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	<title>Tecnocracia : Estado Tecnológico &#187; redes-sociais</title>
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	<description>Tecnologia, Opinião e Comportamento Geek</description>
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		<title>Elgg. Crie sua própria rede social</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 20:16:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tem gente dizendo (faz tempo) que o blog morreu, Twitter está morimbundo e as redes sociais têm câncer incurável. Balela. O fato de as tecnologias mudarem constantemente, não quer dizer necessariamente que um meio substitui o outro. O conceito de &#8220;morrer&#8221; nesse caso não é tão fatal. O uso pode reduzir, até bastante, mas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-906" title="social-graph" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/social-graph.gif" alt="" width="250" height="259" />Tem gente dizendo (faz tempo) que o blog morreu, Twitter está morimbundo e as redes sociais têm câncer incurável. Balela. O fato de as tecnologias mudarem constantemente, não quer dizer necessariamente que um meio substitui o outro. O conceito de &#8220;morrer&#8221; nesse caso não é tão fatal. O uso pode reduzir, até bastante, mas não vai chegar a ficar nulo.</p>
<p>Sobre as redes sociais especificamente, já que é este o assunto do post, a minha visão é a de que <strong>todos os sites tendem a virar &#8220;redes sociais&#8221;</strong>, reduzindo as que nós conhecemos hoje ao papel de &#8220;organizador de panelinhas&#8221; (ou agenda dos bródi). É bastante provável que essas próprias redes já tenham pensado nisso e, em algum momento provavelmente próximo, criem mecanismos que facilitem a <strong>integração de seus grafos sociais</strong> (os relacionamentos dos seus usuários), criando uma noção de &#8220;interredes&#8221; &#8211; onde todas as redes sociais sejam baseadas em uma única malha de relacionamentos.</p>
<p>Viagem? Talvez, mas tenho certeza de que não sou o único que pensa dessa forma. É uma possibilidade, não quer dizer que é a única ou a mais provável. Veremos os próximos passos no seu tempo.<span id="more-905"></span></p>
<h2>Crie sua própria rede social</h2>
<p>Quem nunca teve vontade de adicionais funções sociais em sites comuns? Atualmente os leitores não são mais aquelas pessoas que consomem a informação em seu site. Eles (nós) querem interagir, rebater o que está escrito, agregar valor ao conteúdo com mais informações ou opiniões. O seu leitor, há muito tempo é chamado de usuário.</p>
<p>Existem diversos plugins e widgets disponí­veis para possibilitar o usuário fazer comentários em outras redes, como o Twitter, Facebook, etc. Aqui mesmo eu adicionei links de compartilhamento no final de cada texto, além de um botão &#8220;like&#8221; do FaceBook. Mas não é só isso que o usuário quer, ele tem a necessidade de deixar sua contribuição no próprio site (aqui, isso pode ser feito através de um comentário, por exemplo).</p>
<p>Por vezes, alguns sites se tornam tão frequentados pelas mesmas pessoas, que elas começam a sentir a necessidade de interagir umas com as outras, não somente com o site em si. E aí­? Como permitir mensagens públicas ou privadas? Como possibilitar uma expressão pública de admiração ou amizade? Qual a melhor forma de deixar o usuário se expressar dentro do seu site?</p>
<p>Simples. Se você tem um público com essas caracterí­sticas, você é um potencial dono de uma rede social. Então, mexa-se e abra suas portas para essa galera.</p>
<h2>Gratuito, Open Source e bastante personalizável</h2>
<p><img class="alignright size-full wp-image-907" title="elgg_logo" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2010/06/elgg_logo.gif" alt="" width="230" height="230" />Assim como o <strong>WordPress </strong>(que acaba de lançar a <a title="WordPress 3.0 disponí­vel para download" href="http://blog.uolhost.com.br/2010/06/17/wordpress-3-download/" target="_blank">versão 3.0</a>), o <strong><a title="Elgg.org" href="http://elgg.org" target="_blank">Elgg</a> </strong>é um sistema feito em PHP, de código aberto e gratuito, que possui uma comunidade de usuários e desenvolvedores í  sua volta, mantendo e expandindo suas funcionalidades. Da mesma forma, o <strong>Elgg </strong>é mantido por uma empresa, a <a title="CurveRider" href="http://curveriderhq.com/" target="_blank">CurveRider</a>, e possui também o modelo pago para quem não quer gerenciar seu próprio sistema.</p>
<p>Qualquer pessoa pode fazer o download do <strong>Elgg </strong>e instalá-lo em sua própria <a title="Hospedagem de Sites" href="http://tecnocracia.com.br/hospedagem" target="_blank">hospedagem</a>, gratuitamente. Existem disponí­veis na rede, diversos sites que oferecem <strong>temas e plugins gratuitos para Elgg</strong>. Claro, já surgiram <strong>temas pagos</strong> e empresas de consultoria, mas com um pouco de dedicação e tempo, qualquer pessoa consegue configurar uma rede social usando a <strong>versão gratuita do Elgg</strong>.</p>
<p>O sistema possui diversas features muito úteis para redes sociais: Cadastro e Perfil de usuários, Stream de atividades (atualizações, estilo FaceBook), Blog ou Microblog individual, Compartilhamento de documentos com controle de acessos, Social Bookmarking (Delicious), Grupos (como comunidades do Orkut), Galeria de Fotos e Ví­deos, Widgets e muito mais. Além da possibilidade de ampliar as funcionalidades com plugins.</p>
<p>Faça agora mesmo o <a title="Elgg Download" href="http://elgg.org/download.php" target="_blank">download do Elgg</a> e crie <strong>sua própria rede social</strong>.</p>
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		<title>Linkedin agora também em português</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 02:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Linkedin é uma rede de contatos profissionais. Um lugar onde as pessoas podem se relacionar com outras, mas com o objetivos diferentes de uma rede social. O negócio não é fazer amigos, mas montar o seu networking, encontrar antigos colegas de trabalho, se relacionar com contatos, parceiros e colegas atuais, ver e ser visto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-821" title="Linkedin wall" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2010/04/linkedin-logo.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>O <a title="Linkedin" href="http://linkedin.com" target="_blank"><strong>Linkedin</strong></a> é uma rede de contatos profissionais. Um lugar onde as pessoas podem se relacionar com outras, mas com o objetivos diferentes de uma rede social. O negócio não é fazer amigos, mas montar o seu networking, encontrar antigos colegas de trabalho, se relacionar com contatos, parceiros e colegas atuais, ver e ser visto pelo mercado.</p>
<p>No Brasil o site, apesar de se mostrar um pouco tí­mido e até então não possuir uma estratégia local, tem crescido bastante. Tanto que já são cerca de 1 milhão de usuários e mais de 8 mil grupos relacionados ao Brasil. E, se esse crescimento já chamou a atenção do Linkedin, agora as chances de investimento no paí­s crescem consideravelmente.</p>
<p>Hoje foi lançada <a title="Linkedin em português" href="http://br.linkedin.com" target="_blank">a versão em português</a> da maior rede profissional do mundo. Não somente o <strong>perfil profissional</strong>, que já poderia ser editado em outros idiomas, mas todo o site, incluindo o atendimento ao usuário, estão traduzidos. Atendentes estão prontos para responder aos usuários em nossa lí­ngua e também é possí­vel veicular publicidade direcionada, através do parceiro de vendas <strong>.FOX</strong>.</p>
