m-Commerce – compre com seu celular

As primeiras idéias sobre o comércio eletrônico móvel surgiram no final dos anos 90, durante a explosão das empresas .com. Embora já tenhamos caminhado bastante, ainda hoje não conseguimos alcançar os patamares previstos lá no iní­cio. As maravilhas do m-Commerce hoje estão limitadas principalmente a conteúdo para o próprio celular, como ringtones, wallpapers ou jogos, […]

Beaming dataAs primeiras idéias sobre o comércio eletrônico móvel surgiram no final dos anos 90, durante a explosão das empresas .com. Embora já tenhamos caminhado bastante, ainda hoje não conseguimos alcançar os patamares previstos lá no iní­cio. As maravilhas do m-Commerce hoje estão limitadas principalmente a conteúdo para o próprio celular, como ringtones, wallpapers ou jogos, além de outros mini-aplicativos para rodar no celular, palm ou smartphone.

É claro que não podemos esquecer das iniciativas louváveis dos bancos, por exemplo, ao passar algumas funcionalidades de Internet Banking para uso no aparelhinho, ou do revolucionário Oi Paggo, que criou uma alternativa no mí­nimo curiosa para possibilitar o pagamento com celular. Cliente e lojista precisam possuir celulares Oi, estarem cadastrados e aprovados para poderem utilizar a ferramenta, que fez do processo de troca de mensagens SMS (validados por senha) uma “autorização de crédito”. Resumindo, a Paggo vira uma operadora de crédito e emite faturas mensais ao cliente, e o dinheiro é repassado ao lojista com o abatimento de uma pequena comissão. Toda a operação é feita utilizando dois celulares, um dos pontos fracos pois o lojista tem que utilizar a interface do celular obrigatoriamente.

Quando o WAP surgiu nas discussões sobre tecnologia, muito se falou sobre suas funcionalidades e possibilidades infinitas como localizador geográfico, sinalizador, alarmes anti-furto e pagamento eletrônico por proximidade. Exemplificando, você poderia comprar uma latinha de refrigerante numa daquelas geladeiras automáticas só aproximando o seu celular com WAP e autorizando o valor. Maravilha, não? Ficou no papel.

Hoje só se fala de GSM, 3G, exibição de conteúdo de alta velocidade, TV digital, etc. e o modelo de negócio do mobile commerce anda meio esquecido, falado apenas nas rodas de negócio ou de entusiastas de tecnologia. Lá fora existem muitas empresas explorando o comércio móvel, com diversos tipos de produtos í  venda para serem implementados em modelos de sites diferenciados, mas no Brasil esse negócio ainda é tí­mido, muito tí­mido.

Vou me aprofundar nesse assunto num próximo artigo e seria interessante fazer uma lista de produtos, serviços e empresas nessa área. Se você sabe de alguma coisa, comenta aqui ou me envia um e-mail. Tenho até mesmo interesse pessoal no assunto e quem sabe podemos fechar alguma boa parceria de negócios.

É provável que esse seja o último artigo de 2006, portanto, desejo a todos um bom reveillon e que o ano que chega venha repleto de sucesso, realizações, saúde e paz. Abraço e obrigado pela atenção que tenho recebido aqui nesse canal. Prometo melhorar cada vez mais.

FELIZ 2007!!!!

Wiliam Machado disse:

Estou pesquisando sobre o m-commerce. Neste artigo você diz que iria escrever outro … chegou a escrever? não estou encontrando.