Tema: desenvolvimento

Layout novo, mais coisas novas vindo

Tecnocracia 2013

Dois mil e treze está sendo um ano cheio de coisas novas. Está vindo por aí uma filhotinha e junto com ela outros “se jogue” que eu tenho assumido. Há poucos meses deixei de ser funcionário, como tenho sido desde que cheguei em São Paulo, e assumi de vez minha empresa de desenvolvimento WordPress, atividade que eu executava por hobby e quando dava tempo, entre uma coisa e outra. Agora, meus amigos, é tudo ou tudo :).

Junto com isso, voltou a vontade de blogar e estou retomando a atividade, começando por renovar os layouts e algo de posicionamento, revisando coisas que podem ser modificadas e decidindo o que vou enterrar (oh, que difícil decisão, sou muito apegado com minhas criações).

2013 e o novo Tecnocracia

O Tecnocracia é a menina dos meus olhos. Foi o primeiro blog que eu coloquei no ar em WordPress, cuidando de tudo sozinho, lá em 2006. Já foi meu único blog por muito tempo e provavelmente será o meu principal por mais uma longa estrada. A renovação começou por ele, mas com tanto cuidado e carinho que tenho por esse canto, acabou levando muito mais tempo do que eu previa (a marca foi criada há mais de 1 ano, quando comecei a fazer o layout também).

Nessa nova versão, mais bonita, mais limpa e com umas personalizações bacanas de categorias (dei uma mexida nisso também), eu pretendo compartilhar mais conteúdo interessante, não restrito a tecnologia em si. Esse blog está muito sério, vamos dar uma sacudida, não é? Então preparem-se para alguns tipos de conteúdo que vocês não costumavam ver por aqui. Claro que o escopo geral continuará sendo tecnologia, mas vão entrar umas coisas mais lúdicas daqui pra frente.

Como sempre, a minha ansiedade em colocar o site no ar foi enorme e eu acabei codificando em 2 dias o que levei esse tempo todo pra criar. Então, mil perdões caso vocês encontrem um ou outro erro por aí, eu prometo que vou corrigir. E se puderem me avisar dos bugs, eu ficarei imensamente grato.

Bom, é isso, seja bem vindo ao novo Tecnocracia.

Ah! E se quiser um redesign no seu blog também, basta entrar em contato lá no site da empresa. 😉

Geeks on Mocha Hackathon 2013

Geeks on Mocha 3a Edição - 2012

A 4a edição do Geeks on Mocha Hackathon vai acontecer agora em março. Nos dias 16 e 17 de março, desenvolvedores se reunirão mais uma vez em pequenos grupos, no Rio de Janeiro, para desenvolver soluções em conjunto. Criado em 2012 por Cadu de Castro Alves e Monique Fernandes, o evento surgiu da necessidade observada no mercado em encontrar designers e desenvolvedores qualificados, e acabou se tornando uma oportunidade para o surgimento de novas startups.

O modelo Hackathon (estilo HackDay) é bem interessante. Com o nome derivado de “maratona”, os participantes se organizam em pequenos grupos, definem, planejam e produzem o desafio em menos de 24 horas. Organização é a palavra-chave desse desafio, que de outro modo seria praticamente uma gincana. Os grupos que conseguem entregar os melhores projetos nesse tempo, são premiados e ainda tem seu esforço colocado em destaque. Vale lembrar que esse tipo de evento atrai muitos empregadores e investidores, que obviamente estarão de olho nos melhores talentos.

Como funciona o Hackathon

Cada inscrição no evento, antecipada, define se o desenvolvedor já possui ou não um grupo definido. Para inscrições individuais, os grupos serão formados no primeiro dia do evento, à partir das 9h. O tema dos projetos é surpresa e anunciado no início do evento – para evitar que as pessoas se organizem previamente e estraguem o objetivo do evento. Não ia ter graça, não é? 😉

O início oficial do Hackathon é às 15h. A organização disponibilizará toda a infraestrutura – cadeiras, mesas, tomadas, adaptadores, Internet e até comida e bebida – mas não haverá equipamentos disponíveis para os devs, então, trate de levar o seu computador.