<p>É um passo importante em direção ao paí­s. Em uma conversa com <strong>Arvind Rajan</strong>, VP de operações internacionais do Linkedin, hoje í  tarde, a impressão que tive é que estamos muito próximos de sediar um escritório local do site. Já com base de operações em 5 outros paí­ses, o Linkedin está sim, decidido a instalar-se no Brasil, só que ainda não existe uma data definida.</p>
<p>A mudança para o idioma local não será obrigatória (<a title="Linkedin em português" href="http://linkedin.com/portugues" target="_blank">você pode fazê-la aqui</a>), mas usuários novos, não logados, que acessarem o site do Brasil ou com o idioma do navegador setado para português, serão direcionados para a versão local. Uma forma de incentivar a adoção do site.</p>
<p>Você já tem uma conta no Linkedin? Tem algum caso para compartilhar de como o site ajudou sua vida profissional de alguma forma? Manda aqui nos comentários.</p>
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		<title>Motorola Dext com MotoBlur &#8211; Hands On</title>
		<link>http://tecnocracia.com.br/741/motorola-dext-com-motoblur-hands-on/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 18:40:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nessa sexta-feira (anteontem) fui convidado pela Motorola para o lançamento do seu mais novo celular com Android lançado no Brasil, o Motorola Dext com MotoBlur (uma aplicação que o torna integrado com redes sociais). Todos os convidados &#8211; pelas minhas contas, umas 100 pessoas &#8211; levaram de presente um aparelho. Eu fui um dos sortudos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa sexta-feira (anteontem) <a title="Blur Hour" href="http://www.blurhour.com.br/" target="_blank">fui convidado pela Motorola para o lançamento</a> do seu mais novo celular com Android lançado no Brasil, o Motorola Dext com MotoBlur (uma aplicação que o torna integrado com redes sociais). Todos os convidados &#8211; pelas minhas contas, umas 100 pessoas &#8211; levaram de presente um aparelho. Eu fui um dos sortudos e aproveito esse momento para compartilhar com vocês as primeiras impressões que tive do Dext.</p>
<h2><img class="aligncenter" title="Motorola Dext : Hands on" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2012/05/4143614611_e432d9af4f.jpg" alt="" width="500" height="375" /><span id="more-741"></span>MotoDext : A caixa e seu conteúdo</h2>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/manoelnetto/4144376042/"><img class="alignright" title="Padrão Micro USB" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2012/05/4144376042_902d7a2df8_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a>O Dext vem numa caixinha de papelão rí­gido, similar í  embalagem do iPhone. Ao abrir a caixa damos de cara com o aparelho, não muito bem protegido &#8211; faltou algo na frente dele, para evitar impactos. Quem comprar com entrega pelos Correios pode ter alguma surpresa desagradável. Removendo o celular e seu aviso de carga da bateria, temos:</p>
<ul>
<li>Cabo de dados e recarga padrão USB / Micro USB</li>
<li>Fonte de alimentação, para recarga de bateria, já no <a title="Mudanças nas tomadas brasileiras : Tecnocracia" href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/mudancas-nos-plugues-e-tomadas-eletricas-residenciais" target="_blank">novo padrão de tomadas brasileiro</a></li>
<li>Fone de ouvidos com microfone para chamadas</li>
<li>Micro SD Card 2 GB SanDisk</li>
</ul>
<h3>Senti falta de (não sei se vem na versão &#8220;comercial&#8221;):</h3>
<ul>
<li>Manuais</li>
<li>CD de drivers e softwares</li>
<li>Pano para limpeza da tela touch</li>
</ul>
<h2>O Dext por fora</h2>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/manoelnetto/4143614611/"><img class="alignright" title="O Moto Dext" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2012/05/4143614611_e432d9af4f_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a>O Motorola Dext é um bonito smartphone. Tamanho e peso próximos ao do iPhone (embora a espessura dele seja muito maior), tela touchscreen grande, botões de acesso rápido í  câmera, volume, desktop e um bem prático para um touch: abrir o teclado para discagem. A desvantagem aqui é que a tela não é lá muito precisa e í s vezes dá birra.</p>
<p>A abertura para o fone é discreta, similar ao do iPhone e a do microfone é praticamente invisí­vel, abaixo do painel principal. Discreto, bonito e elegante.</p>
<p>Para digitar confortavelmente, é necessário revelar o teclado qwerty completo que o aparelho possui, em slide. Isso transforma o celular em algo nada discreto, digamos um micro-netbook. Sei, é birra minha com o formato, não me acostumei com isso ainda.</p>
<p>O verso do celular exibe uma pequena câmera de 5 MP, sem flash, no cantinho. O restante do fundo é preenchido com uma textura de trama, bem bonito.</p>
<h2>O sistema do Moto Dext</h2>
<p>Embora tenha vindo personalizado pela Claro, o aparelho veio desbloqueado. Ainda bem, assim pude testar com meu chip da Vivo. Ao ligar pela primeira vez, precisei configurar uma <strong>Conta MotoBlur</strong>, para usar as funcionalidades desse sistema, que interliga diversas redes sociais e serviços de Internet.</p>
<p>O desktop do Dext é composto por &#8220;decks&#8221; como no iPhone, assim é possí­vel adicionar diversos widgets e atalhos, separando-os nos 5 decks disponí­veis. Por padrão, o MotoBlur vem com Mensagens, Twitter, Atualizações dos amigos, Previsão do tempo, um player e uma caixa de busca da <span style="text-decoration: underline;">Yahoo!??!</span> (o Android é da Google), mas você pode adicionar facilmente outros, bastando segurar o toque na tela de um deck.</p>
<p>Para instalar novos aplicativos do Android, basta acessar o <strong>Android Market</strong>, no menu de aplicativos. Ainda estou brincando com eles, mas em breve terei reviews de aplicativos no <a title="App Review" href="http://appreview.com.br" target="_blank">App Review</a>.</p>
<p>A vantagem do Android é que, como o sistema é aberto, você pode criar seus próprios aplicativos ou instalar de terceiros, sem a necessidade da aprovação do fabricante, como é o caso do iPhone e suas rí­gidas regras de aplicações.</p>
<p>Review com mais detalhes em breve.</p>
<p><strong>Confira as fotos do <a title="Unboxing Motorola Dext" href="http://www.flickr.com/photos/manoelnetto/sets/72157622899144816/" target="_blank">unboxing completo</a> no Flickr. </strong></p>
<p>* Agradecimento especial ao Vinicius da <a title="Agência Frog" href="http://agenciafrog.com.br" target="_blank">Frog</a>, pelo convite. Abraço.</p>
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		<title>Sonico abre escritório no Brasil</title>
		<link>http://tecnocracia.com.br/730/sonico-abre-escritorio-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 19:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao contrário do Facebook, o Sonico entra com força no Brasil a partir de agora. Inaugurando o escritório no paí­s, a rede social criada na Argentina fez uma coletiva de imprensa hoje para anunciar seus projetos para as terras tupiniquins. Já são mais de 9 milhões de usuários brasileiros, cerca de 60% deles acessando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-732" title="sonico_logo" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2009/11/sonico_logo.jpg" alt="sonico_logo" width="372" height="201" />Ao <a title="Mark Zuckerberg no Brasil : Tecnocracia" href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/mark-zuckerberg-criador-do-facebook-no-brasil" target="_blank">contrário do Facebook</a>, o <a title="Sonico" href="http://sonico.com" target="_blank">Sonico</a> entra com força no Brasil a partir de agora. Inaugurando o escritório no paí­s, a rede social criada na Argentina fez uma coletiva de imprensa hoje para anunciar seus projetos para as terras tupiniquins.</p>
