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	<title>Tecnocracia : Estado Tecnológico &#187; bolha2.0</title>
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	<description>Tecnologia, Opinião e Comportamento Geek</description>
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		<title>Resultados de busca personalizados</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 16:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[bolha2.0]]></category>
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		<category><![CDATA[Crowdsourcing]]></category>
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		<description><![CDATA[O Google anunciou nessa quinta-feira (ontem, dia 20) uma nova feature em seu mecanismo de busca: a personalização dos resultados. A partir de agora &#8211; está sendo liberado gradualmente a todos os usuários &#8211; você vai poder dizer ao Big G se um determinado item retornado junto com os resultados de sua busca é ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" title="Profeta" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2012/05/profetahr2.gif" alt="" width="200" height="150" style="float:right; margin-left:10px; " />O Google <a title="Folha Informática : Google anuncia mudanças em resultados de busca" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u470101.shtml" target="_blank">anunciou nessa quinta-feira</a> (ontem, dia 20) uma nova feature em seu mecanismo de busca: a personalização dos resultados. A partir de agora &#8211; está sendo liberado gradualmente a todos os usuários &#8211; você vai poder dizer ao Big G se um determinado item retornado junto com os resultados de sua busca é ou não relevante, podendo alterar a ordem de resultados (priorizando um item mais relevante que outro) e até mesmo remover um item que não possua conteúdo de acordo com o que você busca. Além disso, você poderá fazer anotações em cada link retornado, para se lembrar depois de algum detalhe.</p>
<p>Inicialmente, tudo o que você alterar só vale para você &#8211; para utilizar o recurso, o usuário tem que estar logado com sua conta Google, mas a empresa não descarta a possibilidade de usar, no futuro, uma combinação de filtros feitos por usuários para construção de inteligência em seu algoritmo. Isso significa que um site que é bem rankeado para determinados termos de busca, mas não possui conteúdo relevante (cof cof sites caça-para-quedistas cof cof), por ser removido por muitos usuários, pode deixar de ser exibido para outros usuários. <a title="Tecnocracia : A Bolha do AdSense vai estourar" href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/a-bolha-adsense-vai-estourar">Alguém aí­ pensou em <strong>Bolha do AdSense</strong></a>?<span id="more-423"></span></p>
<h3>Veja como fica um resultado de busca com os filtros pessoais habilitados</h3>
<p style="text-align: center;"><a href="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/ranking-personalizado-google.gif" rel="lightbox[423]"><img class="size-full wp-image-424 aligncenter" title="Filtros em resultados de busca" src="http://tecnocracia.com.br/wp-content/uploads/2008/11/ranking-personalizado-google.gif" alt="Ranking de Busca Personalizados" /></a></p>
<p>É a primeira vez que o Google usa (ou admite que usa) ações do usuário para influenciar diretamente em seus resultados de busca. Muita gente provavelmente vá reclamar que isso vai desacreditar os resultados ou o próprio PageRank, método utilizado pelo Google para ordenar automaticamente os resultados de acordo com a relevância, mas a grande verdade é que esse pode ser o passo da empresa na direção certa, levando em conta a inteligência coletiva (e não artificial).</p>
<p>Veja bem, já temos os links patrocinados, que são sugestões pagas, já temos o sistema de <a title="Tecnocracia : Social Search" href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/adicione-indicacoes-de-especialistas-em-seus-resultados-de-busca">indicações de especialistas</a> (meu amigo sugere links e eu vejo com destaque quando busco algo) e agora podemos estar presenciando o surgimento de um possí­vel Social Search. Hoje meus filtros funcionam apenas para mim, amanhã pode funcionar para meus amigos (com a opção de escolher quais meus contatos podem <strong>influenciar nos meus resultados</strong> de busca).</p>
