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Então, né, vida blogueira. Eu só vi algo do tipo no Gossips (que era flog, mas whatever). Sabe o que me parece? Um episódio de baixo orçamento de Gossip Girl (proudly stealed from Polly). O blog em questão: Atoron Perigon. Imagina uma bicha com síndrome de traveca. Agora imagina tudo isso mais falta do que fazer. [...]
Queria inspiração para escrever algo profundo, mas de onde vem a inspiração?? Eu sei que para mim ela surge sobre fortes emoções... amor, raiva, decepção, alegria, amizade, família entre outros sentimentos que podem tomar conta naquele momento. Mais como ultimamente estou super bem comigo mesma e com todos ao meu redor... não tenho mto o que escrever, tudo que tinha que escrever já escrevi e nem quero escrever muito, sei lá... nada para contar, uma maré de calmaria tomou conta do meu ser. Mais todas as noites antes de dormir, como sempre custo a pegar no sono, meus pensamentos navegam por diversas situações, ilusões, desejos, agradecimentos, pessoas, lugares, uma viagem sem fim... aonde o que não me falta é inspiração. Dai eu acabo pegando no sono e ao acordar, como um passe de mágica, tudo aquilo que estava tão claro como uma água cristalina, fica esquecido naquela noite anterior como se não tivesse passado de um sonho. Mais não posso e nem quero reclamar... quando o ano acabou me dei por satisfeita, era tudo que eu queria, que 2009 fosse calmo e sem fortes emoções... principalmente porque as que mais me inspiram são a indignação, a raiva e a decepção. Prefiro mil vezes postar uma música, uma foto, um livro, um filme ou uma homenagem do que ter que falar de qualquer outra coisa. Tenho pensado muito em saúde, é saúde... como fiquei doente na última semana(bronquite) e como todo mês tenho pelo menos uma crise de enxaqueca... sempre que acordo bem a primeira coisa que penso é "Obrigada Senhor, por esse bom dia", afinal nada atrapalha mais um dia que uma simples dor de cabeça, imaginem uma crise de enxaqueca... é terrível. Então penso, será que saúde tem ou não tem preço??? O que tem preço é o que o dinheiro pode comprar e tratar... exames, tratamentos, diagnósticos, checkups, preventivos... tudo isso o dinheiro pode comprar e consequentemente nos previne de várias doenças ou nos curamos delas com mais facilidade. Mais acordar se sentindo bem isso não tem preço... eu não troco dinheiro nenhum no mundo pela satisfação de acordar todos os dias com saúde... então para mim, saúde não tem preço!! Ver meus filhos saudáveis, meu marido e meus cachorrinhos esbanjando saúde. Continuando... 2009 é o ano da esperança, para mim e para o mundo... todos esperam mais... muito mais e será que tudo que é desejado será realizado. Acredito que para tudo é necessário correr atrás... mais tmb acredito que existe sim uma energia diferente nesse ano, na verdade sinto isso mto antes do ano começar... minha expectativa já começou em meados do ano passado e cada dia que passa sinto uma vibração de paz envolvendo cada dia do ano que começou, então porque não deixar esse sentimento tomar conta e espalhar essa esperança aonde quer que eu passe. Queria isso hoje, postar um pouco do que eu estava pensando agora... nesse momento, uma manhã calma, de um lindo domingo, sem fortes emoções, sem inspiração apenas um dia tudo de bom!!
Recibi da Bonita Confissões e Palavras ao Vento, thanks meninas, adorei! Regras: 1. Fazer um post legal. 2. Escrever as regras do prêmio em seu blog. 3. Contar 6 coisas aleatórias sobre você. 4. Indique mais 6 pessoas 5. Avisar aos indicados. 6. Colocar a foto do prêmio Vamos lá então falar 6 coisas sobre mim... 1 - Fui mãe mto nova, com 19 e 21 anos... tenho orgulho de dizer que ambos vieram por opção e não por acaso como acontece com a maioria das mães novas. 2 - Meu marido conheci em uma curso de informática... era o meu professor. 3 - Sou viciada no seriado Gilmore Girls. (Isso acho que a maioria já sabe) 4 - Detesto futebol e meu marido e meus filhos também. 5 - Sonho um dia adotar uma menina... sempre pensei assim, queria 2 filhos e adotar 1 criança. 6 - Sempre fui a certinha da turma... pé no chão e cabeça no lugar. Difícil indicar 6 blogs... não sou muito blogueira: Retribuo o carinho para Bonita Confissões e Palavras ao Vento . My Wonderful Maltês Coisas do Bem Templates e Acessórios Those are our days É isso... bjos.