<p>Já são mais de 9 milhões de usuários brasileiros, cerca de 60% deles acessando o site pelo menos 1 vez por mês. Esse montante já representa 22% do total de usuários da rede social, maioria verde-amarela em número, tráfego e rentabilidade. Apesar de concetrar a maioria de sua atividade na América Latina, o Sonico está espalhado em dezenas de paí­ses, representando um total de 43 milhões de usuários (wow).</p>
<p>Para <strong>Rodrigo Teijeiro</strong> (30), no entanto, não é a quantidade que a rede social está buscando, mas a qualidade. Tanto que uma equipe de 20 pessoas, ajudada por uma série de recursos tecnológicos, faz uma moderação pró-ativa do conteúdo do Sonico. Todo conteúdo suspeito, sejam mensagens, usuários, fotos, videos, é avaliado pelos sistema e parte das vezes pela equipe de moderação. Não é permitido conteúdo que infrinja a lei, pornografia, ofensas, etc. O Sonico faz de tudo para manter um ambiente saudável e seguro para todas as idades. &#8220;Nós acreditamos que redes sociais não devem estar restritas aos maiores de idades&#8221; &#8211; disse Teijeiro &#8211; &#8220;para isso é necessário garantir que o ambiente seja propí­cio, familiar, seguro&#8221;.</p>
<p>Perguntei sobre ações judiciais, já que a moderação pró-ativia pressupõe responsabilidade pelo conteúdo &#8211; o que sabemos não ser necessariamente verdade, já que se trata de UGC &#8211; mas Teijeiro afirma não ter nenhum receio. &#8220;Em todo o tempo que estamos presentes no Brasil, até hoje não tivemos nenhum incidente com a Justiça Brasileira&#8221;, afirma. Ponto pra eles.<span id="more-730"></span><a title="Coletiva do Sonico no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/manoelnetto/sets/72157622823589192/" target="_blank"><img class="aligncenter" title="Teijeiro e Freitas do Sonico" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2012/05/4112772134_d35a35f64f.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<h2>Qualidade de conteúdo, melhoria tecnológica</h2>
<p>Contratado como Country Manager para o Brasil, <strong>Alexandre de Freitas</strong> (41), enfatiza sua principal função para os próximos 12 meses do Sonico no paí­s: buscar parcerias que viabilizem o fomento e geração de conteúdo de qualidade, criação de aplicativos para sua plataforma e melhoria e adaptação da tecnologia do Sonico para o público brasileiro.</p>
<p>Dentre as dezenas de aplicativos disponí­veis hoje no Sonico, através da plataforma Open Social, a maioria deles já se encontra traduzido para o português, por conta do crescimento da rede no paí­s desde final do ano passado. Seu foco, no entanto, está muito mais em games, o que foi uma surpresa para os criadores do site. Freitas diz que pretende diversificar os tí­tulos e categorias dos aplicativos, tornando seu uso mais distribuí­do entre os usuários, principalmente no que diz respeito a geração de conteúdo.</p>
<p>&#8220;Encaro o Sonico como um e-mail muito mais poderoso e fácil de ser utilizado&#8221;, diz Teijeiro. &#8220;As pessoas usam as redes sociais principalmente para se comunicar com conhecidos, depois conhecer gente nova e terceiro para contatos profissionais&#8221;. As ferramentas do Sonico intencionam facilitar essa comunicação.</p>
<p>Seguindo essas 3 formas de uso dos usuários de redes sociais, o Sonico lança em breve a divisão dos perfis. Todo mundo agora poderá ter 3 perfis diferentes: um pessoal, um profissional e um público, que será aberto. O uso de perfis diferenciados e os dados disponí­veis em cada um deles será uma decisão do usuário. Caso queira, fica apenas com o perfil pessoal.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/manoelnetto/4112773724/in/set-72157622823589192/"><img class="aligncenter" title="Eu e Teijeiro, fundador do Sonico" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2012/05/4112773724_bb3d4381f9.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<h2>Direcionando publicidade para pessoas reais</h2>
<p>Quando se fala em segmentação, o ouro dos publicitários, atualmente é muito difí­cil prever a quem será exibida determinada peça publicitária. Na TV, por exemplo, pesquisas dão conta da faixa etária por horário, classe social por canal e região, gênero por programa, mas o Santo Graal da propaganda ainda não foi atingido: impactar 1 ou mais pessoas com um perfil muito distinto.</p>
<p>Com as redes sociais, a contextualização ganha a personalização como aliada. É possí­vel impactar um homem, de 20 a 25 anos de idade, de São Paulo, que esteja vendo conteúdo sobre automóveis, fora do horário comercial. Lindo, não? Gasta-se muito menos para gerar uma taxa de retorno muito maior. O Estado-da-Arte da publicidade (a de verdade, que quer vender o produto e não ganhar prêmios). O Sonico, segundo seu criador, pretende atingir esse ní­vel de personalização.</p>
<p>Mas não somente imprimir um anúncio é possí­vel em redes sociais. É mais fácil e atraente, estabelecer um relacionamento de mão-dupla com seus clientes, consumidores e prospects. Estar em uma rede social é o primeiro passo para esse tipo de comunicação. Trocar idéias, ouvir feedbacks, oferecer possibilidades, é um vasto mundo pouco explorado. Não chega a ser uma <a title="Drimio : Rede Social de Marcas" href="http://www.drimio.com/" target="_blank">rede social exclusiva para marcas</a>, mas fazer parte do mundo do consumidor.</p>
<p>E como garantir a veracidade dos perfis? Como saber que são pessoas reais? A resposta é que não há como saber. Ponto. Mas dá para garantir, com certa margem de segurança, uns poucos pontos como perfil de uso da rede, tipo de dados compartilhados, horários e frequência de acesso, relacionamentos, etc. Além disso tem a confiança. Se você dá ao usuário a segurança de compartilhar informações apenas com quem ele permite, as chances de ele digitar informações verí­dicas aumentam consideravelmente.</p>
<p>A meta, ou sonho, do Sonico é ser número 1 não só no Brasil, como no mundo. E embora a equipe inicial do Brasil seja modesta, apenas 8 pessoas, o plano é completar 20 nos próximos 12 meses.</p>
<p>Você acha que temos espaço para mais uma rede social no Brasil? Deixe aqui sua opinião.</p>
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		<title>Convite para o novo Orkut. A Google repete a estratégia inicial</title>
		<link>http://tecnocracia.com.br/720/convite-para-o-novo-orkut-a-google-repete-a-estrategia-inicial/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 15:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Orkut vai mudar, mas, inicialmente, não para todos os usuários. Repetindo a estratégia de sucesso do seu lançamento, para visualizar o novo site o usuário precisa ser convidado por outro que já possua a nova interface habilitada. Alguns usuário foram sorteados e já estão visualizando e testando o novo Orkut. Com essa estratégia, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-721" title="Novo Orkut : Cores" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2009/10/novo-orkut-cores.png" alt="Novo Orkut : Cores" width="329" height="400" />O <strong>Orkut vai mudar</strong>, mas, inicialmente, não para todos os usuários. Repetindo a estratégia de sucesso do seu lançamento, para visualizar o novo site o usuário precisa <strong>ser convidado por outro que já possua a nova interface habilitada</strong>. Alguns usuário foram sorteados e já estão visualizando e testando o <strong>novo Orkut</strong>.</p>
