Tema: Twitter

Twittaí­ – um plugin WordPress que publica seus posts no Twitter

wordpress twitterO Twitter já deixou de ser um fenômeno para se estabelecer como uma nova forma de comunicação da Internet. Cada um faz dele o uso que bem entende, desde apenas dizer o que está fazendo (booooring) até fazer de conta que é MSN ou IRC (unfollow), passando pelo chato que não tem o que fazer a não ser encher o saco alheio (block).

Como blogueiro, o Twitter se mostrou um espaço interessante para anunciar novos posts, leituras, videos, curiosidades, etc. Quem gosta do que você compartilha, te segue, quem não gosta, deixa de seguir e todos vivem felizes para sempre.

Como o Twitter tem dado bons resultados para links enviados, decidi automatizar o processo e encontrei um plugin do WordPress muito bom: Twitter Updater. O problema é que ele não funcionava direito nas versões mais novas e só tinha o TinyURL como redutor de links. Decidi fazer umas alterações e acabou surgindo o Twittaí­. Continue lendo “Twittaí­ – um plugin WordPress que publica seus posts no Twitter”

Twitter supõe (errado) que conhece seus usuários

Hoje o serviço de microblogging mais utilizado do mundo deu um tiro no pé. O Twitter sofreu uma atualização e, supondo que seus usuários não gostavam de receber respostas de quem não seguem, removeram essa feature. Leia a publicação oficial no blog deles.

O problema é que essa feature, há muito esperada – desde que o tracking morreu – era bastante utilizada pelos usuários do serviço, pois permitiam que acompanhássemos quando alguém que nós não seguimos, nos citassem. Ok, dá para fazer isso usando a ferramenta de busca, mas isso não é prático.

Os usuários então, iniciaram um movimento, pedindo que as pessoas que discordam desse update reclamassem, usando o próprio Twitter e uma tag #fixreplies. Através do mecanismo de busca do Twitter, é praticamente impossí­vel acompanhar as reclamações, pois a cada atualização da busca (30 segundos) entram 30, 50, 100 novos itens.

Isso só mostra o quão perigoso e até irresponsável fazer alterações no produto baseado em suposições do que o usuário pensa ou espera do mesmo. No anúncio do blog eles dizem que observaram padrões de uso e notaram que os usuários “não querem” essa funcionalidade, mas nem precisa pensar muito para perguntar como eles chegaram a essa brilhante conclusão se: 1) o padrão de uso não muda nas duas formas, pois os replies vinham misturados na mesma funcionalidade; 2) o fato de usuários interagirem com pessoas que não seguem é um ponto que diverge totalmente dessa afirmação; e 3) as pessoas estão reclamando.

Isso me pareceu muito mais uma economia de recursos computacionais, semelhante ao que fizeram com a funcionalidade de tracking e a interação via GTalk, o que foi confirmado agora há pouco (enquanto eu escrevia esse texto) em um novo anúncio oficial. Mas, por que não disseram antes? Por que inventar uma balelazinha que foi rapidamente negada pela reação dos usuários? E mais, a única forma de fazer o Twitter escalar é removendo features?

* Ilustração por RobCockerham em CC via Flickr

SMS2BLOG volta de cara nova e com apoio

SMS2BLOG LogoO sms2blog, sistema criado pelo brasileiro Luis Leão, permite aos usuários brasileiros do Twitter a interação com o serviço através de SMS pagando tarifa nacional. Fora do ar há algumas semanas por conta do roubo do equipamento, o site volta ao ar com algumas novidades, uma delas o apoio da BrT. Em entrevista ao Tecnocracia, Luis nos conta sobre esse retorno e seus planos para o futuro.

Luis Leão
Luis Leão, desenvolvedor do sms2blog

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Viciado em tecnologia – parênteses

Escrevo esse artigo em plena viagem de ônibus, interestadual, com duração de 8 horas. Só de ler essa primeira frase já lhe deu calafrios? Então você pode ser, como eu, um viciado em tecnologia.

Ao meu lado um senhor utiliza o seu notebook conectado via GPRS na Internet para conversar no MSN e acessar e-mails. Lembro que trouxe comigo o cabo USB do meu celular e tento, furiosamente, fazer com que o Windows o identifique como modem GPRS, mas para minha frustração, me falta algo que não trouxe na mala.

O Twiter Mobile não funciona direito, me deixando apenas com o gostinho da home e uma mí­sera mensagem “on the road, going home”. As paradas (sim, esse ônibus pára, e muito, durante o trajeto) só aumentam minha angústia, pois nenhum hotspot está disponí­vel ou uma simples LAN house não se vê. Minha sí­ndrome de abstinência aumenta.

Carrego um pouco a bateria do celular, que já tinha ido para as cucuias, diminuindo um pouco mais a bateria do notebook – no qual escrevo compulsivamente essas linhas que está lendo. Seria isso uma doença? Ou é perfeitamente compreensí­vel – como eu acho – que oito horas de viagem sem absolutamente coisa alguma para fazer são demais para meu espí­rito sedentário hiperativo?

Paro para um lanche (é, mais uma parada de 15 minutos atrasando meu contato com a civilização moderna). No retorno puxo conversa com o cidadão conectado e descubro qual operadora, preço, plano, etc. Por sinal, achei muito mais vantagem que o meu atual plano Virtua (que eu não posso levar nas viagens). A conversa ajudou um pouco a reduzir a angústia do tempo perdido.

Carrego mais um pouco o celular e volto para o Twitter Mobile. Entre uma queda e outra eu consigo acompanhar as discussões e enviar umas duas mensagens. Fuço o Google Mobile em busca do Gtalk e não encontro. Aproveito para tirar cerca de uma centena de fotos (dedos nervosos).

Nove horas da noite, chego em Londrina. Um calor insuportável. Não liguei o notebook, nem mesmo para deixar os e-mails baixando. Um banho frio e desço para uma moqueca baiana rolando. Chega desse ví­cio! Voltemos í  programação normal.

PS: Foram 165 fotos no trajeto, mas selecionei umas poucas e coloquei no Flickr.

[tags]Tecnologia, Internet, Twitter, Mobile, Ócio, Viagem[/tags]

InterCon 2007 – A (des)construção de um modelo

Durante os dias 26 e 27 de outubro em São Paulo, eu vi e participei de uma revolução comportamental e organizacional maravilhosa. Tudo o que não se esperava em um simpósio de tecnologia aconteceu, e ao contrário do que você está pensando agora, foi muito bom.

O InterCon 2007, evento organizado pela equipe do iMasters, já começou com coisas interessantes e diferentes de outros eventos que seguem a mesma linha. Havia cobertura feita por blogueiros em tempo real direto do palco, compromisso ecológico desde o material utilizado, camiseta do evento criada de forma colaborativa, uma desconferência paralela que atraiu mais gente que a palestra “oficial”, enfim, um conjunto de coisas que já ocorreram em outros eventos, menos tradicionais e formais que o InterCon.

Mas nenhuma das revoluções programadas pode ser comparada ao que houve nos dias do evento, de forma espontânea, natural. O que eu vi foi uma verdadeira expressão reflexo do comportamento blogueiro, uma rede social real, online e offline. Continue lendo “InterCon 2007 – A (des)construção de um modelo”