Manoel Netto em 22 de junho de 2012
Essa é uma daquelas coisas que a gente sempre vai empurrando com a barriga até o dia em que realmente precisa. Quando tive que implementar o Certificado Digital em minha empresa, foi na correria. Tinha que emitir a NF-e Paulista naquele dia e descobri da necessidade do token, do prazo para cadastro, etc. Resultado: alguns dias de atraso no pagamento e muita correria para emitir a nota.
Como não havia um tutorialzinho básico na Internet e, por telefone, o suporte técnico dos Correios falou que só dava suporte para Windows, acabei instalando tudo no computador da empresa que estava prestando serviços e pronto. Não toquei mais no assunto, problema resolvido.
Aí hoje eu precisei emitir uma nota e … f*deu. Segui 3 procedimentos diferentes que achei na Internet, e após 3 horas de pesquisa – incluindo uma busca louca pelos documentos que usei para criar o certificado na primeira vez – consegui instalar tudo e fazer funcionar no MacOS, sem precisar instalar uma Virtual Machine de Windows (a solução mais rápida). Ler o artigo completo
Manoel Netto em 12 de junho de 2012

Há alguns (muitos) anos, uma jovem mãe estranhava a casa silenciosa e saiu em busca de seu primogênito. Ao entrar na cozinha, viu o pequeno de aproximadamente 2 anos sentado no chão, derramando uma lata inteira de óleo de soja dentro de uma lata de leite em pó, ao mesmo tempo que misturava a experiência. Ao indagá-lo, contendo o riso e a raiva ao mesmo tempo, não sabia se pela bagunça causada ou pela camisa branca do pai que simulava o avental, a resposta foi um sorriso largo e a frase: “Olha mãe, eu sou um cientista!”.
Essa foi minha mãe.
Crianças são, por natureza, curiosas e não possuem medo de experimentar. Aliado a criatividade, o não reconhecimento do erro como algo negativo e, claro, a traquinagem pura e simples, são exemplos de grandes cientistas que poderíamos nos tornar, caso mantivéssemos nosso lado criança mais ativo.
Hoje, ao visitar o blog de um conhecido de longa data, o Juliano Spyer, me deparei com esse vídeo reproduzido abaixo e não pude deixar de lembrar desse lado infantil criativo. Lego foi uma boa referência, por tudo que representa nesse contexto, mas eu me lembrei bastante foi dos kits de ciência, com microscópio e asas de mosca, dos kits de química com os seus “alaranjados de metila” (lembrou?) e das revistas de eletrônica com kits para montagem de circuitos elétricos. Que nostalgia. Ler o artigo completo
Manoel Netto em 6 de outubro de 2011
A computação pessoal, como a conhecemos, perde hoje um dos seus 3 pilares mais importantes. Steve Jobs, aos 56 anos, após lutar bastante contra um câncer no pâncreas, faleceu, deixando todos nós órfãos. Órfãos não de seus produtos ou da empresa que fundou, e que certamente continuará em bom caminho, mas de sua genialidade. Sim, esse é um dos homens a qual tenho a humildade de reconhecer como gênio. E ele fará falta.
Jobs mudou o mundo da computação mais de uma vez. Ao revolucionar o computador e transformá-lo em algo pequeno e pessoal, ao reduzí-lo o bastante para ser portátil, depois transformá-lo em algo bonito, além de útil; deu outro giro no mundo ao lançar o iPod, mais tarde o iPhone e na sequência o iPad. Jobs também lançou, antes da 3Com lançar o Palm, um palmtop – o Newton – mas era muito í frente de seu tempo e fracassou como produto. Ironicamente hoje, o iPad é um dos (se não “O”) dispositivos móveis estilo tablet mais utilizados no mundo, imitado e mais uma vez, divisor de águas, de uma era.
A Era Jobs, como provavelmente será conhecido esse período em que pudemos contar com sua brilhante presença, acabou. Um gênio se foi e não poderá ser substituído, como todos as mentes geniais que passaram por aqui. Só nos resta agradecê-lo pelo seu legado. Seu sonho, missão e lema sempre foi levar o computador a todas as pessoas, de forma simples, fácil, bonita e principalmente útil. Jobs, você conseguiu. Ler o artigo completo
Manoel Netto em 10 de abril de 2011
Hoje no Twitter rolou uma discussão muito legal a respeito dos principais sistemas operacionais de smartphones (e tablets) atualmente: iOS e Android. Partiu de um comentário jocoso de um usuário (que eu vi porque foi retuitado por alguém que sigo) sobre o bloqueio do aplicativo do GrooveShark na loja de aplicativos da Android, o Android Market. A gozação foi uma provocação aos usuários de Android que falam muito sobre a liberdade do sistema operacional em contraposição ao rígido esquema de aprovação dos aplicativos da iTunes App Store, do iOS.
A discussão seguiu a partir de outros comentários e de um meu “informando” (como se eles não soubessem) que, mesmo um aplicativo banido do Android Market, pode ser instalado em seu celular. Simplesmente pode, a escolha é sua. É dessa liberdade que usuários de Android tanto falam, mas alguns ufanistas acabam por não serem bem aceitos por conta de seu radicalismo de opiniões.
Disclaimer: Ok, eu sei que dá pra fazer o mesmo com iOS, desde que você faça o Jailbreak no aparelho. Mas estamos falando de liberdade não-forçada, ok? Ler o artigo completo
Manoel Netto em 1 de outubro de 2010
Quando a Receita Federal anunciou as novas regras para importação por bagagem (diferente de comprar via Internet e mandar entregar, ok?), os brasileiros ficaram eufóricos. Teve gente comprando passagem antecipada só para fazer comprinhas nos EUA sem impostos. Mas a coisa não é bem assim e é bom ficar de olho para não ter nenhum problema em sua próxima viagem ao exterior.
Novas regras de importação
Antes, alguns produtos já não eram tarifados, como livros e roupas, e o que fosse diferente disso entrava no regime de tarifação de excesso de cota, caso ultrapassasse o valor de US$ 500,00. A diferença agora é basicamente a isenção do imposto para objetos comprovadamente de uso pessoal e profissional, incluindo aí aparelhos eletrônicos (não todos).
Só que muita gente interpretou o tal “uso pessoal e profissional” como oba-oba. “Ah! O meu X-BOX é pra meu próprio uso, então posso trazer”. WRONG! O uso pessoal e/ou profissional da lei está especificando o seu uso lá fora, enquanto está viajando, sacou? Então, por exemplo, você pode alegar que comprou uma câmera digital para fazer as fotos da viagem e por isso, pode trazê-la, desde que esteja usada e apenas uma unidade (viu, espertão?). Um condicionador de ar vai ser bem complicado provar que você precisou dele. Ler o artigo completo