<p>Com essa estratégia, o Orkut espera repetir o mesmo burburinho gerado no iní­cio das atividades da rede social no Brasil. As pessoas ficaram curiosas sobre o serviço e começavam a procurar entre os amigos e na Internet por convites. Nessa procura, acabavam gerando o interesse de outras pessoas que não haviam ouvido falar do site.</p>
<p><strong>A nova interface do Orkut</strong> segue a tendência mundial dos sites de redes sociais: <strong>ser parecido com o Twitter</strong>. A seção de &#8220;atualizações&#8221; que hoje ocupa uma parte inferior da tela, virou a vedete da primeira página, da mesma forma que o Facebook fez meses atrás. A pergunta no topo, &#8220;What are you up to?&#8221;, incentivando o usuário a dizer algo para seus amigos (tal qual o Twitter e Facebook), comprova a tendência.</p>
<p>A estrutura do site não mudou muito, mas as alterações ao meu ver, tornaram a <strong>navegação mais simples e a aparência mais leve e limpa</strong>. Além disso, a personalização de suas páginas também será liberada. Tanto as cores do seu perfil podem ser alteradas quanto a seção &#8220;Sobre Mim&#8221; poderá utilizar mais que texto, ganhando opções de adicionar fotos, ví­deos ou aplicativos Open Social.</p>
<p>Num cenário onde o <a title="Tecnocracia : Facebook no Brasil" href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/mark-zuckerberg-criador-do-facebook-no-brasil" target="_blank">Facebook vem crescendo no Brasil</a>, esse pode ser um passo importante para o Orkut manter sua liderança nesse mercado, ganhando talvez um novo fôlego.</p>
<p>Para saber <strong>como ganhar acesso ao novo Orkut</strong>, fique ligado em sua lista de amigos. Quem tiver o sí­mboloÂ <img class="alignnone size-full wp-image-722" title="í­cone do novo orkut" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2009/10/logo-novo-orkut.gif" alt="í­cone do novo orkut" width="19" height="22" /> ao lado de seu nome, já está usando a nova versão e provavelmente tenha <strong>convites para distribuir</strong>. É só pedir.</p>
<p>PS: Preparem-se para <strong>vendas de convites para o novo Orkut</strong> no Mercado Livre em 5 &#8230; 4 &#8230; 3 &#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mark Zuckerberg, criador do Facebook, no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 03:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Midia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[FBookBR]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Zuckerberg]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Utilitários Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Mark Zuckerberg, o fundador do gigante das redes sociais, o Facebook, participou hoje de um encontro com uns poucos blogueiros em São Paulo. Eram cerca de 10 autores e eu fui um deles. Um papo informal, nos disseram no convite, de apenas 1 hora (que acabou diminuindo). Mark é o estereótipo da Geração Y. Visual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mark Zuckerberg</strong>, o fundador do gigante das redes sociais, o <a title="Facebook" href="http://facebook.com" target="_blank"><strong>Facebook</strong></a>, participou hoje de um encontro com uns poucos blogueiros em <strong>São Paulo</strong>. Eram cerca de 10 autores e eu fui um deles. Um papo informal, nos disseram no convite, de apenas 1 hora (que acabou diminuindo).</p>
<p>Mark é o estereótipo da <strong>Geração Y</strong>. Visual despojado, tranquilão, na dele. Antes do papo, sua assessora conversou conosco sobre sua timidez e a dificuldade que ele tem em entender o &#8220;<em>inglês falado pelos brasileiros</em>&#8220;. Por conta disso, uma tradutora o acompanhou durante a conversa, traduzindo nossas perguntas feitas em português, por solicitação do Mark. Bom, sua dificuldade eu percebi, quando um dos convidados tentou perguntar em inglês e ele pediu pra repetir, já sua timidez &#8230; sinceramente não vi.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="Mark e Eu" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2012/05/3787098580_381fda20b7.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Como esperado de alguém muito jovem &#8211; Mark, que ficou milionário com seu Facebook antes mesmo de completar 20 anos, hoje tem 25 &#8211; Zuckerberg falou muito sobre suas <strong>convicções sobre o produto</strong>, sua visão otimista, sem se aprofundar em detalhes ou mesmo citar os assuntos estratégicos, comerciais e de negócio (o que eu estava ávido por saber). O grande foco da conversa, e que aparentemente será a vedete do encontro com desenvolvedores de amanhã, foi o <strong>Facebook Connect</strong>, a nova plataforma do <strong>Facebook</strong> para atrair desenvolvedores de aplicativos e integrar sites de fora de sua rede.<span id="more-667"></span></p>
<h2>Facebook Connect, a bola da vez</h2>
<p>Apresentado como a última bolacha do pacote em termos de integração entre sites e aplicativos (como se ninguém tivesse ouvido falar de <strong>OAuth</strong> ou integrações feitas com <strong>OpenID</strong>), o Facebook Connect é basicamente uma plataforma que serve de interface entre um serviço qualquer com o Facebook, via Internet. Através dele é possí­vel fazer autenticação, validação e acesso (troca, na verdade, o Connect permite fazer gravações também) a alguns dados do usuário dentro da rede fechada do Facebook.</p>
<p>A aposta do Facebook com o Connect, reflete o pensamento de Mark de que o que vai fazer a rede &#8220;pegar&#8221; no restante do mundo (nos EUA o Facebook é dominante, no Brasil nem faz cócegas no Orkut) é o número de aplicações criadas em torno de seu produto. Quanto maior a rede de desenvolvedores envolvida em torno do Facebook, maior ele se tornará e com mais abrangência e poder junto aos seus usuários.</p>
<p>Quando perguntado sobre a <strong>grande diferença de penetração no mercado brasileiro</strong>, comparado ao <strong>Twitter e Orkut</strong>, Zuckerberg afirmou ter plena confiança de que isso é uma questão de tempo. Conforme as pessoas forem conhecendo o Facebook, seus aplicativos, desenvolvendo seus próprios, interagindo e percebendo o quão melhor (segundo o próprio) o seu produto é que seus concorrentes, elas migrarão. É o velho pensamento &#8211; que eu discordo, quero deixar claro &#8211; &#8220;construa e eles virão&#8221;, pintado com uma certa arrogância inerente a sua juventude e justificada pelo seu inegável poder no restante do globo.</p>
<h2>Utilitário Social (Social Utility)</h2>
<p>Segundo Mark Zuckerberg, o Facebook é muito mais que uma Rede Social. É um Utilitário Social, e com esse discurso, reafirma que a grande vantagem em relação as outras redes é a confiabilidade dos dados expostos por seus usuários, a &#8220;veracidade&#8221; dos perfis e a diferença na forma de uso que seus usuários dão ao Facebook, para outras redes. Para Mark, seus 250 milhões de usuários (1,3 milhões só no Brasil), usam o site não somente para coisas &#8220;frí­volas&#8221;, como ver ví­deos e fotos dos amigos, mas também para coisas úteis.</p>
