Segunda-feira, 7 de Maio de 2007 - 22:55
Após descobrir que havia sido agraciado com um código promocional de 25 dólares no AdWords (), compartilhei com meus leitores a receita e alguns conseguiram utilizar o código, que foi brinde do Google aos usuários do Analytics. Outros se lamentaram não terem recebido ou terem apagado o e-mail. Enfim, foi bom enquanto durou o brinde. E quero compartilhar com vocês como foi a minha experiência.
Os tipos de anúncio
Inicialmente, a dúvida é o tipo de anúncio a escolher. O AdWords permite a exibição de anúncios por palavras-chave ou por exibição. O primeiro tipo deles pode ser exibido na rede de anunciantes parceiros (afiliados AdSense) e/ou nos resultados de busca do próprio Google. O segundo tipo é exibido apenas nos sites parceiros escolhidos pelo anunciante. Esse tipo de anúncio pode ser texto ou multimídia (imagem, flash ou vídeo). Ler o artigo completo
Quarta-feira, 11 de Abril de 2007 - 23:37
Hoje decidi virar blogueiro gente grande e anunciar o Tecnocracia no Google. Não se trata de SEO, Link Bait, Google Bombing, nada disso. Anunciante pagante, tá valendo?
Após ter configurado minha conta, notei um singelo campo de “Código Promocional” e lembrei de ter visto isso em algum lugar. Após procurar em muitos lugares, achei-o em minha conta do GMail. Acontece que eu sou usuário do Analytics, e o Google fez um envio ano passado (2006) para todos os usuários contendo um código promocional que expiraria no final do mês. Felizmente o código ainda vale, e se você usa o Analytics e recebeu esse e-mail, siga os passos abaixo e ganhe um crédito de US$25 (um pouco mais de R$ 50,00) para anunciar no AdWords.
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Quinta-feira, 15 de Março de 2007 - 22:37
Fazer otimização de um site para que obtenha melhores resultados nos sistemas de busca - ou SEO, Search Engine Optimizer - é uma arte. Não é apenas utilizar palavras-chave, como muitos pensam. O profissional de SEO é, antes de tudo, uma espécie de tradutor que age entre o que deve ser disponibilizado no site (mensagens, forma, metodologia, etc) e o que é enxergado pelos mecanismos de busca.
Não há receitas prontas e milagrosas que farão o seu site disparar no Google, mas se você seguir os mapas certos, quem sabe os seus sonhos de primeira página não se tornem realidade. Para ajudar um pouco, vão algumas dicas:
- Use os padrões web (web standards). Torne seu conteúdo o mais semântico possível. Vai escrever um título? Use h1, h2 … Um parágrafo? P. Listas? Ol, ul, li … Ah! E as tabelas? Servem para fazer tabelas, ora. Dados tabulares, não layout.
- Forneça títulos chamativos que tenham muita relação com o conteúdo do texto que o segue. Escrever “filmes de cachorros andando de skate” pode até fazer o seu site ser bem indexado com essas palavras-chave, mas não vai atrair o seu público alvo se você está falando de veterinária (veja que não fiz comparações esdrúxulas como falar de carnaval para vender bilhetes de loteria).
- Organize o seu conteúdo de forma que os termos mais relevantes apareçam mais próximo ao topo. Se a parte superior do seu site contiver propaganda de remédio, flores e desenhos, eles não precisam necessariamente estar no início do seu arquivo. Use CSS para posicioná-los e deixe no início o que for mais importante: seu menu, textos introdutórios, resumo de links com títulos e o conteúdo da seção propriamente dito. Já dizia minha avó: não coloque os carros adiante dos bois, ou em linguagem moderna “First things first”.
- Utilize o mínimo de formatações inline (dentro do código) possível, de preferência nenhuma. Da mesma forma, prefira adicionar imagens como backgrounds e forneça um texto explicativo em todas elas. Lembre-se, o Google não tem dicionário de imagens, ele precisa saber que aquele arquivo que você está exibindo é uma imagem de amostra das fontes que você desenvolveu e está vendendo.