<p>No futuro, teremos um grande filtro social, muito mais poderoso e inteligente que o PageRank, que poderá nos sugerir resultados baseado em nossas preferências, nossa rede de contatos, nossa localização geográfica, o clima local, seu histórico de navegação e trocentas outras variáveis que o Google pode usar (sabe-se lá se já não usa) e que faria muita gente defensora da privacidade online arrepiar todos os pelos do corpo.</p>
<p><strong>All your base are belong to us</strong>, yet!</p>
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		<title>O texto é patrocinado, a opinião não deve ser</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 12:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Midia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Agencia]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
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		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre que questionado sobre esse assunto, fico elocubrando várias coisas em torno do tema. Coisas que variam de &#8220;que pessoal mais chato&#8221; até &#8220;de certa forma, concordo contigo&#8221;. Quando um blog escreve um texto e avisa que ele está ali porque foi pago, desperta sempre a ira de alguns e o apoio de outros. Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sxc.hu/index.phtml" title="Stock.Xchng" target="_blank"><img src="http://img214.imageshack.us/img214/7726/896988moneyub3.jpg" title="Copyleft Stock.Xchng" alt="Copyleft Stock.Xchng" align="right" border="0" height="200" width="300" /></a>Sempre que questionado sobre esse assunto, fico elocubrando várias coisas em torno do tema. Coisas que variam de &#8220;que pessoal mais chato&#8221; até &#8220;de certa forma, concordo contigo&#8221;. Quando um blog escreve um texto e avisa que ele está ali porque foi pago, desperta sempre a ira de alguns e o apoio de outros.</p>
<p>Eu já levantei a bola sobre a &#8220;<a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/a-bolha-adsense-vai-estourar" title="Tecnocracia : A bolha AdSense vai estourar">bolha AdSense</a>&#8221; &#8211; que alguns entenderam (equivocadamente) como uma afirmação de que o programa de afiliados iria acabar &#8211; e sobre outras questões acerca da rentabilização dos blogs. Ultimamente tenho me envolvido em alguns caminhos, tentando abrir portas para blogs em empresas e vice-versa e isso me tem feito pensar nas possibilidades existente. Uma delas &#8211; e talvez a mais óbvia e honesta &#8211; é a questão dos artigos / resenhas patrocinadas.<span id="more-253"></span></p>
<p>Acontece muito, desde que a opinião das pessoas passou a contar na produção industrial. Uma empresa contata uma pessoa &#8211; ou um grupo delas &#8211; para que avalie o seu produto / serviço e o diga se gosta, quais são os defeitos, quais as vantagens, facilidades de uso, etc. Essa pessoa poderia ser um profissional consultor da área ou simplesmente um possí­vel consumidor do produto. Isso não vinha í  público e era feito antes do lançamento do produto. Desde que surgiu a imprensa e a publicidade, existem resenhas pagas em revistas, jornais e TV, feitas por um jornalista ou simplesmente replicadas por ele. Algumas vezes existem laboratórios, testes do produto e o jornalista escreve os resultados com pontos positivos e negativos, mas na maioria das vezes é apenas &#8220;jabá&#8221;. Paga-se para falar do seu produto &#8211; e bem.</p>
<p>Como os blogs não estão subordinados a nenhuma linha editorial, nenhuma instituição e são em sua maioria feitos por apenas uma pessoa &#8211; seja em seu tempo livre ou levado í  sério como um negócio, o compromisso de ter que falar bem vem abaixo. Blogueiros normalmente são geeks e adoram testar coisas novas. O fariam de graça a depender do produto ou da &#8220;exclusividade&#8221; do teste (egos, sim, claro). Imagina então se alguém lhe paga para testar um serviço qualquer, dizer o que acha daquilo sem compromisso de elogiar e ainda render um material para publicar no blog? Fechou!</p>
<p>O que muitos levantam é uma questão relevante sobre o assunto no que diz respeito í  credibilidade dessa opinião, uma vez que ela foi paga. Oras, o teste da marca foi pago, emitir sua opinião foi pago, mas não o teor da mesma. Se é pra fazer jabá, que se crie um banner ou uma campanha, faça-se uma promoção no site. Se os nossos leitores visitam esse espaço em busca de opinião, vendê-la seria um tiro no pé &#8211; ou na cabeça mesmo.</p>
