Tema: Internet

Novo Google Maps 2013, testado e aprovado

Novo Google Maps

Há uns 15 dias o Google fez o release para convidados da nova versão do seu aplicativo de mapas, o Google Maps. Desde então, tenho esperado o convite para testá-lo e hoje, finalmente, foi liberado pra mim.

Não tive acesso ao festejado mecanismo 3D porque, segundo o aplicativo, o meu sistema operacional (MacOS X) não é suportado. Então, tive que me contentar com a versão “Lite” do Google Maps 2013, que não contém movimentos da Terra, mapas em forma de globo (como o Google Earth) e plotagem dos prédios (os disponíveis) em 3D.
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Layout novo, mais coisas novas vindo

Tecnocracia 2013

Dois mil e treze está sendo um ano cheio de coisas novas. Está vindo por aí uma filhotinha e junto com ela outros “se jogue” que eu tenho assumido. Há poucos meses deixei de ser funcionário, como tenho sido desde que cheguei em São Paulo, e assumi de vez minha empresa de desenvolvimento WordPress, atividade que eu executava por hobby e quando dava tempo, entre uma coisa e outra. Agora, meus amigos, é tudo ou tudo :) .

Junto com isso, voltou a vontade de blogar e estou retomando a atividade, começando por renovar os layouts e algo de posicionamento, revisando coisas que podem ser modificadas e decidindo o que vou enterrar (oh, que difícil decisão, sou muito apegado com minhas criações).

2013 e o novo Tecnocracia

O Tecnocracia é a menina dos meus olhos. Foi o primeiro blog que eu coloquei no ar em WordPress, cuidando de tudo sozinho, lá em 2006. Já foi meu único blog por muito tempo e provavelmente será o meu principal por mais uma longa estrada. A renovação começou por ele, mas com tanto cuidado e carinho que tenho por esse canto, acabou levando muito mais tempo do que eu previa (a marca foi criada há mais de 1 ano, quando comecei a fazer o layout também).

Nessa nova versão, mais bonita, mais limpa e com umas personalizações bacanas de categorias (dei uma mexida nisso também), eu pretendo compartilhar mais conteúdo interessante, não restrito a tecnologia em si. Esse blog está muito sério, vamos dar uma sacudida, não é? Então preparem-se para alguns tipos de conteúdo que vocês não costumavam ver por aqui. Claro que o escopo geral continuará sendo tecnologia, mas vão entrar umas coisas mais lúdicas daqui pra frente.

Como sempre, a minha ansiedade em colocar o site no ar foi enorme e eu acabei codificando em 2 dias o que levei esse tempo todo pra criar. Então, mil perdões caso vocês encontrem um ou outro erro por aí, eu prometo que vou corrigir. E se puderem me avisar dos bugs, eu ficarei imensamente grato.

Bom, é isso, seja bem vindo ao novo Tecnocracia.

Ah! E se quiser um redesign no seu blog também, basta entrar em contato lá no site da empresa. ;-)

Um ano sem Internet

Paul Miller tinha um desafio: ficar um ano sem Internet. No início tudo são flores, mas e no final? Você conseguiria? Você voltaria para a Internet após um ano sem ela? Paul achava que não.

Paul Miller - The Verge

Paul Miller é um articulista de tecnologia do The Verge que topou o desafio de ficar offline por um ano. Nada de e-mails, web, GPS, smartphone, e-books, nada. Não ficou sem usar tecnologia, claro, seria um tanto mais complicado, principalmente porque ele continuou sendo pago pelo The Verge para escrever seus artigos. Mas ficou desconectado.

Ele achava que encontraria, nesse hiato, seu verdadeiro eu, sua identidade perdida na batalha contra a vida corrida e intensa da Internet, as distrações que o mantinham distante das coisas reais, das pessoas reais, de sua família, do que realmente valia a pena. Da vida.

Ao contrário de tudo isso, Paul descobriu que sua vida e a Internet eram coisas intrínsecas. Ele descobriu também que na vida offline existiam tantas distrações quanto na online. Após um tempo ele descobriu o quanto era difícil pra ele, sair de casa para encontrar os amigos, fazer ligações ao invés de enviar e-mails, responder as cartas dos seus leitores e ir aos correios para enviar. Ele finalmente concluiu que não era a Internet que o atrapalhava de descobrir seu verdadeiro eu, que o afastava das pessoas ou que o distraía com coisas inúteis ao invés de focar nas verdadeiras coisas que valiam a pena.

