Manoel Netto em 26 de março de 2009

O Compact Disc, nome completo do nosso conhecido CD, completou ontem seu trigésimo aniversário – sem surpresa alguma – com queda nas vendas. Não é de hoje que o mercado aponta o fim da mídia e modelo de negócio praticado e explorado pelas grandes gravadoras, mas elas não estão querendo largar o osso assim tão fácil.
Frente ao comércio paralelo e ilegal de CDs piratas, a indústria fonográfica vem fazendo de tudo para adiar o inevitável. Uma das estratégias mais comuns é o barateamento do “acabamento”, por assim dizer, da obra. Faz-se uma caixinha pobrezinha de papelão, retira-se o encarte e sobra o que realmente importa: o CD. Ler o artigo completo
Manoel Netto em 14 de março de 2009
Eu tenho um HD IDE de 200 GB encostado desde que me livrei de meu último computador desktop. Era um PC rodando bem um Windows XP. Por falta de tempo, preguiça, vergonha na cara e (o principal motivo) nunca ter precisado de nenhum arquivo que estava no backup, não havia ainda comprado um case externo para ligar o HD no notebook.
Como ganhei um do Komel (valeu, Mafa!), resolvi ligar e testar se ele ainda estava funcionando, depois de tanto tempo guardado (muito bem guardado, com plástico bolha e tudo). Meu primeiro teste foi ligá-lo no MacBook, pois o único cabo disponível era Firewire e os PCs aqui de casa não possuem essa interface. Liguei, funcionou, belezinha! It’s alive!
A primeira coisa que tentei fazer foi renomear o HD, opção que não estava disponível. Imagem abaixo do Disk Utility.

Ao investigar, descobri que o danado estava em modo read-only e comecei a minha caça no Google pelo problema encontrado (query: mac os firewire ntfs read-only). Os primeiros resultados, sites de suporte ao Mac e etc, davam conta de que o Mac não conseguia escrever no NTFS (sistema nativo do XP, além do NT) e que a única maneira seria simplesmente plugar num Windows, fazer um backup, formatar o HD como FAT32 (eca) e daí o equipamento estava pronto para ser lido tanto em um Mac quanto em um PC.
Ah tá, eu não aceito as primeiras sugestões que me dão, portanto, mudei minha query de busca para a solução que eu queria (query: mac os ntfs read-write). BINGO! Ler o artigo completo
Manoel Netto em 13 de março de 2009

Você faz buscas no Google, clica em resultados, visita sites que possuem AdSense, utiliza o Gmail, tem conta no Orkut e dentro dele frequenta comunidades, assiste vídeos no YouTube … ufa! Em todos esses lugares, o Google pode rastreá-lo. Ele sabe por onde você passeia na Internet, sabe o que você anda lendo, comprando, pesquisando, comentando. Você tinha alguma dúvida de que estava sendo vigiado? Ler o artigo completo
Manoel Netto em 5 de março de 2009

O Willian Fernandes, desenvolvedor aqui da WebCo, me convidou pra participar da campanha Morte ao IE6, provavelmente criada pela Microsoft, que já não aguenta mais ficar dando suporte para usuários desse browser atrasado, cheio de bugs e falhas de segurança.
Já topei e instalei o script criado pelo pessoal do iMasters para alavancar a campanha. Quando alguém entrar nesse blog, utilizando esse arremedo de navegador, verá uma barrinha no topo com o aviso e os links para atualizar o navegador.
Eu gostaria muito de ter acesso às estatísticas para medir o sucesso dessa campanha, pois não creio muito que usuários do IE6 cheguem a enxergar a tal barra e, caso enxerguem, podem pensar que é aviso de vírus ou coisa parecida. No entanto, não custa tentar eliminar essa praga da Internet, não é?
Para dar continuidade ao TAG, convido os seguintes blogueiros (além de você que está lendo isso) a participar: Ronaldo Ferraz, Joana Dambrós, Lucas Húngaro, Henrique Pereira.
PARTICIPE! DIVULGUE!
Manoel Netto em 1 de março de 2009
CAPTCHA é um acrônimo do inglês Completely Automated Public Turing Test To Tell Computers and Humans Apart que identifica sistemas automatizados de diferenciação de humanos e máquinas. Ele serve para evitar SPAM, automatização de consultas de sistemas terceiros, chupação de conteúdo online, etc. A idéia principal do CAPTCHA é exibir um desafio que apenas um ser humano seja capaz de resolver, barrando um computador.

Os mecanismos mais conhecidos são as exibições de uma imagem contendo uma sequência alfanumérica para que seja transcrita em uma caixa de texto normal. Depois que os robôs se tornaram capazes de “ler” imagens, os CAPTCHAs tem se adequado, tornando-se um pouco mais complexos, desde colocando imagens borradas (que dificultam até a leitura humana. #FAIL) até escrevendo desafios, como os do Registro.BR. Exemplos: Quais os caracteres em amarelo? Quais dos caracteres não são consoantes? Quais dos caracteres são números? Infelizmente, no caso do Registro.br, existe um link direto para consultas sem passar pelo CAPTCHA! #FAIL2. Ler o artigo completo