<p>Com a possibilidade de traduzir toda a interface para o português, opção disponí­vel há cerca de um ano, Mark acredita que o crescimento no Brasil é inevitável, no entanto, não planeja nenhum tipo de versão local, especial para as caracterí­sticas do público brasileiro. Na verdade, Mark confessou sequer conhecer qualquer caracterí­stica do usuário brasileiro, além de declarar que, na média, todos os usuários do mundo usam o Facebook mais ou menos da mesma forma (demonstrando mais ainda o quanto desconhece ou não faz questão de conhecer). Tanto que uma das principais caracterí­sticas do usuário médio de redes sociais no Brasil, que é bisbilhotar os perfis alheios, não é estimulado no Facebook (por padrão, os perfis são limitados para quem não é um contato) e Zuckerberg nem chega a considerar isso um desafio a ser vencido para aumentar a adoção do site no Brasil.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Mark Zuckerberg" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2012/05/3787097686_9ed2dccfc3.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Para aqueles que pensaram que o Facebook estaria se estabelecendo comercialmente no Brasil, tirem os cavalinhos da chuva que isso não vai rolar tão cedo. Apesar do crescimento da rede no paí­s &#8211; segundo Mark, mais de 100% de crescimento em 2 meses &#8211; a empresa tem a polí­tica de criar escritórios apenas em paí­ses ondem possui um número de usuários e acessos representativo, o que ainda não é realidade por essas bandas. Mesmo com tendência ao crescimento, sua penetração no mercado ainda é muito pí­fia, considerando outras redes de sucesso no Brasil.</p>
<h2>Ganhando dinheiro com redes sociais</h2>
<p>Um dos grandes desafios de quem trabalha com serviços de conteúdo gerado por usuário (UGC) e principalmente redes sociais, onde a maior parte do conteúdo é gerado e mantido dentro das paredes do site, sem acesso externo, é saber como rentabilizar o serviço. Talvez o segredo esteja na segmentação e localização, facilitados nesse tipo de rede. Mas anunciantes querem mais que uma promessa &#8220;meu site é f*da e vai virar&#8230; um dia&#8221;. Querem ver números, acessos, usuários, potencial de conversão, etc. A minha pergunta para o Mark, que não tive tempo de fazer, era justamente sobre isso.</p>
<p>Na rede como um todo, a meta para esse ano (e já estamos em agosto) é de US$ 500 milhões. Eu queria muito saber se existe uma meta para o Brasil e como eles pretendem convencer os anunciantes locais a apostarem no Facebook. Existe uma carta na manga? Seriam os anúncios do Facebook muito mais relevantes que os AdSense do Orkut? <strong>Where is the beef</strong>?</p>
<p>A pergunta ficou no ar e eu continuo observando, como sempre faço, para onde vai isso tudo.</p>
<p><em>Em tempo</em>: me pediram para perguntar ao Zuckerberg se ele achava que a empresa dele valia <a title="Oferta de 6,5 bilhões de dólares pelo Facebook" href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/oferta-eleva-valor-do-facebook-a-us-6-5-bi-13072009-37.shl" target="_blank">mesmo US$ 6.5 Bi</a>. Eu achei um tanto quanto rude, e pelo que vi hoje, ele provavelmente responderia:</p>
<p>- Não. Vale uns US$ 10 Bi. Talvez mais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/cdni/3786672414/"><img class="alignnone" title="Blogs encontram Facebook" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2012/05/3786672414_cbf06a4931.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><br />
Foto: <a title="Flickr da CDN Interativa" href="http://www.flickr.com/photos/cdni" target="_blank">CDN Interativa</a> em Creative Commons no Flickr (<a title="Flickr de Manoel Netto" href="http://www.flickr.com/photos/manoelnetto/sets/72157621813213765/" target="_blank">mais fotos</a>)</p>
<h3>Mais sobre Mark Zuckerberg no Brasil</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2009/08/bate-papo-com-mark-zuckerberg-fundador.html">Bate-papo com Mark Zuckerberg, fundador do Facebook</a></li>
<li><a title="A importância de o fundador do Facebook dar palestra e curso no Brasil semana que vem" rel="bookmark" href="http://startupi.com.br/2009/a-importancia-de-o-fundador-do-facebook-dar-palestra-e-curso-no-brasil-semana-que-vem/" target="_blank">A importância de o fundador do Facebook dar palestra e curso no Brasil semana que vem</a></li>
<li><a title="Zumo Blog" href="http://zumo.uol.com.br/2009/08/03/com-13-mi-de-brasileiros-online-facebook-quer-desenvolvedores-locais/" target="_blank">Com 1,3 mi de brasileiros online, Facebook quer desenvolvedores locais</a></li>
</ul>
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		<title>Eventos que rolaram nos últimos meses</title>
		<link>http://tecnocracia.com.br/391/eventos-que-rolaram-nos-ultimos-meses/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 03:24:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[BlogCamp]]></category>
		<category><![CDATA[Digital Age]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
		<category><![CDATA[SMX]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que estou em débito com o blog faz tempo e fico tranquilo com o fato de vocês saberem que quanto menos escrevo aqui, mais coisas eu posso fazer pela blogosfera, desde que assumi o BlogBlogs. Mas não posso e nem quero simplesmente abandonar esse espaço, que além de ser o principal motivo do meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que estou em débito com o blog faz tempo e fico tranquilo com o fato de vocês saberem que quanto menos escrevo aqui, mais coisas eu posso fazer pela blogosfera, desde que assumi o BlogBlogs. Mas não posso e nem quero simplesmente abandonar esse espaço, que além de ser o principal motivo do meu trabalho, é algo que eu gosto de fazer &#8211; e me angustia í s vezes por faltar-me tempo.</p>
<p>Como nas últimas semanas aconteceram alguns eventos interessantes, alguns dos quais eu participei, e também por estarem para ocorrer mais alguns, resolvi fazer um post-resumo para vocês acompanharem. Alguns deles ainda rendem posts futuros, assim que eu conseguir terminar.</p>
<h3>SMX Expo &#8211; Agosto</h3>
<p><img class="size-full wp-image-393 alignright" style="float:right; margin-left:10px;" title="SMX Logo" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/logo_smx.png" alt="" width="227" height="98" />O tal Search Marketing Expo que rolou no iní­cio de agosto deixou muito a desejar. Desde a organização do evento, bastante confusa, com falhas de horários e infra, até o formato que inviabilizava um bom conteúdo. Foram vários painéis com diversos painelistas cada, fazendo com que cada um tivesse apenas 10 a 15 minutos para expor seu conteúdo sobre o tema.</p>
<p>Alguns dos nomes presentes vieram de muito longe e tinham muita coisa para falar&#8230; shame. Foram cortados no meio ou tiveram que literalmente correr com suas apresentações para dar tempo de terminar. Os outros, que sabiam do formato provavelmente, nada mais fizeram que jabá. O ambiente, dividido em duas salas &#8211; corporate e advanced &#8211; nada tinha de novo a acrescentar e frustrou a platéia, que pagou caro e foi mal servida. Shame.</p>
<p>O mais interessante foi justamente o último painel, composto por usuários de Internet, teoricamente o público alvo da maioria dos profissionais presentes. Digo teoricamente porque as atitudes e respostas dos usuários foram contra a maior parte do que foi dito durante todo o SMX e uma conclusão do que muitos de nós já sabemos: usuário médio tem cegueira para anúncios. Numa busca orgânica feita por vários dos presentes, observamos com interesse NENHUM deles clicar num link patrocinado dos resultados de busca. <img src='http://tecnocracia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Seminário INFO Redes Sociais &#8211; Agosto</h3>