<p>E dá pra falar mal de quem te paga? Depende. Se você tem um blog e aceita uma resenha paga só para falar mal da marca, eu consideraria uma reflexão. No meu caso &#8211; vou salientar, estou falando de mim &#8211; se já conheço um produto e não gosto, não toparia fazer a resenha, não aceitaria a grana e pronto. Se eu não conheço o produto e, após os devidos testes, não encontrar nenhum ponto positivo nele, não publico o material. Aceito o pagamento pelos testes, envio o meu texto para o cliente como produto de minha consultoria e questiono se mesmo assim ele quer que eu publique no blog. Obviamente é minha opinião e eu não mudo uma palavra do que estiver escrito, mas se ele é do tipo &#8220;falem mal, mas falem de mim&#8221;, tudo bem.</p>
<p>Mesmo em um texto em que você não discorde totalmente, há sempre pontos negativos em qualquer produto, afinal, não existe produto, marca ou empresa perfeita. Mas existem diversas formas de dizer que algo não presta (no seu ponto de vista):</p>
<ul>
<li>&#8220;Infelizmente a porcaria do [BP:Smartphone]Treo 680[/BP] não tem wi-fi. Que m* de smartphone é esse?&#8221;</li>
<li>&#8220;Como era de se esperar da Palm, o Treo 680 não tem wi-fi. Que pena, não seria minha opção de smartphone.&#8221;</li>
<li>&#8220;Nada é perfeito. O Treo 680 não tem wi-fi, mas quem precisa disso?&#8221;</li>
<li>&#8220;E para completar o tí­pico produto Palm, o Treo 680 não tem wi-fi. Ótimo! Eu não queria mesmo&#8230;&#8221;</li>
</ul>
<p>Alguns mais que outros vão refletir a sua opinião &#8211; ou a de quem você está lendo. E tem mais: não tente ser imparcial. Seu papel é emitir sua opinião, portanto, parcialidade já está incluí­da no pacote. Se você gostar, diga que gostou. Se não gostar, diga.</p>
<p>Ah! E, por favor, <u>nunca deixe de avisar ao seu leitor</u>, de forma bem clara, que aquele é um artigo patrocinado, resenha paga, seja lá o nome que quiser dar &#8211; de preferência no tí­tulo ou no primeiro parágrafo. Ele merece ter o direito de optar por não ler, se assim o quiser.</p>
<p>&#8211;<br />
Esse texto foi concebido para o <strong>Nossa Opinião</strong>, um projeto de blogagem coletiva e descentralizada. <a href="http://nossaopiniao.com.br/" title="Nossa Opinião" target="_blank">Leia as outras opiniões sobre esse assunto</a>.</p>
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		<title>A &#8220;Bolha AdSense&#8221; vai estourar</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 19:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de fazer essa afirmação em diversos &#8220;guetos&#8221; da blogosfera (listas, Twitter, encontros pessoais, eventos), venho ao blog publicar uma concatenação de pensamentos que me levam a crer nisso e tentar expor da melhor forma, para quem é blogueiro, pretende fazer dele um negócio e viver disso, ou quem está pensando em criar um blog [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img401.imageshack.us/img401/7425/profetahr2.gif" title="O Profeta" alt="O Profeta" align="left" border="0" height="150" width="200" />Depois de fazer essa afirmação em diversos &#8220;guetos&#8221; da blogosfera (listas, <a href="http://twitter.com/manoelnetto" title="Twitter : Manoel Netto" target="_blank">Twitter</a>, encontros pessoais, eventos), venho ao blog publicar uma concatenação de pensamentos que me levam a crer nisso e tentar expor da melhor forma, para quem é blogueiro, pretende fazer dele um negócio e viver disso, ou quem está pensando em criar um blog para ganhar dinheiro e acha que é moleza.<span id="more-250"></span></p>
<h3>Breve introdução<strong> </strong></h3>
<p>Só para ter a certeza de que me explico, AdSense é o programa de comissionamento por exibição de anúncios, criado pelo Google, através do programa AdWords. Um anunciante cria uma campanha no AdWords e de acordo com suas palavras-chave definidas, eles são exibidos nos sites parceiros (em sua maioria blogs). Se algum visitante clica num anúncio desses, o Google ganha uma graninha e compartilha um pedacinho dela com o editor do blog. Existem anúncios que pagam por clique, outros por exibição e outros por ação (efetuar um download, por exemplo).</p>
