Manoel Netto em 17 de junho de 2010
Tem gente dizendo (faz tempo) que o blog morreu, Twitter está morimbundo e as redes sociais têm câncer incurável. Balela. O fato de as tecnologias mudarem constantemente, não quer dizer necessariamente que um meio substitui o outro. O conceito de “morrer” nesse caso não é tão fatal. O uso pode reduzir, até bastante, mas não vai chegar a ficar nulo.
Sobre as redes sociais especificamente, já que é este o assunto do post, a minha visão é a de que todos os sites tendem a virar “redes sociais”, reduzindo as que nós conhecemos hoje ao papel de “organizador de panelinhas” (ou agenda dos bródi). É bastante provável que essas próprias redes já tenham pensado nisso e, em algum momento provavelmente próximo, criem mecanismos que facilitem a integração de seus grafos sociais (os relacionamentos dos seus usuários), criando uma noção de “interredes” – onde todas as redes sociais sejam baseadas em uma única malha de relacionamentos.
Viagem? Talvez, mas tenho certeza de que não sou o único que pensa dessa forma. É uma possibilidade, não quer dizer que é a única ou a mais provável. Veremos os próximos passos no seu tempo. Ler o artigo completo
Manoel Netto em 27 de janeiro de 2010
As lojas de aplicativos móveis vieram pra ficar mesmo. Depois de fabricantes de aparelhos e sistemas operacionais móveis como a Apple, Microsoft e Google lançarem suas app stores, chegou a vez das operadoras entrarem no jogo. Saindo na frente da concorrência, a VIVO anunciou no segundo dia do Campus Party 2010, sua Plataforma de Desenvolvedores VIVO.
Apostando no desenvolvedor como disseminador, a VIVO propõe um arrojado sistema de remuneração para quem se arriscar a criar aplicações móveis em sua plataforma. Além de ficar com 70% da venda do aplicativo, o autor do app também terá uma receita recorrente de 10% do tráfego gerado através de sua criação, modelo inédito no mundo, segundo a VIVO. Ler o artigo completo
Manoel Netto em 1 de março de 2009
CAPTCHA é um acrônimo do inglês Completely Automated Public Turing Test To Tell Computers and Humans Apart que identifica sistemas automatizados de diferenciação de humanos e máquinas. Ele serve para evitar SPAM, automatização de consultas de sistemas terceiros, chupação de conteúdo online, etc. A idéia principal do CAPTCHA é exibir um desafio que apenas um ser humano seja capaz de resolver, barrando um computador.

Os mecanismos mais conhecidos são as exibições de uma imagem contendo uma sequência alfanumérica para que seja transcrita em uma caixa de texto normal. Depois que os robôs se tornaram capazes de “ler” imagens, os CAPTCHAs tem se adequado, tornando-se um pouco mais complexos, desde colocando imagens borradas (que dificultam até a leitura humana. #FAIL) até escrevendo desafios, como os do Registro.BR. Exemplos: Quais os caracteres em amarelo? Quais dos caracteres não são consoantes? Quais dos caracteres são números? Infelizmente, no caso do Registro.br, existe um link direto para consultas sem passar pelo CAPTCHA! #FAIL2. Ler o artigo completo
Manoel Netto em 28 de outubro de 2007
A segunda palestra do Intercon 2007 do primeiro dia (sexta-feira, 26) foi claramente direcionada para profissionais envolvidos na construção de um site, principalmente designers e desenvolvedores. O Élcio Ferreira, diretor da Visie, discorreu sobre o tema “Produtividade: Seja Simples” e conseguiu atingir diretamente mais de 80% da platéia.
Profundo conhecedor de diversas linguagens de programação, Élcio – um dos criadores do Tableless, junto com o Diego Eis – mostrou ser bastante articulado e um palestrante que prende a atenção do público. Sempre bem humorado, fez uma comparação interessante entre o “velho” modo de se fazer sites e o “novo” e melhorado modo, além da conhecida – entre nós – rivalidade entre a equipe de programação e de criação, mostrando que programadores e designers têm muito mais semelhanças que diferenças. Ler o artigo completo
Manoel Netto em 1 de julho de 2007
A Internet não está, mas deveria constar na votação para conseguir um lugarzinho numa das sete maravilhas do mundo moderno. Todo mundo quer estar na Internet, ter seu site, escrever um blog, compartilhar fotos e vender online. Mas será que em todos os casos, estar no Google é fórmula de sobrevivência no mercado?
Até hoje eu nunca tive que desaconselhar algum cliente quanto a criação de seu site na web. Mas já reduzi projetos ou aumentei, de acordo com o perfil do seu negócio. Nem toda empresa precisa de uma loja online, da mesma forma que para algumas empresas um site institucional joga contra ao contrário de ajudar. No desespero de estar online, as empresas não avaliam o formato de seu investimento na web e desperdiçam uma grande chance de incrementar seu negócio. Ler o artigo completo