)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 11:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[A Via6 começou como rede social, acabou se tornando mais conhecida por conta da Rec6 &#8211; sua ferramenta de bookmarking colaborativo e há algumas semanas deu uma reviravolta se transformando em rede de conteúdo. Agora lança mais duas ferramentas para estimular seu uso como rede, tanto social quanto de conteúdo. Assinaturas de Conteúdo e Minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.via6.com/img/logoPequeno.jpg" title="via6 logo" alt="via6 logo" align="right" height="123" width="252" />A <a href="http://via6.com" title="Via6" target="_blank" rel="nofollow">Via6</a> começou como rede social, acabou se tornando mais conhecida por conta da <a href="http://rec6.via6.com/" title="Rec6" target="_blank" rel="nofollow">Rec6</a> &#8211; sua ferramenta de bookmarking colaborativo e há algumas semanas deu uma reviravolta se transformando em rede de conteúdo. Agora lança mais duas ferramentas para estimular seu uso como rede, tanto social quanto de conteúdo.</p>
<p><strong>Assinaturas de Conteúdo e Minha Rede</strong></p>
<p>A estratégia é o uso de assinaturas, onde o usuário pode acompanhar o conteúdo compartilhado por outras pessoas, mesmo que elas não estejam em sua lista de contatos. O acompanhamento fica por conta de outro ítem novo, chamado &#8220;minha rede&#8221;. Através dela você terá listadas todas as atividades de suas assinaturas, inserção de conteúdo, votação, adição de favoritos, entre outros. Além da movimentação em sua rede de assinaturas, você saberá também o que seus contatos andam compartilhando de conteúdo e o quanto sua rede de contatos cresceu.<span id="more-222"></span></p>
<p>Está clara a intenção de promover a integração na rede, criando uma comunidade em torno do Via6, através da utilização de compartilhamento de conteúdo. Uma boa sacada, diga-se de passagem, já que construímos naturalmente diversas redes sociais baseadas em tópicos de interesse, sejam eles esporte, religião, preferências por filmes, etc. Agregar esse fator na rede foi bastante inteligente.  Pode-se saber, por exemplo, que seu contato votou em determinada notícia compartilhada positivamente, agregando uma meta-informação à sua rede: a opinião sobre os assuntos tratados.</p>
<p><strong>Integração</strong></p>
<p><img src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2007/08/minirede-via6.png" title="minirede via6" alt="minirede via6" align="right" border="0" height="173" width="158" />Talvez ainda falte uma forma mais clara de integração com o Rec6 no perfil da Via6. O único acesso que encontrei foi o botão no rodapé, mesmo assim a sessão (login) foi mantida ao trocar para o serviço. O que me levou a observar um resumo do que é o &#8220;minha rede&#8221;. Uma caixinha chamada &#8220;Mini rede Via6&#8243; resume as últimas ações de sua rede de contatos, sem a necessidade de acessar o seu perfil, caso esteja navegando no conteúdo e logado na rede.</p>
<p>Ainda na seção de conteúdo colaborativo &#8211; Rec6 &#8211; a possibilidade de assinar um perfil está facilmente disposta em cada notícia listada, logo abaixo da imagem do autor. Assinar o perfil está à distância de apenas um clique &#8211; mais um ponto em usabilidade.</p>
<p>Com mais essas atualizações, a Via6 dá mais um passo em direção à formação de redes sociais de conteúdo, um mash-up pra lá de bem vindo. E que venham mais novidades.</p>
<p>&#8211;<br />
<small>Esse texto é uma resenha patrocinada. O conteúdo do mesmo reflete as minhas opiniões ao avaliar o que foi pedido, <u>sem interferências do solicitante</u>. Caso deseje ter o seu produto ou serviço avaliado por mim, <a href="http://tecnocracia.com.br/contato" title="Tecnocracia : Contato">entre em contato</a>.</small></p>
<p>[tags]Via6, Rec6, Web 2.0, Redes Sociais, Review[/tags]</p>