<p>Acontece que hoje existem milhares de sites em todo o mundo que têm sua principal fonte de renda baseada no AdSense, e por isso, escrevem seu conteúdo com a perspicácia necessária para inserir palavras que sejam bem indexadas, para que seu blog tenha muita visitação, aumentando a probabilidade de um clique. Quem abusa desse recurso, escrevendo principalmente sobre &#8220;assuntos da moda&#8221;, &#8220;populares&#8221; ou como chamamos &#8220;hypes&#8221; (por exemplo, o <a href="http://pimentacomdende.com/hypes-power-a-estranha-obsessao-pela-polemica-e-por-tudo-que-e-proibido.html" title="Pimenta com Dendê : O Hype da TAM">acidente da TAM</a> em Congonhas, os Rebeldes, as várias capas de revistas masculinas, etc), são os chamados blogs caça-para-quedistas &#8211; e os <a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/qual-o-seu-perfil-de-usuario" title="Tecnocracia : Qual o seu perfil de usuário?">para-quedistas</a>, por sua vez, são as pessoas que &#8220;caem&#8221; em nossos blogs procurando por algo e geralmente não encontram, clicando no primeiro link em seguida para sair do blog.</p>
<h3>O que está por vir</h3>
<p>Não é surpresa para ninguém que os blogs estão ganhando &#8211; em muito &#8211; dos portais e sites de notí­cias em geral no quesito <a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/a-arte-do-seo" title="Tecnocracia : A arte do SEO">SEO</a>. Isso faz com que, cada vez mais, a primeira página do Google esteja preenchida somente com blogs para qualquer palavra buscada. Como a grande maioria dos termos buscados é puro &#8220;hype&#8221; e quem busca por esses assuntos não &#8220;consome&#8221;, apenas sai clicando, como um bando de gafanhotos, os anúncios exibidos nessas páginas são contabilizados para o anunciante e para o editor, mas não geram resultado. Como essa tendência é crescente, logo os anunciantes vão ficar insatisfeitos com o modelo &#8220;pago por clique&#8221; ou &#8220;pago por exibição&#8221; e reclamar &#8211; ou parar de anunciar nesses modelos.</p>
<p>O Google, procurando não perder sua fonte de renda, vai encontrar soluções, que podem ser simples como direcionar os clientes para o &#8220;pago por ação&#8221; ou mais complexas como criar filtros que irão detonar os tais &#8220;blogs caça-para-quedistas&#8221; de seus resultados de busca.</p>
<p>Claro que um filtro como esse não é coisa rápida de se fazer, exige tempo, testes, confirmações manuais, até conseguirem ajustar bastante e deixar rodar no automático (não é complicado estabelecer padrões, basta ver o anti-spam do Gmail que funciona muito bem). Se perceberem, verão que alguns ajustes finos já estão sendo feitos e testados. O próprio hype da TAM foi corrigido em cerca de 24 horas, e os posts que falavam do assunto começaram a exibir anúncios grátis como &#8220;qual o ponto mais alto do planeta?&#8221;.</p>
<h3>O modelo de negócios tem que ser sustentável</h3>
<p>Os blogueiros com mais de 6 meses de blog se lembram da mudança do Buscapé, que pagava pelo segundo clique (independente de qual fosse) e começou a pagar pelo &#8220;clique-loja&#8221;, pois havia muito &#8220;clique de baixa qualidade&#8221; ocorrendo. O Buscapé pagava aos editores pelo que não convertia, nem em clique do anunciante, nem em vendas. No atual modelo de anúncios do Google, obviamente eles não pagam por cliques não convertidos em visitas aos anunciantes, muito menos por cliques inválidos (como robôs, ou múltiplos cliques de uma mesma máquina), mas com a quantidade de visitas que não geram retorno, os anunciantes vão despertar para o problema e o Google vai culpar os blogs para-quedas.</p>
<p>Essa não é uma realidade para amanhã ou daqui 6 meses, mas se blogueiros quiserem continuar ganhando dinheiro com anúncios, ajudam a melhorar o ambiente &#8211; não apoiando nem mantendo blogs para-quedas &#8211; ou começam a vislumbrar outras fontes de receitas, como anúncios diretos, posts patrocinados, campanhas em conjunto com clientes / agências, rede de anunciantes, etc. Que tal as duas coisas?</p>
<p>[tags]Bolha2.0, AdSense, Google, Anúncios, Rentabilizar, Monetização[/tags]</p>
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		<title>Quanto vale seu site, ou, A Bolha 2.0</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 14:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[valorização]]></category>