<p><img class="size-full wp-image-395 alignright" style="float:right; margin-left:10px;" title="Redes Sociais Logo" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/info_seminario.jpg" alt="" width="200" height="107" />Sem muitas novidades para quem vive de Midia Social, o <strong>Seminário INFO</strong> se mostrou um evento médio em conteúdo, mas mesmo assim relevante. Com uma organização muití­ssimo bem feita (aprendam, SMX), participantes de diversas áreas e bons palestrantes, valeu a pena a presença não só pelo networking.</p>
<p>Infelizmente, como todo evento desse tipo, muito jabá e um ou outro equí­voco não passou despercebido. Mas pisada na boal mesmo foi justamente o painel que envolvia blogueiros. Com o tema nada batido &#8220;Blogs Corporativos&#8221;, deixaram de convidar pessoas que poderiam ter muito o que falar sobre o assunto com propriedade e acabaram misturando, desde a pergunta inicial do moderador sobre as &#8220;geladeirinhas da i9&#8243; (qual a relação da campanha com o tema?) í  participação do blogueiro da Veja, Reinaldo Azevedo, que foi armado de más intenções e sua vasta experiência sobre o tema (?!?!?) para &#8220;causar&#8221; (e causou, pegando os outros blogueiros direitinho). Sobrou espetada pra todo lado e o tema do painel&#8230; bem, qual era o tema mesmo?</p>
<h3>BlogCamp SP 2008 &#8211; Agosto</h3>
<p><img class="size-full wp-image-394 alignright" style="float:right; margin-left:10px;" title="BlogCamp SP 08 Logo" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/blogcamp08-300x68.png" alt="" width="300" height="68" />O grande encontro que realizamos eu, a <a title="Ladybug Brazil" href="http://ladybugbrazil.com" target="_blank">Lúcia Freitas</a> e o <a title="Oito Passos para o Conhecimento" href="http://oitopassos.com" target="_blank">Tonobohn</a> no <a title="Tecnocracia : BlogCamp 2007" href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/blogcamp-2007-confirmado" target="_blank">ano passado</a>, repetiu-se esse ano. A idéia era fazer algo para um público entre 300 e 500 pessoas, mas não conseguimos espaço para tanta gente. Acabou sendo realizado no <strong>Gafanhoto</strong> por obra e graça da <strong>100% Lu Freitas</strong> com a fiel e importantí­ssima ajuda do nosso amigo <a title="Homem na Cozinha" href="http://homemnacozinha.com" target="_blank"><strong>Ricardo Cobra</strong></a>. Esse ano, nem participar direito eu consegui, infelizmente.</p>
<p>Mais apertado que ano passado, as vagas não deram pra quem quis, mas o calor humano foi beneficiado com isso <img src='http://tecnocracia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> . Encontrar amigos, bater papo sobre alguns temas, apresentar projetos pessoais, abrir a discussão sobre assuntos em comum, tudo com democracia, todo mundo pode falar. Esse ano ainda tivemos uma experiência com oficinas, que foi bem recebida pela comunidade e está incluí­da no calendário para os próximos eventos.</p>
<p>Mais relatos na <a title="Ladybug Brazil : O susto da Lúcia" href="http://www.ladybugbrazil.com/2008/09/03/noticias-do-blogcamp-1-no-susto/" target="_blank">Lúcia</a>, <a title="Blog do Cobra : Super cobertura do evento" href="http://www.ricardocobra.com.br/tag/blogcampsp/" target="_blank">Cobra</a>, <a title="Dia de Folga : Comparações com o Luluzinha Camp" href="http://diadefolga.com/luluzinhacamp-e-blogcamp-sp-2008-comparacoes-e-comentarios/" target="_blank">Lu Monte</a>, <a title=".MarcaMaria. A humanização dos bits" href="http://marcamaria.com/2008/09/01/blogcamp-a-humanizacao-dos-bits/" target="_blank">.faso</a>, <a title="Blog do Yassuda : Lições de uma miguxa" href="http://yassuda.org/blog/2008/09/01/e-quem-diria-que-uma-das-boas-licoes-do-blogcamp-seria-dada-por-uma-miguxa/" target="_blank">Yassuda</a>, <a title="BlogBlogs : Tag BlogCampSP" href="http://blogblogs.com.br/tag/blogcampsp" target="_blank">outros blogs</a> e <a title="Flickr : Grupo BlogCamp BR" href="http://flickr.com/groups/blogcampbr/pool/" target="_blank">fotos do Flickr</a></p>
<h3>Digital Age 2.0 2008 &#8211; Outubro</h3>
<p><img class="size-full wp-image-392 alignright" style="float:right; margin-left:10px;" title="Logo Digital Age" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2008/10/picture-3.png" alt="" width="331" height="117" />Até o momento, o evento mais interessante de 2008 foi, sem dúvida, o <a title="Ideia 2.0 - Blog do Digital Age" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/" target="_blank"><strong>Digital Age</strong></a>. Não sei se pelo fato de estar presente na maioria dos eventos de tecnologia e Internet, ou quem sabe porque os palestrantes são quase sempre os mesmos e os assuntos giram em torno da mesma temática (ou quem sabe tudo isso junto), há sempre a sensação de &#8220;mais do mesmo&#8221; e ficamos felizes pelo networking, encontrar os amigos, etc. Mas quem paga caro para ir a um evento desses, quer mais do que pode ser oferecido em um <strong>#<a title="Ning: Comunidade do #NoB" href="http://nerdsonbeer.ning.com/" target="_blank">NerdsOnBeer</a></strong>, certo?</p>
<p>O <strong>Digital Age</strong> é um evento voltado a negócios digitais. Na platéia há muitos conhecidos, no palco, alguns, mas em sua maioria, pessoas que não esbarramos diariamente, potenciais clientes, parceiros, concorrentes, etc. Gente de diversos skills e os <strong>mais variados ní­veis de conhecimento em tecnologia e Internet</strong>. O grande barato é poder discutir mais que &#8220;mais do mesmo&#8221; e observar o feedback das pessoas, sob sua perspectiva. Diversidade.</p>
<p>O evento aconteceu nos dias 1 e 2 de outubro, no WTC / SP, e trouxe pessoas inteligentes e interessantes, dentro e fora do palco. Realizado pelo pessoal do <a title="IDG Now!" href="http://idgnow.uol.com.br/" target="_blank"><strong>IDG Now!</strong></a>, levou esse ano 20 blogueiros como imprensa (ano passado convidaram 8 e foram 2: eu e o <a title="TechBits" href="http://techbits.com.br" target="_blank">Fugita</a>), palestrantes internacionais e nacionais, e teve um dos <a title="LiveStream DigitalAge" href="http://blogblogs.com.br/livestream/name/digitalage" target="_blank">LiveStreams</a> <strong>mais participativo de todos</strong>. Quase 1.500 interações em 2 dias de evento, tempo médio de permanência de 50 minutos. Um recorde!</p>
<h3>Outros virão</h3>
<p>Como o texto acabou levando mais tempo do que eu imaginava, deixo a parte dos eventos que ainda não aconteceram para um próximo post. Espero que possa escrevê-lo enquanto eles ainda sejam &#8220;próximos eventos&#8221; e não mais um resumo do que passou. <img src='http://tecnocracia.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Adicione indicações de especialistas em seus resultados de busca</title>
		<link>http://tecnocracia.com.br/331/adicione-indicacoes-de-especialistas-em-seus-resultados-de-busca/</link>
		<comments>http://tecnocracia.com.br/331/adicione-indicacoes-de-especialistas-em-seus-resultados-de-busca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 May 2008 21:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Search]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa do Google foi uma grande sacada, confesso e me rendo. Além dos critérios semi-desconhecidos que constroem o PageRank e são utilizados para sugerir resultados de busca, baseados nas palavras-chave utilizadas e qualidade do conteúdo, o gigante das buscas agora inclui nos seus resultados as sugestões de pessoas que você escolher confiar. É o Google [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa do Google foi uma grande sacada, confesso e me rendo. Além dos critérios semi-desconhecidos que constroem o <strong>PageRank</strong> e são utilizados para <strong>sugerir resultados de busca</strong>, baseados nas palavras-chave utilizadas e qualidade do conteúdo, o gigante das buscas agora inclui nos seus resultados as sugestões de pessoas que você escolher confiar. É o <strong>Google Subscribed Links</strong>.</p>