<div class="similarity"><h3>Você também pode gostar de:</h3><ul><li><a href="http://tecnocracia.com.br/42/seguranca-livros-recomendados/">Segurança nunca é demais. Livros recomendados</a></li><li><a href="http://tecnocracia.com.br/182/o-fim-da-primeira-maratona-24-horas-depois/">O fim da primeira maratona - 24 horas depois</a></li><li><a href="http://tecnocracia.com.br/226/lapfinder-rastreamento-de-laptops/">LapFinder - Rastreamento de Laptops (Review Patrocinado)</a></li><li><a href="http://tecnocracia.com.br/255/repositorio-de-informacoes-sobre-notebooks/">Repositório de informações sobre notebooks (Review Patrocinado)</a></li><li><a href="http://tecnocracia.com.br/527/lg-renoir-um-celular-de-luxo/">LG Renoir, um celular de luxo</a></li></ul></div><!-- Tag -->]]></content:encoded>
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		<title>A Internet dá poder para o usuário comum</title>
		<link>http://tecnocracia.com.br/215/a-internet-da-poder-para-o-usuario-comum/</link>
		<comments>http://tecnocracia.com.br/215/a-internet-da-poder-para-o-usuario-comum/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2007 13:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[DigitalAge2007]]></category>
		<category><![CDATA[e-Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Web-2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Não quis utilizar a palavra &#8220;povo&#8221; no título desse artigo porque sabemos todos que, apesar dos vários milhões de conectados &#8211; durante o Digital Age alguns palestrantes falaram em 18 milhões, outros em 25 milhões &#8211; ainda não podemos considerar como uma mídia de massa, como consideramos a TV (embora tenhamos mais celulares que TVs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2007/08/ppp.gif" title="Power to the People" alt="Power to the People" align="right" border="0" height="200" hspace="5" width="140" />Não quis utilizar a palavra &#8220;povo&#8221; no título desse artigo porque sabemos todos que, apesar dos vários milhões de conectados &#8211; durante o <a href="http://tecnocracia.com.br/tag/digitalage2007" title="Tecnocracia - Cobertura do Digital Age 2007">Digital Age</a> alguns palestrantes falaram em 18 milhões, outros em 25 milhões &#8211; ainda não podemos considerar como uma mídia de massa, como consideramos a TV (embora tenhamos mais celulares que TVs no Brasil). Não querendo confundir muito, o fato é que a <strong>Internet dá poder para a pessoa comum</strong>.</p>
<p>Isso que chamamos de Web 2.0 nada mais é que uma tendência no uso da Internet, de técnicas e tecnologias que já estavam disponíveis há anos e muitas delas já eram utilizadas antes de serem chamadas dessa forma. E essa tendência é o reconhecimento do outro lado de nossa tela. <strong>Pensamos fora do quadrado</strong>, apesar de o utilizarmos cada vez mais. Sabemos que <strong>a Internet não é um ambiente dissociado da realidade</strong>, como alguns ainda a tratam, e que além de nós de rede somos efetivamente pessoas, iguais a qualquer outra.<span id="more-215"></span></p>
<p>Ao vislumbrarmos isso, após a <strong>euforia da novidade</strong>, quando <strong>o computador se torna mais um eletrodoméstico</strong> em casa, começamos a utilizar a Internet de forma muito mais social e interativa do que jamais havia sido usada. E isso nos dá poder, como seres sociais, como consumidores e como <strong>geradores de opinião</strong>.</p>
<p>Que outro eletrodoméstico nos permite acesso simultâneo e sem fronteiras a outros milhões de consumidores de forma tão fácil quanto o computador? Antes dele, se você tinha um problema com um produto comprado &#8211; ou qualquer serviço, ou <a href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2007/08/campanha-do-estadao-contra-os-blogs.html" title="Brainstorm#9 : Estadão faz campanha contra os blogs">ataques aos seus direitos</a>, oque seja &#8211; qual era a chance de <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2007/08/10/estadao_contra_os_blogs" title="Pensar enlouquece. Pense nisso : Estadão contra os blogs">outras pessoas</a> saberem do seu problema, ou mesmo <a href="http://direitoetrabalho.com/2007/08/hei-estadao-o-macaco-esta-certo/" title="Direito e Trabalho : Hei Estadão! O macaco está certo">se envolverem nele</a>, ou <a href="http://blog.becher.com.br/blogosfera/polemica-do-estadao-entrevista-com-filipe-serrano/" title="Blog do Becher : Polêmica do Estadão. Entrevista com Filipe Serrano">ouvir o outro lado</a>? No máximo, se fosse algo muito, mas muito, revoltante você seria entrevistado por alguma TV e teria seu caso divulgado. Mas isso em casos extremos e até catastróficos. <strong>O computador ligado à Internet torna qualquer pessoa comum em potencial gerador de informação</strong>, de conteúdo, de ruído, reclamações, críticas que serão vistas e complementadas por outras pessoas em escala imprevisível.</p>
