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Um funeral digno para um nerd

Inusitado, irreverente, criativo e bem de acordo. O Funeral de Alan, um norte-americano apaixonado por Star Trek, geek de carteirinha e fã de computadores, foi dessa forma. Após um longo tempo doente, Alan faleceu por conta do cigarro, segundo relato do irmão no Flickr. Seu corpo foi cremado e suas cinzas depositadas num SPARC Station IPC da Sun.

Funeral de um nerd

No velório, amigos puderam deixar seu último adeus em post-its colados no gabinete ou dentro da abertura do disquete. Todos serão plastificados e guardados junto com o “caixão”.

A dúvida agora é sobre o destino do SPARC. As filhas de Alan gostaram tanto que não querem deixar enterrá-lo.

Na “lápide”, as palavras que Alan falou repetidas vezes antes de morrer:

Beam me up Scotty, I’m done here.

(via R7)

Realidade Aumentada. Você sabe o que é?

Realidade Aumentada (Augmented Reality) é como é chamada a combinação de imagens reais, de preferência em tempo real, com elementos virtuais criados por computador. A maioria de nós já viu várias aplicações de Realidade Aumentada na TV, sem sequer saber o nome disso (quem liga?).

Vamos lembrar alguns exemplos: a) Sabe o “tira-teima” da Globo? Os comentaristas fazem “rabiscos” por cima das imagens gravadas de alguns lances, tirando dúvidas sobre um gol ou penalti, por exemplo, inserindo ainda dados como velocidade da bola ou distância percorrida; b) Lembra da Olimpí­ada passada, quando os atletas nadavam disputando com “ele mesmo” no recorde anterior? Segundo a segundo, a imagem do nadador era sobreposta com uma simulação dele próprio, como se estivesse na piscina; c) De novo na Globo, o novo cenário do Fantástico simula o ambiente de algumas matérias, misturando-o ao local onde os apresentadores estão; d) E eu já falei da previsão do tempo moderna? 😉

Todos os exemplos acima, mesmo sendo bastante evoluí­dos e em constante melhoria, tem uma caracterí­stica comum: são programados com antecedência, muitas vezes são exibidos na TV apenas na imagem pré-gravada e não permitem que nós, os telespectadores, controlemos. O que vem por aí­ em Realidade Aumentada vai muito além do entretenimento televisivo e você vai poder levá-lo a utilizações diversas, com propósitos diversos e – o melhor – interagir. Continue lendo “Realidade Aumentada. Você sabe o que é?”

WWDC09 Apple apresenta sua nova linha de MacBooks

Hoje a Apple apresentou suas novidades de 2009 no já tradicional WWDC (Worldwide Developers Conference) em San Francisco. Para sua linha de notebooks – os MacBooks – nenhuma novidade muito grande, mas pequenos updates significativos, principalmente nos preços – já esperado.

O MacBook preto, que havia sido substituí­do pelo de cobertura de alumí­nio, morreu, uma vez que apenas o branco aparece hoje no site da Apple. As configurações são básicas: Processador Intel Core 2 Duo de 2.13 GHz, 2 GB de memória, 160 GB de HD, placa de ví­deo NVIDIA GeForce 9400M e carcaça de policarbonato branco. Preço lá fora: U$ 999 (cerca de 1.900 reais) – o modelo antigo, similar, está por R$ 3.800,00 na Submarino.

macbook branco

A linha Pro agora conta com 3 modelos: 13, 15 e 17 polegadas. O que aconteceu na verdade foi que o pratinha, que antes era pretinho, ganhou um upgrade e foi promovido í  Pro ;-). As configurações iniciais de um MacBook Pro são: Intel Core 2 Duo de 2.26 GHz, 2 GB de RAM, 160 GB de HD, ví­deo NVIDIA GeForce 9400M, leitor de cartões SD, bateria de 7 horas de duração e carcaça de alumí­nio. Essa é a configuração mais simples do de 13 polegadas, que sai por U$ 1,199 (aproximadamente 2.400 reais) – o modelo antigo, que ainda não era chamado de Pro e com configuração parecida, está por R$ 5.500,00 na Submarino.

macbook pro 15

O modelo mais caro do MacBook Pro custa U$ 2,499 (uns 5.000 reais), mas possui 17 polegadas de tela, processador de 2.8 GHz, 4 GB de RAM, 500 GB de HD, ExpressCard, bateria de 8 horas e uma interface de ví­deo a mais, 9600M GT with 512MB, também presente no modelo de 15 polegadas. Para quem não liga para lançamento, tem promoção do MacBook Pro de 17″ primeira geração, por R$ 9.000 na Submarino.

Se você tiver planos de visitar o Obama lá pra setembro, aproveite para pegar seu MacBook com o novo Snow Leopard, o novo Mac OS X, com algumas novidades.

CD completa 30 anos. Viveu demais.

O Compact Disc, nome completo do nosso conhecido CD, completou ontem seu trigésimo aniversário – sem surpresa alguma – com queda nas vendas. Não é de hoje que o mercado aponta o fim da mí­dia e modelo de negócio praticado e explorado pelas grandes gravadoras, mas elas não estão querendo largar o osso assim tão fácil.

Frente ao comércio paralelo e ilegal de CDs piratas, a indústria fonográfica vem fazendo de tudo para adiar o inevitável. Uma das estratégias mais comuns é o barateamento do “acabamento”, por assim dizer, da obra. Faz-se uma caixinha pobrezinha de papelão, retira-se o encarte e sobra o que realmente importa: o CD. Continue lendo “CD completa 30 anos. Viveu demais.”

Como usar um HD com NTFS em um MacOS

Eu tenho um HD IDE de 200 GB encostado desde que me livrei de meu último computador desktop. Era um PC rodando bem um Windows XP. Por falta de tempo, preguiça, vergonha na cara e (o principal motivo) nunca ter precisado de nenhum arquivo que estava no backup, não havia ainda comprado um case externo para ligar o HD no notebook.

Como ganhei um do Komel (valeu, Mafa!), resolvi ligar e testar se ele ainda estava funcionando, depois de tanto tempo guardado (muito bem guardado, com plástico bolha e tudo). Meu primeiro teste foi ligá-lo no MacBook, pois o único cabo disponí­vel era Firewire e os PCs aqui de casa não possuem essa interface. Liguei, funcionou, belezinha! It’s alive! 🙂

A primeira coisa que tentei fazer foi renomear o HD, opção que não estava disponí­vel. Imagem abaixo do Disk Utility.

Ao investigar, descobri que o danado estava em modo read-only e comecei a minha caça no Google pelo problema encontrado (query: mac os firewire ntfs read-only). Os primeiros resultados, sites de suporte ao Mac e etc, davam conta de que o Mac não conseguia escrever no NTFS (sistema nativo do XP, além do NT) e que a única maneira seria simplesmente plugar num Windows, fazer um backup, formatar o HD como FAT32 (eca) e daí­ o equipamento estava pronto para ser lido tanto em um Mac quanto em um PC.

Ah tá, eu não aceito as primeiras sugestões que me dão, portanto, mudei minha query de busca para a solução que eu queria (query: mac os ntfs read-write). BINGO! Continue lendo “Como usar um HD com NTFS em um MacOS”