<p>Funciona de uma forma bem natural:</p>
<ul>
<li>Alguém <a href="http://www.google.com/coop/subscribedlinks/newsubscribedlink/" title="Google Subscribed Links" target="_blank">se cadastra como editor de links</a> no Google e sugere tantos sites quantos quiser, com palavras-chave e urls;</li>
<li>O editor fornece um link para assinatura pública [<a href="http://www.google.com/coop/trust/add?user=008799662855458775569&amp;sig=__IVDDsW2WXcup76oECJGjGUVUk10=" title="Assine minhas sugestões de links no Google" target="_blank">o meu link</a>]</li>
<li>Você clica e aceita que as sugestões desse editor sejam exibidas pra você</li>
<li>A partir desse momento, quando uma busca sua coincidir com alguma das sugestões do editor, ela será exibida no meio dos resultados orgânicos com uma imagem que a destaque (exemplo abaixo)</li>
</ul>
<p align="center"> <img src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2008/05/perfil-de-links-inscritos-manoel-netto_1211923531750.png" alt="Link sugerido do Google" border="0" height="124" vspace="5" width="576" /><br />
<small>Exemplo de exibição ao procurar por &#8220;jacotei&#8221;</small></p>
<p>Além do potencial jabazí­stico da ferramenta (o que pode fazer o editor perder muitos assinantes se abusar), considero uma ótima forma de &#8220;burlar&#8221; os critérios do Google para exibição de resultados. Quantos de nós nunca ficou muito puto com os resultados da primeira página quando precisamos fazer uma pesquisa séria e urgente? Se muita gente fizer sugestões e muitos forem os assinantes, uma nova forma de utilizar o Google vai nascer: o <strong>sistema de busca baseado em indicações</strong>, ou seja, nada mais &#8220;social&#8221; (<strong>Social Search</strong>?) que isso. Será que isso arranha o <a href="http://digg.com" title="Digg.com" target="_blank"><strong>Digg</strong></a>?.</p>
<p>Para quem quiser receber as minhas sugestões, <a href="http://www.google.com/coop/trust/add?user=008799662855458775569&amp;sig=__IVDDsW2WXcup76oECJGjGUVUk10=" title="Assine minhas sugestões de links no Google" target="_blank">assine minhas indicações do Google</a>.</p>
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		<title>InterCon 2007 &#8211; A (des)construção de um modelo</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 03:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Desconferência]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[InterCon2007]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante os dias 26 e 27 de outubro em São Paulo, eu vi e participei de uma revolução comportamental e organizacional maravilhosa. Tudo o que não se esperava em um simpósio de tecnologia aconteceu, e ao contrário do que você está pensando agora, foi muito bom. O InterCon 2007, evento organizado pela equipe do iMasters, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os dias 26 e 27 de outubro em São Paulo, eu vi e participei de uma revolução comportamental e organizacional maravilhosa. Tudo o que não se esperava em um simpósio de tecnologia aconteceu, e ao contrário do que você está pensando agora, foi muito bom.</p>
<p>O <a href="http://imasters.com.br/intercon/2007" title="InterCon 2007" target="_blank">InterCon 2007</a>, evento organizado pela equipe do <a href="http://imasters.com.br" title="iMasters" target="_blank">iMasters</a>, já começou com coisas interessantes e diferentes de outros eventos que seguem a mesma linha. Havia cobertura feita por blogueiros em tempo real direto do palco, compromisso ecológico desde o material utilizado, camiseta do evento criada de forma colaborativa, uma desconferência paralela que atraiu mais gente que a palestra &#8220;oficial&#8221;, enfim, um conjunto de coisas que já ocorreram em outros eventos, menos tradicionais e formais que o InterCon.</p>
<p>Mas nenhuma das revoluções programadas pode ser comparada ao que houve nos dias do evento, de forma espontânea, natural. O que eu vi foi uma verdadeira expressão reflexo do comportamento blogueiro, uma rede social real, online e offline.<span id="more-248"></span></p>
<h3>O Twitter foi a vedete</h3>
<p>Quando surgiu lá nos EUA, o serviço surgiu como proposta de microblogging com a singela pergunta: o que você está fazendo? As pessoas que o acompanhariam, ficariam sabendo em tempo real de suas atividades. A preocupação inicial foi, obviamente, se esse tipo de conteúdo era relevante ao ponto de se criar uma ferramenta desse porte. Os brasileiros, como sempre, desvirtuaram a proposta do <a href="http://twitter.com" title="Twitter" target="_blank">Twitter</a>. E dessa vez foi muito positivo isso ter acontecido.</p>
<p>Ao invés de &#8220;o que você está fazendo&#8221;, nós brasileiros inserimos textos sobre o que estamos pensando, lendo, ouvindo e principalmente nos comunicamos com nossa rede, respondendo, perguntando, indicando referências, citando, conversando. O Twitter deixou de ser uma ferramenta de conteúdo para se tornar uma ferramenta de interação.</p>
<p>Durante o evento foi, inegavelmente, o serviço mais utilizado pelos presentes &#8211; palestrantes, convidados e inscritos. Da plataforma fizemos cobertura online das palestras, apresentamos nossas visões sobre o que estava rolando, pegamos no pé dos palestrantes quando não concordávamos com algo &#8211; e em algumas vezes essas perguntas e citações foram parar no palco para o palestrante responder &#8211; , entre nós, trocávamos mensagens.</p>
<p>Foi pelo Twitter que o <a href="http://www.luli.com.br/" title="Luli Radfahrer" target="_blank">Luli</a> ficou sabendo que estávamos muitos no lounge do <a href="http://www.camiseteria.com/?ref=manoelnetto" title="Camiseteria : Faça a sua moda" target="_blank">Camiseteria</a>, sentados nos puffs e no chão, ao invés de acompanharmos uma palestra que parecia chatí­ssima, em que os palestrantes estavam com braços cruzados e cara de sono. As imagens chegaram no lounge, mas não o som. Sem problemas, fizemos dublagem simultânea &#8211; e foi muito engraçada. Foi pelo Twitter que nós marcamos os almoços e os chopps de final de evento. Foi pelo Twitter que pessoas acompanharam o que estava acontecendo em São Paulo, do Rio, de Salvador, Curitiba, EUA. Foi no Twitter que as pessoas perguntaram o que o Carbono 14 tinha a ver com ecologia&#8230;</p>
<h3>Desobediência civil pací­fica ou ação de guerrilha?</h3>
<p>Na palestra sonolenta, estávamos muitos no lounge do Camiseteria, sentados em puffs e no chão, conversando, acessando o Twitter, vendo fotos (já que não dava para inserir fotos, pois a banda estava limitada para upload) no Flickr, socializando. Optamos por isso. E ficamos onde bem entendemos. O stand do Camiseteria certamente foi o mais visitado, o que mais chamou atenção das pessoas que passavam e se perguntavam o que estava havendo ali. De forma espontânea e completamente natural, estávamos ali, fazendo uma bela ação de emboscada para o <a href="http://blog.fabioseixas.com.br" title="Fábio Seixas - Versão TXT" target="_blank">Fabão</a>.</p>
<h3>Inter-ações</h3>
<p>O InterCon foi quase um grande blog. Pudemos interagir entre nós, com os organizadores, palestrantes, promotores, etc. E as interações não cessaram no evento, pois após o mesmo, fomos para bares, continuar interagindo. Durante os almoços, continuávamos interagindo. De nossas casas, pelo Twitter, continuávamos as interações. Com comentários em Flickr e blogs, as interações continuam e continuarão.</p>