<p><strong>Os blogs e a influência no consumo</strong></p>
<p>Durante o evento da semana passada falou-se praticamente disso o tempo todo. Apesar de por um lado parecer uma repetição chata de um mesmo tema, ao avaliar direito vemos que as visões apresentadas foram de diferentes áreas, embora todas com a mesma conclusão. <strong>Todos os palestrantes falaram em blogs</strong>, que confirma-o como legítimo representante desse momento, e no seu poder de influência.</p>
<p>As pessoas comuns preferem acreditar numa resenha de um blog sobre determinado produto que de um grande site, isso não é novidade para nós, mas foi para muito empresário e executivo presente no evento. O poder da <a href="http://www.techbits.com.br/2006/08/21/a-cauda-longa/" title="TechBits : A Cauda Longa">Cauda Longa</a> foi citado algumas vezes e todos perceberam &#8211; <a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/digital-age-20-os-dinassauros-que-me-perdoem-mas" title="Tecnocracia : Digital Age 2.0 - Os dinossauros que me perdoem, mas...">embora alguns relutem em aceitar</a> &#8211; que <a href="http://www.enos.globolog.com.br/archive_2007_06_26_2.html#303832" title="É Nóis : Menos é mais">menos é mais</a>, que <strong>mais valem 1000 blogs gerando 5 que 10 veículos gerando 50</strong>.</p>
<p><strong>Sua empresa precisa ouvir o consumidor</strong></p>
<p>Em uma das palestras, na sessão de perguntas, uma pessoa questionou se &#8220;dar ouvidos e estimular esse tipo de manifestação não acabaria gerando um <u>consumidor tirano</u>&#8220;. Ora, mas a tirania do consumidor não é plenamente aceitável, tendo em vista que ele é o patrão das empresas? <strong>Se você não adapta o seu produto, o consumidor não compra</strong>! Isso é muito simples, não adianta relutar. Se antes o consumidor apenas deixava de comprar e conversava sobre sua insatisfação com 20 amigos, agora ele fala para 20 milhões ao mesmo tempo e fica registrado para outros pesquisarem <em>ad infinitum</em>.</p>
<p>Mas se hoje é mais fácil para o consumidor reclamar, é igualmente fácil para a empresa <a href="http://www.elife.com.br/brand_cloud.jspa" title="e.life : Brand Cloud">monitorar essas reclamações</a> e procurar sanar seus problemas e se comunicar com seus consumidores. A Internet possibilita uma gama de opções imensa que pode deixar a empresa muito mais próxima de seu cliente, e ele espera isso! <a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/digital-age-20-darwinismo-digital" title="Tecnocracia : Digital Age 2.0 - Darwinismo Digital">Seu sucesso depende disso</a>.</p>
<p>As 3 principais atitudes de uma empresa, que são danosas a sua marca são:</p>
<ol>
<li>não saber o que o seu consumidor pensa de sua marca;</li>
<li>saber e não dar a mínima;</li>
<li>não saber ouvir reclamações, só elogios.</li>
</ol>
<p>[tags]Internet, Web 2.0, DigitalAge2007, Blogs, e-Consumidor[/tags]</p>
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		<title>Digital Age 2.0 &#8211; Os dinossauros que me perdoem, mas&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 02:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[DigitalAge2007]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
