Tema: feeds

Ampliando a Blogosfera

Dias atrás troquei uns e-mails com o Eric Olson do FeedBurner sobre o programa FeedBurner Ad Network e o fato de não existirem anunciantes para o idioma português. Pensando nisso, pesquisei a existência de redes brasileiras no FeedBurner e não encontrei muitas significativas (em número de blogs ou assinantes) que pudesse convencer uma empresa multinacional ou brasileira a anunciar no FeedBurner. Resolvi criá-la.

Nasce a Rede Brasil, a maior concentração de blogs / sites brasileiros servidos pelo FeedBurner. Em um dia tivemos mais de 30 blogs inscritos com um total de assinantes superior a 10 mil. UAU!

Para participar, basta enviar seu e-mail cadastrado no FeedBurner (sim, seus feeds devem ser servidos pelo FeedBurner) através do Formulário de Contato e aguardar o convite. Vale lembrar que se seu cadastro não está inscrito no programa FAN, você deve enviar um e-mail para publisher@feedburner.com também, solicitando sua inscrição (isso não o impede de participar da Rede Brasil).

Participe! A Blogosfera Brasileira agradece.

Tableless em dose tripla

Não sei por que cargas d´água, ao migrar meus favoritos para feeds, eu acabei pulando o Tableless, site que acesso semi-diariamente e onde aprendi bastante coisa sobre padrões web – aliás, foi onde primeiro ouvi falar sobre padrões web.

Para compensar, vou listar aqui 3 dos últimos posts por lá que me chamaram a atenção e recomendo a leitura.

  • Convertidos Tableless de volta. Logo quando o site foi lançado, uma das seções mais visitadas era de sites “normais” (construidos com tabelas) convertidos para os padrões web pelo Diego Eis, a tí­tulo de estudo e demonstração das possibilidades. Os convertidos ficaram fora do ar desde 2005 por conta de uma notificação extra-judicial de uma das empresas “convertidas” e estão finalmente de volta. Confira!
  • Cuidado para não regredir. Com o surgimento de novas tecnologias e técnicas, muitas vezes elevadas ao grau de “tendência” ou “evolução” e algumas erroneamente batizadas de “Web2”, 3 … surgem sempre os extremistas, ou empolgados, que não sabem a hora certa de utilizar determinada técnica para atingir seu objetivo e começam a usar isso em tudo que é canto. O Ajax, por exemplo, não cabe em qualquer projeto.
  • Explorando o Tableless.com.br. Para aqueles que não conhece o site ou não tiveram tempo / oportunidade de explorá-lo totalmente, esse artigo contém links importantes para textos técnicos dentro do próprio site que podem ser muito úteis. Enjoy it!

Parabéns, pessoal. Prometo não perder mais seus artigos.

Feedburner com problemas

O Tecnocracia, assim como a grande maioria dos blogs que conheço, utiliza o FeedBurner para servir seus feeds e fornecer estatí­sticas básicas de acesso – quantos assinantes, quais programas utilizados, etc.

O serviço tem sido bastante satisfatório, mesmo em sua versão gratuita – a versão paga tem estatí­sticas detalhadas e uma série de outras ferramentas, das quais não preciso ainda – até hoje, quando alguma pane fez com que as estatí­sticas zerassem completamente. Nem mesmo a minha assinatura está sendo contabilizada. Logo agora em que comemorávamos o fato do Google Reader estar fornecendo corretamente o número de assinantes em seu serviço – aumentando o número do Tecnocracia em quase 100%.

Aparentemente esse problema não afetou o serviço de feeds, apenas as estatí­sticas.

Então, por favor, desconsiderem o número de assinantes que consta na lateral direita enquanto estivermos passando por esses problemas. Assim que tudo voltar ao normal, eu comunico aqui.

UPDATE: 14:10h – Problema resolvido (aparentemente).

Compartilhar, a essência da Internet

Compartilho da idéia do Henrique sobre a Internet. Desde meados de 1998, quando eu comecei a agir na Internet (em 1997 eu apenas tomei conhecimento de sua existência e comecei a acessá-la) descobrindo como ela funcionava, montando redes internas, servidores de chat, jogos, web, ftp, etc. eu gostei muito da expressão “compartilhar” e concluí­ que essa era a verdadeira essência da Internet.

Hoje estamos vivenciando um movimento grande em torno de sites “colaborativos” e isso tem tomado uma conotação de novidade, quando não é. Os padrões web são velhos, o método Ajax de desenvolvimento é velho, o “menos é mais” é velho, as defesas da usabilidade e acessibilidade são velhas. Tudo que estamos hoje encarando como coisas novas e revolucionárias, foram pensadas e criadas há um bom tempo, a grande maioria – para não ser radical e dizer todas – pensando em uma só coisa : compartilhar.

Estão aí­ os sites colaborativos que não me deixam mentir. Compartilha-se o poder de criar o site, de criar o conteúdo, de compartilhar conhecimentos. Olha os blogs nessa categoria. Mesmo os simples blogs pessoais, nada mais fazem que compartilhar da sua vida com o mundo. E podem ter certeza de que tem muita gente que os lê.

Assim como os feeds, que servem para compartilhar em tempo real o nosso conteúdo para quem não tem tempo ou paciência de entrar em cada site individualmente, temos “agora” (os primeiros rascunhos datam de 2002) o padrão OPML que compartilha os nossos feeds. Coisa impressionante, não ? Podemos compartilhar de uma forma padronizada, organizada e limpa as nossas fontes, nossas leituras diárias, nossas inspirações. Muito mais que um “blogroll”, que muitas vezes serve apenas para fazer “troca de links” entre amigos.

O Henrique já falou com muita propriedade sobre o assunto, para não ser repetitivo, leia o artigo dele na í­ntegra no Revolução ETC.

O meu OPML já está pronto, prometo atualizá-lo sempre. E o seu?

[UPDATE] Seguindo a dica do Élcio, estou disponibilizando meu OPML diretamente do Bloglines, eliminando a necessidade de atualizá-lo manualmente.

To feed or not to feed

Todos os dias nós inventamos coisas que economizem o nosso tempo, que nos façam produzir mais em menor tempo, para que tenhamos mais tempo para fazer nada. Oque acontece é que sempre aproveitamos o nosso tempo que ganhamos para fazer mais 🙂

Com a explosão de sites de notí­cias na Internet, com colaboração do surgimentos dos blogs, ficou impraticável aliar trabalho com visitas a sites de notí­cias – afinal nós sempre temos uma lista de mais de 20 sites que gostamos de ler. Ainda mais quando a visita ao site não reflete necessariamente numa nova notí­cia, pois nem todo site (blogs principalmente) atualizam-se diariamente.

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