Identificação biométrica. Level up nas eleições brasileiras
segunda-feira, 9 de novembro de 2009 - 20:34 3 Comentários
Já falei em um artigo um pouco antigo o quanto sou a favor da identificação biométrica. Detesto ter que ficar carregando pedaços de plástico na carteira para tudo. É cartão de crédito, de banco, de loja de roupa, farmácia, plano de saúde, odontológico, do fliperama (que saudade das fichas) … Isso sem contar o tanto de senhas que nos obrigam a decorar. Claro, por questões de segurança, cada uma tem um padrão diferente. Seria tão simples usar a digital, ou o olho!
Pois foi pensando principalmente nas fraudes das eleições e não nessas minhas chateações primárias (mirou no que viu, acertou no que não viu), que a Justiça Eleitoral brasileira está implementando a identificação biométrica para as Eleições no país. O processo já foi testado em 3 municípios ano passado – São João Batista (SC), Fátima do Sul (MS) e Colorado do Oeste (RO), mas no ano que vem atingirá cerca de 1 milhão de eleitores.
Ainda não é o Estado da Arte da biometria, visto que ainda precisamos apresentar nossos documentos, principalmente na primeira fase, quando faremos o nosso “cadastramento biométrico” e aí sim, poderemos usar nossos dedos como validação de identidade. Mas não leva muito tempo para que não precisemos mais de título eleitoral, lista de presença ou comprovante de votação (tem coisa mais inútil e anti-ecológica que aqueles papeizinhos ridículos?).
Sendo um pouco mais otimista na futurologia, em breve teremos votação via Internet, para todos aqueles que possuírem um hardware de identificação biométrica em seus computadores. Aí melhora de vez. Nada de trânsito, filas, boca-de-urna, Lei Seca, etc etc. Vamos votar do conforto do nosso lar e aproveitar o dia para coisas mais… proveitosas. Ler o artigo completo

À grosso modo, um pufe feito com garrafas PET é simplesmente um aglomerado de garrafas encaixadas, unidas por fita e com uma cobertura bonitinha pra dar uma disfarçada. Parece ser bem simples a confecção de um. O material é basicamente: garrafas PET (óbvio); fita durex larga; papelão grosso; cola de sapateiro; uma espuminha pra aliviar a retaguarda; um tecido para cobrir.

Aproximadamente em 1988 a garrafa descartável feita com polietileno tereftalato – ou PET, como conhecemos – surgiu como opção leve e barata para substituição das pesadas e de alta manutenção, garrafas de vidro. Infelizmente, não foi lançada em conjunto com as embalagens uma solução para o recolhimento e reutilização das mesmas, muito menos reciclagem.