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		<category><![CDATA[Web-2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[A evolução é fundamental e inevitável. Não adianta espernear e tentar defender o seu peixe de forma tão acirrada e radical. Estamos evoluindo &#8211; que bom! &#8211; e não tem para onde correr, ou nos adaptamos ou morremos como os dinossauros. Publicidade 2.0 &#8211; O fim do comercial de 30 segundos A última palestra desse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2007/08/suzana_luis.jpg" title="Suzana Apelbaum vs Luis Grottera" alt="Suzana Apelbaum vs Luis Grottera" align="right" border="0" height="120" hspace="5" width="250" />A evolução é fundamental e inevitável</strong>. Não adianta espernear e tentar defender o seu peixe de forma tão acirrada e radical. Estamos evoluindo &#8211; que bom! &#8211; e não tem para onde correr, ou nos adaptamos ou morremos como os dinossauros.</p>
<p><strong>Publicidade 2.0 &#8211; O fim do comercial de 30 segundos</strong></p>
<p>A última palestra desse primeiro dia foi mais interessante pelo final. A <strong>Suzanna Apelbaum</strong> &#8211; ex-Africa, ex-Click e sócia da Hello! &#8211; apresentou casos interessantes de sucesso na publicidade online que foram bastante questionadas pelo palestrante seguinte, <strong>Luis Grottera</strong> &#8211; CEO da TBWA\BR. O debate se estendeu após a exposição de ambos como uma espécie de mesa redonda.</p>
<p>Apesar de reconhecer que o Grottera estava defendendo o seu trabalho e até concordar com algumas (poucas) coisas que ele disse, é inevitável a contestação absoluta de seu principal argumento: a Internet não é isso tudo que estão dizendo! Chegou a fazer comparações absurdas como &#8220;estão dizendo que a Web 2.0 pode curar a catarata da minha avó&#8221;.<span id="more-212"></span></p>
<p><a href="http://www.techbits.com.br/2007/01/19/web-20-nao-e-uma-besteira-sem-tamanho/" title="TechBits : Web 2.0 não é uma besteira sem tamanho">Hypes à parte</a>, a Internet está revolucionando a forma de fazer propaganda. Aliás, a Internet está finalmente sendo feita <strong>por</strong> pessoas, <strong>sobre</strong> pessoas e <strong>para</strong> pessoas e com isso está revolucionando a forma com que as pessoas fazem e absorvem propaganda, TV, conteúdo, notícias, entretenimento, etc. O consumidor não quer mais assistir comerciais na TV &#8211; o próprio <strong>Martin Lindstrom</strong> em <a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/digital-age-20-primeira-sessao-de-palestras" title="Tecnocracia : Digital Age 2.0 - primeira sessão de palestras">sua palestra</a> afirmou que a criança de hoje é capaz de acompanhar <strong>5.4 canais de TV simultaneamente</strong>, contra 1.7 canais de um adulto médio. Nós mudamos de canal durante as propagandas; Nós compramos canais por assinatura para fugir da propaganda da TV aberta; Nós assistimos ao Joost, baixamos episódios pela Internet, vemos vídeos no YouTube. <strong>Nós selecionamos a propaganda que queremos ver</strong>.</p>
<p><strong>Comercial de 30 segundos não é contextual</strong></p>
<p>Quando se compra um espaço de veiculação na TV, <strong>compra-se a audiência</strong>. Se o valor disponível for alto, a escolha natural é horário nobre. O mais contextual que a TV pode ser é trabalhar com Product Placement. Vemos muito isso em novelas da Globo, porém, por mais que se disfarce, todos percebem a evidente propaganda e muitas vezes apenas ignoram o reclame ou criticam o &#8220;jabá&#8221;.</p>
<p>A Internet permite uma atuação direta com seu público-alvo, exibição baseada em posição geográfica, anúncios relacionados com o conteúdo exibido &#8211; ou tudo isso ao mesmo tempo. Mais que isso, a Internet permite a interação do público com o anúncio e a redistribuição do mesmo de forma espontânea &#8211; o que chamamos de <a href="http://marketingdeguerrilha.wordpress.com/tag/virais/" title="Blog de Guerrilha : Tag Virais">virais</a>.</p>
<p><strong>Consumer Generated Media</strong></p>
<p>Além da re-distribuição do material criado por empresas e agências, os virais ainda podem ser <a href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2006/11/seu_carro_usado.html" title="Brainstorm#9 : Seu carro usado está para pegar">alvo de paródias</a>, <a href="http://w3unlimited.blogspot.com/2007/07/um-viral-bom-vrias-pardias-melhor-ainda.html" title="W3Unlimited : Um viral é bom, várias paródias é melhor ainda">criadas pelos próprios consumidores</a>, gerando uma nova leva de re-distribuição. E uma vez na rede, essa distribuição não é sequencial, não tem vida útil definida e possui ciclos de atividade. Tudo de acordo com a vontade do próprio consumidor.</p>