O culpado, era o próprio Paul

Em seu texto de retorno à Internet, Paul diz que se sente decepcionado com ele mesmo por não ter tido nenhuma epifania no período, por não ter realizado o que era o objetivo do projeto. Mas Paul se enganou. A sua epifania foi sua grande descoberta sobre si mesmo, sobre ser o principal responsável pelo rumo que sua vida toma, por suas escolhas, pelos erros e acertos, pelo aprendizado.

What I do know is that I can’t blame the internet, or any circumstance, for my problems. I have many of the same priorities I had before I left the internet: family, friends, work, learning. And I have no guarantee I’ll stick with them when I get back on the internet — I probably won’t, to be honest. But at least I’ll know that it’s not the internet’s fault. I’ll know who’s responsible, and who can fix it.

A Internet (ou o videogame, o Facebook, a escola, o trabalho, ou qualquer outro culpado que você queira arrumar) não é responsável por nos afastar de nosso caminho. Nós somos os únicos responsáveis pelas escolhas que fazemos. Nenhuma tecnologia vai mudar quem você é. Ela pode apenas amplificar, facilitar a divulgação e a conexão com outros iguais.

O que você está fazendo da sua vida?

Video-documentário de Paul Miller / The Verge

Sites e E-Commerces não recomendados

O Procon de São Paulo mantém uma lista atualizada de lojas e sites de comércio eletrônico que não são recomendadosm (PDF). Em outros termos, grande parte da lista é por motivo de fraudes detectadas ou potencialmente danosos ao consumidor.

É sempre importante lembrar que qualquer pessoa, dona de um site de comércio eletrônico ou qualquer outro negócio online, pode colocar em seus sites  ”selos” que simulem algum tipo de “atestado de credibilidade” dado por outra instituição. Selinhos como “Site Blindado” ou “eBit Loja Ouro” não bastam para informar se um site tem ou não boa reputação. Principalmente se esses selos não estiverem fazendo um link para as instituições, de forma que essas possam atestar a veracidade dos tais selos.

selos de segurança em e-commerce

Um “selo” é apenas uma imagem. E da mesma forma que elas estão inseridas por mim aqui nesse texto, qualquer um pode inserir em seus layouts, dando a falsa impressão de que a loja é “segura” para compras.

Certificado não é garantia contra fraudes

Da mesma forma, muita gente pensa que ter um “certificado de segurança” é garantia de satisfação. Não é. Todo bandido pode ter CPF, RG, Carteira de Trabalho e Passaporte. Isso não garante que ele seja uma boa pessoa. O certificado de segurança garante apenas a segurança dos dados transacionados entre o seu computador e o site destino. Se você está enviando seu cartão de crédito para um site de fraudadores, o certificado garante que os fraudadores terão acesso ao seu cartão, sem que outros sites interceptem no meio.

Então, fique atento e sempre que esbarrar em uma super promoção de alguma loja desconhecida, antes de mais nada, consulte a reputação dessa loja. Vá ao ReclameAqui, consulte a lista do Procon, busque pelo nome da loja no Google e veja se existem blogs e posts em redes sociais denunciando fraudes, etc.

Não confie em imagens de cadeados ou selinhos. Eles estão à venda para quem puder comprar. Continue lendo “Sites e E-Commerces não recomendados”

WordPress sob ataque

WordPress Brute Force

Segundo relatos de grandes provedores de infraestrutura e hospedagem, como o HostGator e o CloudFlare, está acontecendo um enorme ataque a sites movidos a WordPress em toda a Internet. A técnica conhecida como Brute Force Attack, utiliza o método de “tentativa e erro” para tentar descobrir senhas simplesmente “chutando-as” (óbvio, com a utilização de enormes dicionários e muitos computadores, isso fica muito mais fácil e rápido).

Foi divulgado o número de 90.000 IPs trabalhando para tentar invadir as áreas administrativas de sites em WordPress. Da maneira mais simples, o sistema tenta acessar a área wp-admin e efetuar o login com o usuário “admin” que é setado por padrão em toda nova instalação do CMS.

Como são requisições comuns de login e de forma distribuída, fica impraticável fazer o controle manual das tentativas e bloqueá-las, no entanto, algumas precauções podem ser tomadas para evitar grandes tragédias. Continue lendo “WordPress sob ataque”