Quando estive em Salvador, em 2004 se não me engano, tive a maravilhosa oportunidade de conhecer mais de perto o trabalho do arquiteto João Filgueiras Lima, o Lelé. Aliás, fico realmente envergonha de ainda não ter escrito nada no meu blog a respeito deste grande arquiteto e mestre. Quando estávamos andando pelo Hospital Sarah Kubitschek, Lelé comentou a tristeza que era seu grande amigo, Athos Bulcão, não estar muito bem de saúde. Vimos os trabalhos que Athos fez no Sarah e, em Brasília, eu já tinha tido a oportunidade de veslumbrar suas obras como a fachada do Teatro Nacional de Brasília. Abaixo o texto que saiu no portal do "Estadão". Morre o artista Athos Bulcão, aos 90 anos Autor dos famosos azulejos e outras obras que marcam a cidade de Brasília desde sua construção Da Redação Celso Junior/AE Athos Bulcão, em sua residência em Brasília, em 2005 SÃO PAULO - O artista plástico Athos Bulcão, que completou 90 anos no último dia 2 de julho morreu nesta quinta, 31, de parada cardíaca decorrente de complicações do mal de Parkinson, segundo confirmou o Hospital Sarah Kubitschek de Brasília. O pintor, escultor e ceramista, que se tratava há anos do mal de Parkinson, estava internado há quatro meses e morreu lúcido. O corpo será velado a partir das 17 horas no Palácio do Buriti, antiga sede do Governo do Distrito Federal, e será sepultado nesta sexta, no Cemitério do Campo da Boa Esperança, em Brasília. O artista fez parte da história da construção de Brasília, por ter criado inúmeras obras de arte ligadas à arquitetura da cidade, compondo o projeto visual do arquiteto Oscar Niemeyer. Ao seu lado, Athos Bulcão desembarcou em Brasília, em 1958, quando a cidade ainda era um canteiro de obras. Nas artes, o trabalho que mais o fascinava era o das artes plásticas ligadas à arquitetura. Niemeyer, aos 100 anos de idade, lamenta a perda do amigo: "Ele era um velho amigo meu. Trabalhou comigo desde os tempos da Pampulha. Foi muito útil na integração da arquitetura com as artes plásticas. Era um artista muito sensível, um sujeito decente, correto, íntegro, um grande amigo. De modo que o desaparecimento dele causa certa mágoa". Bulcão é autor dos famosos azulejos ícones da cidade, entre várias de suas obras urbanas. Uma das mais impactantes na capital federal é a fachada do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em que trabalha com o jogo de luz e sombra comandado pelo sol sobre blocos de concreto pré-moldado. Ou, as paredes de azulejo do Palácio do Itamarati, a parede da igrejinha Nossa Senhora de Fátima, os corredores do centro de recuperação do Hospital Sarah Kubitschek, o painel de mármore e granito que envolve o Memorial Juscelino Kubitschek, entre muitas outras. Sua parceria com Niemeyer fez seus painéis chegarem à França, Itália e Argélia. Ainda jovem, Bulcão foi assistente de Portinari, com quem trabalhou como assistente no Mural de São Francisco de Assis na Pampulha, em 1945, aprendendo com o mestre lições que aplicaria mais tarde. Era amigo de grandes nomes das artes e das letras nacionais, como Carlos Scliar, Pancetti, Milton Dacosta, Burle Marx, Jorge Amado, Vinicius de Moraes, Fernando Sabino, Manuel Bandeira, entre outros. Os amigos passaram a fazer parte de sua vida após deixar o curso de Medicina, no terceiro ano, em 1939. Ele nasceu no bairro do Catete, no Rio Janeiro, em 1918. Expôs pela primeira vez em 1940, no Salão Nacional de Belas Artes e ganhou seu primeiro prêmio no mesmo evento do ano seguinte. Estudou na França de 1948 a 1950, quando voltou ao Brasil. A partir de 1955 começou a trabalhar com Niemeyer e em 1958 decidiu viver em Brasília, apaixonado pela claridade da cidade: "o Rio de Janeiro tem muita claridade, mas nenhuma luz", dizia ele. A Fundação Athos Bulcão foi criada em 18 de dezembro de 1992, para promover e divulgar sua obra, entre outras atividades artísticas. Obra de Bulcão: Painel de Mármore e Granito (1975) que envolve o Memorial Juscelino Kubitschek, em Brasília. Foto: Divulgação A obra de Bulcão integrou o projeto visual do arquiteto Oscar Niemeyer. Na foto, Painel de azulejos (1983) do Palácio do Itamarati, em Brasília. Foto: Divulgação Uma das obras de Bulcão mais impactantes em Brasília é a fachada de mármore em relevo do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Foto: Divulgação Painel de azulejos da igrejinha Nossa Senhora de Fátima, em Brasília. Foto: Divulgação Na foto, Marianne Peretti, Athos Bulcão, Alfredo Ceschiatti, Oscar Niemeyer, José Sarney e Burle Max. Foto: Jason Magno/AE Bulcão fez parte da história da construção de Brasília, por ter criado cerca de 180 obras de arte ligadas à arquitetura da cidade. Na foto, Painel Pintado no Teto (1959), na Capela da Alvorada. Foto: Divulgação
O problema teria sido ocasionado pela própria direção do clube, que recusou os ingressos colocados à sua disposição e depois voltou atrás. O cartola Evandro Leitão diz que essa postura do Vovô foi por conta da posição d