<p>Ações direcionadas na Internet podem ter um orçamento muito melhor aproveitado &#8211; o Grottera afirma e acha normal que 80% do investimento em TV é desperdiçado &#8211; obtendo resultados superiores às mídias tradicionais, obviamente se planejados corretamente e direcionados corretamente. É lamentável que o case exposto pelo próprio Grottera pela TBWA tenha sido o &#8220;<a href="http://www.revistapublicidad.com/index.asp?InCdMateria=5441&amp;InCdEditoria=24" title="Revista PublicidAd - TBWA\ usa banda The Uncles para lançar o Nissan Sentra">The Uncles</a>&#8220;, que foi altamente criticado na Internet por ter criado uma &#8220;forçada de barra&#8221; inaceitável no ambiente &#8211; para ter uma idéia, até <a href="http://www.simviral.com/2007/03/uncles.html" title="Sim, Viral! The Uncles">falsificar a Wikipedia</a> foi feito.</p>
<p>O consumidor não quer e não aceita mais ser enganado. É uma pena que muitos ainda não tenham percebido que adaptar-se é necessário para não morrer. Parafraseando os Beatles: &#8220;<strong>You say good bye, I say Hello!</strong>&#8220;.</p>
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		<title>Compare preços de passagens aéreas internacionais</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 12:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Blogando24h]]></category>
		<category><![CDATA[Comparação]]></category>
		<category><![CDATA[Vayama]]></category>
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		<description><![CDATA[Poucos são ainda os serviços realmente úteis disponíveis na Internet que são ao mesmo tempo ágeis, leves e bonitos. O Vayama é um deles. Muito bem feito, o site disponibiliza numa interface agradável e intuitiva o serviço de comparação de preços de passagens aéreas internacionais. Com posicionamento no mapa, escalas, detalhes do vôo, preço, companhia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.vayama.com/images/logo.jpg" title="Vayama logo" alt="Vayama logo" align="right" border="0" height="90" hspace="5" width="230" />Poucos são ainda os serviços realmente úteis disponíveis na Internet que são ao mesmo tempo ágeis, leves e bonitos. O <a href="http://www.vayama.com/" title="Vayama.com">Vayama</a> é um deles.</p>
<p>Muito bem feito, o site disponibiliza numa interface agradável e intuitiva o serviço de comparação de preços de passagens aéreas internacionais. Com posicionamento no mapa, escalas, detalhes do vôo, preço, companhia aérea e praticamente tudo o que você precisa saber para comprar a sua passagem, o site é um primor de desenvolvimento. Usabilidade ao extremo (os puristas podem reclamar do Flash, mas só se for por birra).<span id="more-168"></span></p>
<p><strong>Mais fácil que roubar doce de criança</strong></p>
<p><img src="http://img214.imageshack.us/img214/8441/spnyc01fh8.png" title="Vayama options" alt="Vayama options" align="left" border="0" height="226" hspace="5" width="207" />Na lateral esquerda do site, selecione o tipo de viagem (só de ida, com volta ou múltiplas cidades), depois o ponto de partida e chegada (sem acentos, primeiro a cidade), a data desejada, quantidade de pessoas, tipo de acomodação (classe econômica, primeira classe&#8230;) e preferência de empresa aérea. Clique em Search e receba a listinha abaixo do mapa.</p>
<p>No mapa você pode plotar qualquer um dos trechos apresentados na listagem, para visualizar melhor escalas e detalhes de vôo. O mapa tem zoom e pode ser deslocado. Um ótimo uso de mapas em ferramenta web, talvez o melhor que tenha visto até hoje.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://img69.imageshack.us/img69/1663/spnycbj7.png" title="Vayama map" alt="Vayama map" border="0" height="278" width="386" /></p>
<p>–<br />
Este artigo está participando da <a href="http://tecnocracia.com.br/tag/blogando24h" title="Tecnocracia : Blogando24h">maratona Blogando24h</a>.<br />
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