Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007 - 10:23
É cada vez mais constante tomarmos conhecimentos de processos judiciais aplicados contra sites, autores e empresas de Internet. A grande maioria não dá em nada, não atinge o efeito necessário e muitas vezes obtém-se justamente o efeito contrário. Será que o problema está na Internet ou precisamos de um ‘Direito 2.0‘?
Existe um conhecimento, para nós que já estamos acostumados com a Internet, de que algo quando ‘cai na rede’ não temos mais controle. Isso em parte é uma grande verdade, tendo em vista que cada usuário é um potencial publicador/replicador de conteúdo e não existe integração entre as legislações internacionais, nem mesmo existe consenso. Mas a rede não é uma ‘terra de ninguém’, cada um de nós é responsável pelos seus atos tanto na vida virtual quanto na real (aliás, não há exatamente uma diferenciação entre elas) e assumiremos judicialmente caso quebremos qualquer lei, seja na Internet ou no pátio do condomínio. Ler o artigo completo
Quinta-feira, 20 de Setembro de 2007 - 9:24
Semana passada ao retornar de São Paulo e louco para colocar o trabalho em dia, me deparo com um “blackout” da Sercomtel, empresa municipal de telefonia fixa, celular e Internet aqui de Londrina. Já não é a primeira vez que isso acontece, mas como das outras que presenciei, a comunicação ao usuário é praticamente nula.
Liguei algumas vezes para o suporte e quando consegui ser atendido só tive a confirmação que veio como algo que pudesse me tranquilizar, mas na verdade é desesperador: “Não se preocupe, sr. O problema é geral.” Mas como não me preocupar se o problema é geral? Toda a Sercomtel ficou fora do ar e, não por acaso, é a empresa com maior penetração no mercado local. Quase todo mundo que conheço usa a Sercomtel como provedora de conexão com a Internet. Nada mais óbvio, já que é a empresa que praticamente detém o monopólio da telefonia fixa. Ler o artigo completo
Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007 - 10:49
Nos últimos dias temos acompanhado alguns lançamentos da Rede Globo “inspiradas” no que convencionamos chamar de Web 2.0. Primeiro foi uma mudança radical em seu layout da home, simplificando (até demais) tudo, tornando extremamente leve, usando DIVs ao invés de tabelas (o que não significa exatamente seguir os padrões web), usando tags e outros elementos vistos em blogs e serviços dessa geração. Simplificou demais, acabou ficando pobre, sem graça.
Na sequência, foi lançado o Bloglog (Que poderia se chamar Globolog ou Glob, hã?) - um serviço que agrega blogs de globais e outros famosos, que em sua grande maioria nunca tinha visto um blog na vida. Dá pra ver por exemplo, o blog da Fani do BBB, da Ana Maria Braga e da Angélica. A iniciativa é até bacana, quem sabe isso seja um caminho para a popularização dos blogs. Hummm não, acho que não. Quem vai ler blog de artista, a não ser os adolescentes? Ler o artigo completo
Sábado, 18 de Agosto de 2007 - 22:11
Tomei conhecimento agora que alguns sites estão bloqueando o acesso aos usuários de Firefox pelo simples motivo de existir uma ferramenta que roda no Firefox e que impede a exibição do AdSense. É o AdBlock Plus, uma extensão que é configurada para bloquear determinadas chamadas JavaScript, que pode incluir desde o AdSense até qualquer outra programação cliente-based - inclusive trackers, image replacers, etc. É muito simples criar um novo filtro. Ler o artigo completo
Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007 - 10:44
Não quis utilizar a palavra “povo” no título desse artigo porque sabemos todos que, apesar dos vários milhões de conectados - durante o Digital Age alguns palestrantes falaram em 18 milhões, outros em 25 milhões - ainda não podemos considerar como uma mídia de massa, como consideramos a TV (embora tenhamos mais celulares que TVs no Brasil). Não querendo confundir muito, o fato é que a Internet dá poder para a pessoa comum.
Isso que chamamos de Web 2.0 nada mais é que uma tendência no uso da Internet, de técnicas e tecnologias que já estavam disponíveis há anos e muitas delas já eram utilizadas antes de serem chamadas dessa forma. E essa tendência é o reconhecimento do outro lado de nossa tela. Pensamos fora do quadrado, apesar de o utilizarmos cada vez mais. Sabemos que a Internet não é um ambiente dissociado da realidade, como alguns ainda a tratam, e que além de nós de rede somos efetivamente pessoas, iguais a qualquer outra. Ler o artigo completo