Gmail fora do ar 2, a missão

Hoje, pela segunda vez em 6 meses, o Gmail, serviço de e-mails da gigante Google, ficou inacessí­vel para milhares de pessoas ao redor do mundo por cerca de 3 horas. Ao contrário da última pane, muita gente foi afetada, incluindo os usuários do serviço pago, o Google Apps. A Google tem feito muitos investimentos em […]

Hoje, pela segunda vez em 6 meses, o Gmail, serviço de e-mails da gigante Google, ficou inacessí­vel para milhares de pessoas ao redor do mundo por cerca de 3 horas. Ao contrário da última pane, muita gente foi afetada, incluindo os usuários do serviço pago, o Google Apps.

A Google tem feito muitos investimentos em seu parque de servidores e muita propaganda de sua arquitetura de “nuvem”, tentando convencer as empresas de que o modelo é confiável, fazendo com que migrem sua infra interna para a Internet. Apesar de garantir 99.9 % de uptime em seu Google Apps, é difí­cil prever que falhas como essa ocorram e possam ser ainda piores que a última. Você já imaginou um dia inteiro sem e-mail em sua empresa? Em uma terça ou quarta?

A empresa pediu desculpas pelo problema em um post no blog e avisa em sua página de suporte que o problema já foi resolvido, mas diversas pessoas continuam reclamando de problemas no acesso pelo Twitter.

E você? Tem backup? 😉

Aqui em casa falta mais luz do que Internet. Isso eu posso dizer. E do que Google também. Então isso e´tudo muito relativo.

Gabiru disse:

Tenho dúvidas se vale a pena manter tantas informações preciosas online, seja no GMail ou em algum outro lugar. É difí­cil, por outro lado, não manter parte importante das informações online. Tento manter online somente o que não é imprescindí­vel.

E aí­ eu penso: será que não está na hora de eu arrumar um jeito de backupear meu GMail? Talvez eu deva fazer uma bela duma faxina antes. Vou agendar essa ação para o próximo feriado.

Abraço!

Manoel Netto disse:

Gabiru,
Demorou. Do jeito que as coisas andam caindo por lá e usuários perdendo dados (mais raro), um backup é necessário se os dados são relevantes.
Depois comenta aqui sobre a solução utilizada e se deu resultado.
Abraço

Estou num esforço recente de migrar muitos dos meus arquivos para a “nuvem”, para facilitar o acesso entre casa e trabalho, mas sempre fico com uma pulga atrás da orelha: posso confiar nesses repositórios de dados? O que acontece se amanhã temos um problema de energia, uma grande mudança na internet, ou até mesmo um incidente entre paí­ses?

Manoel Netto disse:

Bruno,

Catástrofes são passí­veis de acontecer e ocasionar muitas outras coisas, inclusive queimar seu servidor local e todo seu backup. O que vale avaliar é a probabilidade de um problema ocorrer com a solução escolhida (remoto, local, nuvem) e escolher a menos perigosa, ou optar por backup distribuí­do. Ah, vale pesar também os custos envolvidos, claro.

PS: Gostei do nome do seu blog 😉

Abraço

Daniel Becher disse:

Grande Manoel,
é a segunda vez que você fala sobre esse backup, pelo menos que eu tenha lido aqui no Tecnocracia, e a segunda vez que eu tremo na base.

Só uma retificação: o Google Apps não é pago. O Google Apps é gratuito e os “adicionais” para ele é que são pagos, como mais caixas de e-mail e suporte, por exemplo.

Manoel Netto disse:

Becher,

É vero, foi uma falha de definição. O Google Apps tem serviços mesmo gratuitos e pagos. Eles deveriam pelo menos mudar o nome né? 😛

Abraço

Jackson disse:

Cara, no Gmail está parte da minha vida…acho que eles até sabem, pois não tive problemas na minha conta..hehe.

Abraço