O projeto fica por sua conta, e você pode entregá-lo em qualquer ambiente, plataforma, linguagem de programação ou interface que quiser, desde o velho html até mesmo aplicativos para console de videogame. Mas há restrições, claro. Você pode utilizar ou requisitar recursos externos, mas todo código e imagens utilizadas deverão ser gerados pelos participantes. Bibliotecas prontas podem ser utilizadas, desde que sejam gratuitas e open-source e não gerem grandes desvantagens entre os participantes. Não vale, por exemplo, criar um aplicativo cujas funcionalidades estejam todas prontas em uma biblioteca qualquer.

Vai encarar?

Elgg. Crie sua própria rede social

Tem gente dizendo (faz tempo) que o blog morreu, Twitter está morimbundo e as redes sociais têm câncer incurável. Balela. O fato de as tecnologias mudarem constantemente, não quer dizer necessariamente que um meio substitui o outro. O conceito de “morrer” nesse caso não é tão fatal. O uso pode reduzir, até bastante, mas não vai chegar a ficar nulo.

Sobre as redes sociais especificamente, já que é este o assunto do post, a minha visão é a de que todos os sites tendem a virar “redes sociais”, reduzindo as que nós conhecemos hoje ao papel de “organizador de panelinhas” (ou agenda dos bródi). É bastante provável que essas próprias redes já tenham pensado nisso e, em algum momento provavelmente próximo, criem mecanismos que facilitem a integração de seus grafos sociais (os relacionamentos dos seus usuários), criando uma noção de “interredes” – onde todas as redes sociais sejam baseadas em uma única malha de relacionamentos.

Viagem? Talvez, mas tenho certeza de que não sou o único que pensa dessa forma. É uma possibilidade, não quer dizer que é a única ou a mais provável. Veremos os próximos passos no seu tempo. Continue lendo “Elgg. Crie sua própria rede social”

VIVO lança plataforma de desenvolvimento no Campus Party

As lojas de aplicativos móveis vieram pra ficar mesmo. Depois de fabricantes de aparelhos e sistemas operacionais móveis como a Apple, Microsoft e Google lançarem suas app stores, chegou a vez das operadoras entrarem no jogo. Saindo na frente da concorrência, a VIVO anunciou no segundo dia do Campus Party 2010, sua Plataforma de Desenvolvedores VIVO.

Apostando no desenvolvedor como disseminador, a VIVO propõe um arrojado sistema de remuneração para quem se arriscar a criar aplicações móveis em sua plataforma. Além de ficar com 70% da venda do aplicativo, o autor do app também terá uma receita recorrente de 10% do tráfego gerado através de sua criação, modelo inédito no mundo, segundo a VIVO. Continue lendo “VIVO lança plataforma de desenvolvimento no Campus Party”

CAPTCHA reverso ou negativo. Protegendo-se contra SPAMs

CAPTCHA é um acrônimo do inglês Completely Automated Public Turing Test To Tell Computers and Humans Apart que identifica sistemas automatizados de diferenciação de humanos e máquinas. Ele serve para evitar SPAM, automatização de consultas de sistemas terceiros, chupação de conteúdo online, etc. A idéia principal do CAPTCHA é exibir um desafio que apenas um ser humano seja capaz de resolver, barrando um computador.

captcha-registrobr-fail

Os mecanismos mais conhecidos são as exibições de uma imagem contendo uma sequência alfanumérica para que seja transcrita em uma caixa de texto normal. Depois que os robôs se tornaram capazes de “ler” imagens, os CAPTCHAs tem se adequado, tornando-se um pouco mais complexos, desde colocando imagens borradas (que dificultam até a leitura humana. #FAIL) até escrevendo desafios, como os do Registro.BR. Exemplos: Quais os caracteres em amarelo? Quais dos caracteres não são consoantes? Quais dos caracteres são números? Infelizmente, no caso do Registro.br, existe um link direto para consultas sem passar pelo CAPTCHA! #FAIL2. Continue lendo “CAPTCHA reverso ou negativo. Protegendo-se contra SPAMs”