- Faça links e faça com que outros sites façam links para o seu. Em blogs isso se consegue mais facilmente citando outras fontes de um texto que você escreveu. Se você usa um CMS inteligente, ele fará automaticamente um trackback, avisando ao site citado sobre o seu link e possibilitando uma “conversação” entre os blogs. Se o trackback não for possível, avise o outro site por e-mail, parabenize-o pelo texto e convide-o a ler o seu. Gentileza gera gentileza.
No mais, faça direito o seu trabalho, com dedicação e evite as tentações de utilizar técnicas reprovadas pelos mecanismos de busca. Não tente enganá-los, pois você pode ficar na geladeira por um bom tempo. Don´t be evil.
Você tem alguma dica de SEO para compartilhar conosco? Comente!
PS: Esse artigo possui todas as 15 palavras-chave mais pesquisadas no Google Brasil durante o mês de fevereiro de 2007. Verifique aqui.
[BL]SEO, Livro de SEO, Padrões Web, WebStandards, CMS[/BL]
Quinta-feira, 1 de Março de 2007 - 14:47
Na onda dos lançamentos, mais uma gigante dos softwares se rende ao Google. A Adobe anuncia oficialmente o lançamento da versão web do seu carro-chefe, preferido dos designers, Photoshop.
Não é de hoje que se percebeu a grande facilidade do ambiente web para o desenvolvimento de softwares. Também pudera: ambiente compartilhado; acessível mundialmente; multi-plataforma; facilmente atualizável (para todos os usuários); flexibilidade em idiomas e muitas outras vantagens cercam o http. O que me admira é que a Adobe tenha esperado tanto tempo e deixar concorrentes surgirem primeiro para lançar o WebPhotoshop.
O conceito dos aplicativos portáteis, rodados à partir do pendrive, aos poucos vai dando o merecido espaço aos SaaS (Software as a Service). O interessante é que o conceito é “velho”, já que o HoTMaiL foi o pioneiro nesse quesito (vale lembrar que não foi a Microsoft que lançou o HotMaiL, ela apenas o comprou depois de muito sucesso) e hoje toma pau do Gmail, da Google.
A grande tendência atual em utilizar o conceito SaaS é devido principalmente ao barateamento do acesso, fazendo com que mais usuários possam usufruir de banda larga, o que possibilita o uso de um software mais robusto através da Internet, sem (muita) perda de produtividade para as tarefas mais comuns. Claro que agências de publicidade e profissionais que editam imagens de 40Mb não vão passar a utilizar o Adobe Online, afinal de contas é muito mais rápido e prático manipular arquivos desse tamanho localmente, por mais larga que seja a banda de sua Internet.
A Adobe já se pronunciou a respeito do preço do aplicativo: GRÁTIS! Resta saber agora como eles vão ganhar dinheiro com isso, já que eles ganham vendendo softwares.
Quinta-feira, 1 de Março de 2007 - 9:57
Já faz algum tempo que o Google lançou (como beta, óbvio) um conjunto de aplicações via web personalizadas. No início a vantagem mais comemorada era a hospedagem gratuita dos e-mails - até 100 contas com 2 Gb cada - e website simples, com modestos recursos, para iniciantes mesmo.
Após alguns upgrades, atualmente o Google Apps conta com dois tipos de conta: Standard e Premier, sendo a segunda vendida por US$ 50 por ano para cada conta. Algumas vantagens foram adicionadas como suporte telefônico, integração com aplicações de terceiros através de APIs, taxa de uptime 99,9% e espaço de 10 Gb para e-mails. As contas Standard continuam sendo gratuitas e agregam além do e-mail e hosting, o calendário, Gtalk e mais recentemente Docs and Spreadsheets - o Office da Google - e Gmail Mobile.
Todos os recursos oferecidos são compartilháveis entre os usuários do domínio e gerenciáveis através de um painel de controle, disponível em vários idiomas. Vale lembrar que a interface do e-mail é o próprio Gmail, só que atendendo com seudominio.com.br.
Vamos ver até quando a Microsoft vai continuar afirmando que o sucesso do Google serviu apenas como um “alerta” para eles.