Aulas de português geralmente são maçantes (maça de bater, aquela arma, não massa de bolo ou de pão), no entanto, certos professores conseguem prender a atenção dos alunos com certas explicações sobre nossa tão difusa língua. Como você sabe ou pelo menos deve imaginar, o português brasileiro não é igual em todas as regiões do [...]
Adoro sotaques, literatura regional, etc... Gostei da poesia, tem ate um tom de humor. Beijao.
Uma atriz - Amy Walker - interpreta 21 sotaques. São 21 formas diferentes de dizer a mesma frase: "Eu sou Amiable Walker e nasci em (nome do lugar)."
Portugal tem uma relação de amor com o Brasil (e toda relação de amor sempre esbarra no ódio), mas uma coisa que os portugueses reclama com razão é a nossa incapacidade de entender a primeira vez o sotaque português. Sim o problema existe, o Brasil já exibiu novela portuguesa (foi na Band) dublada em brasileiro, [...]
Portugal tem uma relação de amor com o Brasil (e toda relação de amor sempre esbarra no ódio), mas uma coisa que os portugueses reclama com razão é a nossa incapacidade de entender a primeira vez o sotaque português. Sim o problema existe, o Brasil já exibiu novela portuguesa (foi na Band) dublada em brasileiro, [...]
Encontrei mais um desses testes de internet que não provam absolutamente nada mas deixam uma pulga atrás da orelha e uma tentação irresistível de participar. Este aqui é para determinar o sotaque de um falante do inglês americano. Em princípio, vale somente para falantes nativos, mas não vejo problema em ele ser feito por pessoas com nível avançado de inglês e que aprenderam a variante americana desse idioma (e que, além disso, são sinceras nas respostas!). A premissa do site que oferece esse teste é a seguinte: Para a maioria dos americanos, sotaque é algo que apenas os outros têm, e esses outros geralmente são de Nova York, Boston e do Sul do país. E quanto às pessoas não incluídas nesse grupo, a metade delas irá jurar que "não têm sotaque". A verdade é que, estritamente falando, o único modo de não ter um sotaque é mantendo a boca fechada. Se você é de algum lugar dos EUA, você tem um sotaque (que pode ou não ser o sotaque do lugar de onde você é). Responda às perguntas do pequeno teste abaixo e descubra que sotaque é esse. E então? Vai resistir ou vai fazer o teste? Se quiser, siga este link . Confesso que fiz o teste e o resultado, acho, deve ser o mesmo de muita gente que não é falante nativo do inglês americano. Veja só: (Via
No último final de semana, vendo novamente o filme Interlúdio (1946), de Alfred Hitchcock, mais uma vez fiquei admirado com a ótima atuação de Cary Grant (1904-1986) - vou deixar a igualmente ótima Ingrid Bergman de lado neste post, porque o assunto é outro. Cary Grant é um daqueles atores britânicos que cruzaram o Atlântico para trabalhar nos Estados e acabaram desenvolvendo ou aperfeiçoando um sotaque híbrido - parte americano do Leste, parte britânico de classe alta - na composição de seus personagens sofisticados. Outro exemplo foi James Mason (que, aliás, atuou com Cary Grant em Intriga Internacional ). Sinônimo de sofisticação, esse tipo de sotaque era usado também por atores canadenses ( Christopher Plummer , de A Noviça Rebelde ) e americanos ( Katharine Hepburn e Bette Davis , ambas nascidas em famílias da Costa Leste, são os melhores exemplos). Esse sotaque peculiar tem um nome: trata-se do Mid-Atlantic English . "Mid-Atlantic" porque era uma mistura do inglês da costa leste americana de Boston a Washington com o inglês padrão do Reino Unido. Foi mais usado no teatro e cinema, mas também foi cultivado em escolas de elite dos Estados Unidos. Mais ou menos a partir da década de 1960, começou a cair em desuso e hoje, salvo engano, só é usado para efeito cômico. Veja abaixo uma cena de Interlúdio com Cary Grant usando o Mid-Atlantic English: E já que na cena acima, Ingrid Bergman e seu sotaque levemente sueco (mas fazendo as vezes de sotaque alemão porque sua personagem é alemã) têm mais destaque do que que Cary Grant, aqui vai uma cena de outro filme, Charada (1963):
Recentemente, o DCblog publicou um post sobre um dos mitos do aprendizado de idiomas estrangeiros: a eliminação do sotaque. O post foi motivado por um leitor do blog que escreveu dizendo que queria falar inglês sem seu sotaque iraniano. David Crystal, autor do blog, respondeu com um comentário que dá o que pensar (principalmente para professores de inglês pelo Brasil afora): Por que alguém desejaria perder sua identidade tão completamente ao falar um idioma estrangeiro? Ora, as únicas pessoas que querem se mesclar tão inteiramente com um novo idioma a ponto de sua origem étnica não poder ser percebida são os espiões! Na verdade, é realmente muito raro alguém desenvolver uma habilidade fonética tal que faça com que sua origem estrangeira seja totalmente dissimulada. David Crystal vai além e discute brevemente a predominância do RP (received pronunciation), sotaque mais comumente (e erroneamente) conhecido no Brasil como "sotaque britânico". Vale a pena ler os desdobramentos de seu pensamento , assim como os comentários de outros leitores (em inglês). Devo confessar que um dia já fui adepto da idéia (preconceito?) de que para falar um idioma estrangeiro é preciso eliminar qualquer sombra de sotaque. Acho que, na verdade, eu talvez tenha levado longe demais a obrigação de aprender a entonação ou cadência típica do idioma estrangeiro. E, pior que isso, depois de estudar fonética e ouvir elogios de professores e falantes nativos, acabei ficando cego para o fato de que por melhor que se fale um idioma estrangeiro difícil é deixar de ter uma "pontinha" que seja de sotaque: uma inflexão meio estranha aos ouvidos do nativo, uma vogal indevidamente anasalada, uma consoante que não deveria estar ali etc. O tempo e a experiência, porém, se encarregaram de mostrar a verdade: o sotaque é nossa identidade nacional quando falamos um outro idioma e não é nenhum de vergonha - embora algumas pessoas tenham um sotaque tão forte ao falar um idioma estrangeiro que ele acaba interferindo na entonação típica desse idioma e, portanto, na comunicação.
Filho mais novo sorrindo enquanto dorme Filho mais velho desenhando com a língua pra fora Marido dançando roquinho anos 70 Queijo e vinho com o vô Mesa repleta de amigos e risadas Cachorros de casa deitados com a barriga pra cima pra receber chamego Se
Cá estão as foténhas do encontro entre dois blogueiros paraenses e duas blogueiras cariocas. Tá certo, tá certo... tem mestre Boné, também, o jedi que ainda não é blogueiro, mas será em breve. A jornalista Top Cat, linda, linda, linda Mestre
* Fonte: BlogBlogs