<p>Uma das palestras programadas era a gravação de um BrainCast ao vivo, com o Merigo, Fábio Seixas, Cris Dias e Mauro Amaral. Desde a abertura da palestra &#8211; eles vieram ao palco saindo da platéia, conversando conosco, fazendo humor com o Tropa de Elite &#8211; soubemos que não seria chato. Foi melhor, pois além de não ser chato, foi totalmente colaborativa, com perguntas via Internet, interrupções da &#8220;platéia&#8221; e do showman Luli. Sem dúvida alguma, a melhor palestra (se é que podemos chamar dessa forma) do evento.</p>
<h3>Faltou foco</h3>
<p>Alguns temas foram explorados talvez com o conteúdo certo, mas de maneira errada. Faltou, em alguns momentos importantes, foco dos palestrantes na audiência, no seu público-alvo. Não dá para apresentar 10 mil slides com texto para uma platéia formada essencialmente por profissionais web. Não dá, definitivamente, para apresentar um texto-piada-spam num slide sendo o texto altamente rodado na Internet (com textos como &#8220;você aperta 0 em casa para falar ao telefone&#8221;). E por favor, apresentação de portfolio bancário numa palestra sobre os impactos da Internet no mercado tradicional, não dá. Pior ainda é afirmar que cartão de crédito é ferramenta de inclusão digital e social. Putz! Serasa e SPC mudaram de nome?</p>
<p>Duas palestras, apesar de terem sido ÓTIMAS, deixaram muito a desejar, pois apresentaram apenas cases de publicidade e guerrilha. Faltou conteúdo explicativo, educacional, evangelizador. Gente, a platéia é seu público. E esse público já é gerador desse conteúdo, já foi ou será muito em breve. Sessão YouTube é coisa para rolar no Gafanhoto, com entrada e cerveja gratuitas. O &lt;jabá mode on&gt; deveria ser aplicado no telão na maior parte do tempo.</p>
<h3>Considerações</h3>
<p>O InterCon foi, de longe, um dos mais interessantes eventos que já participei. Isso não quer dizer que tenha sido perfeito, óbvio. Várias idéias certamente surgiram no evento desse ano e é bastante provável que a maioria delas será implementada no próximo. Para ajudar, aqui vão minhas sugestões:</p>
<ul>
<li>Foco na audiência. Não convidem pessoas para palestras-jabá-versão-1.0. Desfigurem o modelo, apostem na diversidade.</li>
<li>Promovam a interação desde o iní­cio. Um telão onde os twitter fossem levados automaticamente é uma idéia bárbara. Os participantes podem fazer perguntas diretas via Twitter.</li>
<li>Criem mais desconferências, estimulem os palestrantes a abrirem mais as discussões.</li>
<li>Não limitem a banda de upload do wi-fi. Um bom blogueiro também tira fotos e faz videos e quer compartilhar isso o mais rápido. Uma água na mesa dos blogueiros também seria uma boa, e prova de atenção.</li>
</ul>
<p>Parabéns ao pessoal do iMasters e que venha o próximo, melhor, maior e mais interativo.</p>
<h3> Mais sobre o InterCon 2007<strong> </strong></h3>
<ul>
<li><a href="http://imasters.com.br/intercon/2007" title="InterCon 2007" target="_blank" class="extlink">Site do evento</a>;</li>
<li><a href="http://blogblogs.com.br/tag/intercon2007" title="BlogBlogs : tag InterCon2007" target="_blank" class="extlink">Artigos em blogs</a>;</li>
<li><a href="http://flickr.com/photos/tags/intercon2007/" title="Flickr: tag InterCon2007" target="_blank" class="extlink">Fotos no Flickr</a>;</li>
<li><a href="http://www.google.com/search?q=intercon+site%3Atwitter.com" title="Google : intercon no Twitter" target="_blank" class="extlink">Notas no Twitter</a>.</li>
</ul>
<p>[tags]Evento, InterCon2007, Web, Desconferência, Redes Sociais, Twitter[/tags]</p>
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		<title>Via6 fomentando redes sociais com conteúdo (Review Patrocinado)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 11:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[A Via6 começou como rede social, acabou se tornando mais conhecida por conta da Rec6 &#8211; sua ferramenta de bookmarking colaborativo e há algumas semanas deu uma reviravolta se transformando em rede de conteúdo. Agora lança mais duas ferramentas para estimular seu uso como rede, tanto social quanto de conteúdo. Assinaturas de Conteúdo e Minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.via6.com/img/logoPequeno.jpg" title="via6 logo" alt="via6 logo" align="right" height="123" width="252" />A <a href="http://via6.com" title="Via6" target="_blank" rel="nofollow">Via6</a> começou como rede social, acabou se tornando mais conhecida por conta da <a href="http://rec6.via6.com/" title="Rec6" target="_blank" rel="nofollow">Rec6</a> &#8211; sua ferramenta de bookmarking colaborativo e há algumas semanas deu uma reviravolta se transformando em rede de conteúdo. Agora lança mais duas ferramentas para estimular seu uso como rede, tanto social quanto de conteúdo.</p>
<p><strong>Assinaturas de Conteúdo e Minha Rede</strong></p>
<p>A estratégia é o uso de assinaturas, onde o usuário pode acompanhar o conteúdo compartilhado por outras pessoas, mesmo que elas não estejam em sua lista de contatos. O acompanhamento fica por conta de outro í­tem novo, chamado &#8220;minha rede&#8221;. Através dela você terá listadas todas as atividades de suas assinaturas, inserção de conteúdo, votação, adição de favoritos, entre outros. Além da movimentação em sua rede de assinaturas, você saberá também o que seus contatos andam compartilhando de conteúdo e o quanto sua rede de contatos cresceu.<span id="more-222"></span></p>
<p>Está clara a intenção de promover a integração na rede, criando uma comunidade em torno do Via6, através da utilização de compartilhamento de conteúdo. Uma boa sacada, diga-se de passagem, já que construí­mos naturalmente diversas redes sociais baseadas em tópicos de interesse, sejam eles esporte, religião, preferências por filmes, etc. Agregar esse fator na rede foi bastante inteligente.  Pode-se saber, por exemplo, que seu contato votou em determinada notí­cia compartilhada positivamente, agregando uma meta-informação í  sua rede: a opinião sobre os assuntos tratados.</p>
<p><strong>Integração</strong></p>
<p><img src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2007/08/minirede-via6.png" title="minirede via6" alt="minirede via6" align="right" border="0" height="173" width="158" />Talvez ainda falte uma forma mais clara de integração com o Rec6 no perfil da Via6. O único acesso que encontrei foi o botão no rodapé, mesmo assim a sessão (login) foi mantida ao trocar para o serviço. O que me levou a observar um resumo do que é o &#8220;minha rede&#8221;. Uma caixinha chamada &#8220;Mini rede Via6&#8243; resume as últimas ações de sua rede de contatos, sem a necessidade de acessar o seu perfil, caso esteja navegando no conteúdo e logado na rede.</p>
<p>Ainda na seção de conteúdo colaborativo &#8211; Rec6 &#8211; a possibilidade de assinar um perfil está facilmente disposta em cada notí­cia listada, logo abaixo da imagem do autor. Assinar o perfil está í  distância de apenas um clique &#8211; mais um ponto em usabilidade.</p>
<p>Com mais essas atualizações, a Via6 dá mais um passo em direção í  formação de redes sociais de conteúdo, um mash-up pra lá de bem vindo. E que venham mais novidades.</p>
<p>&#8211;<br />
<small>Esse texto é uma resenha patrocinada. O conteúdo do mesmo reflete as minhas opiniões ao avaliar o que foi pedido, <u>sem interferências do solicitante</u>. Caso deseje ter o seu produto ou serviço avaliado por mim, <a href="http://tecnocracia.com.br/contato" title="Tecnocracia : Contato">entre em contato</a>.</small></p>
<p>[tags]Via6, Rec6, Web 2.0, Redes Sociais, Review[/tags]</p>
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