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		<description><![CDATA[Vendo um site, 2006 modelo 2007, semi-novo, único dono, movido a WordPress, tunado com os melhores plugins existentes, template personalizado e exclusivo, 1200 posts rodados e 30000 comentários, pagerank 7. É provável que esse tipo de anúncio acima seja corriqueiro em algum tempo. Esse aí­ de cima é fictí­cio, mas segue uma linha tendenciosa para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vendo um site, 2006 modelo 2007, semi-novo, único dono, movido a WordPress, tunado com os melhores plugins existentes, template personalizado e exclusivo, 1200 posts rodados e 30000 comentários, pagerank 7.</p>
<p>É provável que esse tipo de anúncio acima seja corriqueiro em algum tempo. Esse aí­ de cima é fictí­cio, mas segue uma linha tendenciosa para avaliação de valores que deverão ser utilizadas (além de mais algumas coisinhas) para &#8220;cotação&#8221; de sites e blogs por aí­.</p>
<p><strong>Mas quanto vale o seu site?</strong></p>
<p>Alguns mecanismos, que considero apenas como curiosidade, surgiram para avaliar sob determinados aspectos uma url fornecida e dar valor monetário a ela. O do <a href="http://www.business-opportunities.biz/projects/how-much-is-your-blog-worth/" title="Business Opportunities : How much your site worth">Business Opportunities</a>, por exemplo, foi o primeiro que eu conheci. Ele e o <a href="http://www.carloscardoso.com/quantovale/" title="Cardoso : Quanto vale seu site" rel="external nofollow">do Cardoso</a> são baseados no número de links do <a href="http://www.technorati.com" title="Technorati.com">Technoratti</a> apontando para tal domí­nio, isso faz com que principalmente (senão unicamente) blogs possam ser avaliados. Através do <a href="http://blog.elcio.com.br" title="fechaTAG: O blog do Élcio Ferreira">blog do Élcio</a>, <a href="http://blog.elcio.com.br/quanto-vale-o-seu-dominio/" title="FechaTAG: Quanto vale o seu dominio">tomei conhecimento</a> de uma outra ferramenta &#8211; o <a href="http://www.dnscoop.com/" title="dnScoop.com - Domain Name Value">dnScoop</a> &#8211; mais recente e mais completa, que faz a mesma avaliação só que baseada em outros quesitos como tráfego analizado no Alexa, tempo de criação do domí­nio, PageRank, links no Google, etc.<span id="more-54"></span></p>
<p>Digo que servem como curiosidade, porque ferramentas como essa &#8211; apesar da última apresentar um grau de maturidade impressionante &#8211; não terem a capacidade de avaliar o principal quesito de cotação de um site: o hype. É o buzz que faz com que o valor aumente ou despenque na hora da venda e a mí­dia offline tradicional ou não (TV, jornais impressos, outdoor, boca a boca, pichações, programas de rádio, etc) não pode ser medida por esses mecanismos, além do fator empresarial que é o potencial grau de retorno de um investimento em determinado site. Um site &#8220;da moda&#8221; pode ser tornar &#8220;out&#8221; em poucos meses e levar á falência alguém que invista bilhões de dólares nele.</p>
<p><strong>A nova bolha</strong></p>
<p>Estamos vivendo um perí­odo que eu considero uma nova &#8220;bolha&#8221;. Quem passou pelo primeiro momento da Internet e viu milhares de empresas web falirem após um bom investimento, sabe do que estou falando. Não somos mais tão amadores para abrir negócios milionários sem um plano de retorno, mas atualmente o perido é se apioar num plano de negócios que funciona hoje, mas que amanhã pode deixar de funcionar, pois se baseia no conceito Web2.0, de formação de comunidades, de geração de conteúdo pelo próprio cliente/usuário e isso varia de acordo com a &#8220;moda&#8221;. Se hoje é leval enviar ví­deos para o YouTube, amanhã pode não ser.</p>
<p>Por esses e outros motivos, há de se avaliar calmamente qualquer oportunidade de negócio, seja ela ou não em Internet, antes de injetar todas as suas economias e se arrepender depois.</p>
<p>Apenas como curiosidade, uma comparação simples das diferenças nas análises das ferramentas apresentadas acima, com relação ao YouTube, site que foi comprado pelo Google por US$ 1,65 bilhão.</p>
<ul>
<li>Business Opportunities: US$ 396,594,995.40 (397 milhões de dólares)</li>
<li>Cardoso: R$ 916.805.947,22 (917 milhões de reais)</li>
<li>dnScoop: US$ 969,900,000.00 (970 milhões de dólares)</li>
</ul>
<p>E você? O que acha disso tudo? Gostaria de ouvir opiniões a respeito da Bolha 2.0 e a cotação de sites. Se você resolver escrever sobre isso em seu blog, sugiro que além do trackback, adote a tag &#8220;bolha2.0&#8243; para melhor identificação no Technoratti.</p>
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