Tema: Facebook

Facebook Social Search is in the house

Há alguns dias o Facebook anunciou sua “próxima grande coisa” (numa tradução livre e tosca do que eles mesmos disseram sobre isso): a Busca Social. Diferente do Web Search, que por mais que o Google esteja investindo em personalização em uma espécie de curadoria de resultados (o que eu acho bem ruim), não é a mesma coisa que você mesmo filtrar o tipo de resultados que deseja obter.

O Social Search do Facebook, usa suas conexões, interesses, fanpages e conexões de suas conexões, para exibir os resultados que você está buscando. Você pode usar uma variedade de combinações, sem uma ordem específica, para obter os resultados desejados.

Vamos aos exemplos de Social Search

Digamos que você queira saber, por exemplo, quantos e quais dos seus amigos de escola estão no Facebook e moram na mesma cidade que você. No meu caso, a busca seria: people who went to CEFET-BA and live in São Paulo, Brasil. O próprio Facebook vai sugerindo enquanto você digita. As primeiras pessoas listadas, abaixo:

Social Search 01 - Tecnocracia

Esse resultado foi enorme, com muita gente que eu não conheço, de períodos diferentes. Digamos que eu queira refinar um pouco essa busca, listando apenas amigos de amigos (lembre-se, “amigos” no caso são suas conexões de Facebook, ok? o sistema não adivinha quem é seu amigo). Minha busca foi: Friends of my friends and my friends who went to CEFET-BA and live in São Paulo, Brazil. A lógica era descobrir contemporâneos da escola que estão morando em Sampa. Mas o FB Social Search ainda não está tão afinadinho e me listou, dentro de vários outros resultados corretos, um ex-colega de sala que mora em outra cidade. Quén.

Social Search 02 - Tecnocracia

Vamos então resumir aos amigos e buscar outra entidade dentro do site do Sr Mark. Fotos :). Modo stalker ativado.

Social Search 03 - Tecnocracia

Tá vendo aquela caixinha ali do lado? Você pode usar para filtrar suas buscas, ao invés de se matar caprichar no seu inglês. Facilita bastante, não é?

Outros exemplos de busca que podem ser interessantes:

  • my female friends who are single (olhaí a prospecção pros solteiros)
  • my male friends who works at [sua empresa] and likes basketball (procurando parceiros pra jogar?)
  • female friends of my friends who lives in [sua cidade] and are single and like beer (opa!)
  • places my friends have been in [cidade onde você está viajando a trabalho] (onde é legal de ir?)
  • photos of my (female) friends taken in [nome de uma balada] (prospecção ou zoação só mudando uma palavra)

Em que isso é importante?

Em várias coisas. Como eu disse, o Google hoje já faz uma espécie de seleção dos resultados pra você, o que é uma merda, porque ele não sabe o que você está buscando, ele apenas tenta adivinhar. Além disso, uma busca web é muito diferente de uma busca social. Você sabe o que você quer ver, pode filtrar da forma que bem quiser no momento e a única pessoa que pode impedir que determinado conteúdo seja visto é o proprietário dele, o usuário, através dos filtros de privacidade.

A tendência é que existam duas internets (ou várias). A pública e a privada, dentro dos grandes sites fechados, como o Facebook. Acho que nem o Mark quando roubou a ideia dos professores imaginava que seu site um dia poderia ser uma espécie de Internet privada, do tamanho ou maior que pública. Como tudo tem seu lado ruim, hoje o Google controla as buscas, o Facebook controla o que é social. Decisões podem ser tomadas à sua revelia, afinal, não se esqueça que o site é privado e apesar de você colocar um monte de conteúdo nele, aquele pedacinho de terra virtual não é seu e pode ser retirado de você a qualquer tempo.

Você curtiu o Social Search? Tem preocupações de privacidade? Quer sugerir alguma busca interessante? 😉

Diário de Classe, um exercício de democracia

Isadora FaberIsadora Faber é uma menina de 13 anos, que mora em Florianópolis e estuda a sétima séria na Escola Básica Municipal Maria Tomázia Coelho. Cansada de suas reclamações sobre a situação precária da infraestrutura e das aulas não terem a devida atenção, resolveu criar – sozinha – uma página no Facebook para relatar seus dias na escola pública, sua visão estudantil do lugar em que passa a maior parte do seu dia e onde espera adquirir educação e conhecimento para a vida.

Isadora, uma estudante do ensino básico, exercendo seu pleno direito à opinião, fazendo o seu papel na democracia do país, sendo muito mais patriota que a grande maioria de nós, que só lembramos do termo patriotismo em época de Copa do Mundo, está sendo apoiada, muito apoiada, por pessoas que não a conhecem, mas a admiram. Além dos seus pais, claro, de quem provavelmente herdou o que sabe de cidadania. E só. Porque dentro da escola, não somente pelos “alvos” das críticas (professores e funcionários) mas também – pasmem – pelos seus colegas, aqueles a quem Isadora também defende, ela está sofrendo represálias e críticas, além de ameaças. Continue lendo “Diário de Classe, um exercício de democracia”

Facebook Dislike Button : Balela

De tempos em tempos esse aplicativo reaparece, junto com um outro que diz exibir os visitantes de seu perfil no Facebook. O app em questão promete inserir um botão “Não Curti” na sua conta do Facebook, para aqueles momentos em que sua maior vontade era xingar aquele seu amigo que compartilha “Eu Quero Tchu” ou “Odeio Segunda-Feira” regularmente.

Mas, não, amigos, tal botão simplesmente não existe. E o próprio Mark Zuckerberg, criador do Facebook, já declarou algumas vezes que não tem nenhuma intenção de criar um botão “Não Curti”. Sua intenção dentro do site é apenas compartilhar coisas que você realmente gosta. Caso não goste, você pode ignorar, denunciar (se for ofensivo) ou cancelar a assinatura de seu amigo, caso fique muito puto com ele ;-).

O aplicativo Facebook Dislike Button não é um virus propriamente dito, mas ele tem comportamento viral. Quando você aceita o “convite” de um amigo para usar o app, automaticamente ele rouba seus dados do Facebook, dá um curtir numa Fanpage chamada “Enable Dislike Button” (que promove o aplicativo) e convida seus amigos para participar do Dislike. A desculpa é engolível: seus amigos precisariam do aplicativo para ver as coisas que você não curtiu ;-). Mas o propósito é apenas roubar mais dados de usuários o quanto possível.

Como se proteger e o que fazer se você aceitou

Você deve ter uns convites pendentes de amigos para usar o tal botão. Simplesmente apague todos e compartilhe esse post aqui com seus amigos: http://balela.info/dislike/. Assim eles vão saber como se defender.

Caso você já tenha aceitado o convite e esteja com o aplicativo instalado em seu Facebook, siga os passos abaixo para remover a ameaça e se prevenir de um problema futuro:

Como remover aplicativos do Facebook

Como remover aplicativos do Facebook

  1. 1. Clique na setinha do canto superior direito da sua tela e selecione a opção  “Configurações de privacidade”
  2. 2. Encontre na lista a opção “Aplicativos e sites” e clique em “Editar configurações” logo ao lado da opção
  3. 3. Clique no X vermelho “Remover”
  4. 4. Encontre na lista os aplicativos maliciosos que você busca (nesse caso, qualquer coisa com “Dislike”) e clique no “X” ao lado da opção “Editar”, do lado direito do nome do aplicativo. Na sequencia, clique no botão “Remover”

Como bloquear e denunciar uma página no Facebook

Como denunciar uma página no Facebook

  1. 1. Vá para o endereço da página em questão
  2. 2. Clique no botão “Curtiu”, caso ele esteja selecionado, para remover sua opção de curtir
  3. 3. Ao lado do botão “Curtir”, clique no desenho da engrenagem, do lado direito
  4. 4. Selecione “Denunciar página”
  5. 5. Na sequencia, marque a opção “Spam ou fraude” e clique “Continuar”
  6. 6. Clique “Ok” para finalizar

Compartilhe esse post aqui com seus amigos, enviando para eles esse endereço: http://balela.info/dislike/ ou clicando em “Facebook”, no quadradinho azul do canto superior direito desse post.

Google+. Mais uma tentativa da Google de ser “social”

Já fazem alguns dias que a gigante das buscas lançou o seu mais novo serviço, que alguns dizem ser uma rede social, mas a própria empresa nega esse rótulo. O Google+ (plus) chegou fazendo um baita barulho, utilizando a já conhecida estratégia dos “convites limitados” (mas abrindo as pernas bem rápido) e sendo falada em toda a Internet. Todo mundo quer testar o tal serviço, com isso, a base de usuários cresceu absurdamente rápido, mas eu vejo pouca gente efetivamente usando a ferramenta.

E, afinal, o que é o tal “plus”?

Alguns dizem que é uma tentativa marromeno de copiar o Facebook, outros dizem ser uma cópia melhorada do Yahoo! Meme, outros ainda dizem ser uma evolução do falecido Jaiku (da própria Google), mas no frigir dos ovos é um aglomerado de intersecções de outros serviços Google. Continue lendo “Google+. Mais uma tentativa da Google de ser “social””

Amplie sua imagem de perfil no FaceBook


Na verdade você amplia a percepção da sua imagem em seu perfil, o que na prática pode dar no mesmo. Chama-se Gestalt – o nosso cérebro acaba completando as partes que faltam da imagem (nunca imaginei que citaria Gestalt aqui no Tecnocracia).

A técnica está sendo utilizada desde que o novo perfil do FaceBook está disponí­vel, mas antes era tarefa para uns poucos, que tinham a paciência de fazer os recortes manualmente. Como tudo na Internet evolui muito rápido, já existem aplicações que fazem todo o trabalho por você, desde o recorte da imagem até o upload das mesmas. Você só precisa marcar as imagens. Continue lendo “Amplie sua imagem de perfil no FaceBook”