Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2006 - 23:13
Em todos os links do Tecnocracia que levam para um outro site vocês verão um ícone com uma setinha vermelha ao lado. Isso é para chamar a atenção do usuário quando um link é externo, não pertence ao próprio site e permite que o leitor opte em abrí-lo numa nova janela para continuar lendo o artigo.
Solução elegante
Existem algumas formas de fazer isso e eu vou dar as dicas de duas delas aqui.A primeira e mais cheia de estilo é utilizando CSS2, com seletor de atributos (condicionais). Dessa forma você pode fazer como o Henrique, no Revolução Etc que identifica links externos com o atributo rel. Dessa forma:
[a rel="external" xhref="http://siteexterno.com"]Clique[/a]
E na folha de estilos ele define o seguinte:
* [rel~=external] {
background:url(”external.gif”) right 2px no-repeat;
padding-right:13px;
}
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Blogs, desenvolvimento, usabilidade
Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2006 - 2:46
Todo mundo sabe que nem relógio trabalha de graça. Ou pilha ou corda, alguma coisa o alimenta e estimula a continuar trabalhando.
De uns tempos para cá, tem-se ouvido falar muito no termos “monetizar“, que eu particularmente não gosto, afinal temos uma palavra que expressa muito claramente o significado e não precisa de explicações adicionais: “rentabilizar”. Alguns discordam dessa atitude e possuem muitas razões para isso, outros concordam plenamente em oferecer pedaços do seu blog (às vezes pedaços grandes até demais) para anúncios publicitários, mas uma coisa é certa: se você ganha aplausos, reconhecimento, comentários, contatos ou dinheiro com o seu blog, não há “muita” diferença. Você está sendo pago.
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Blogs, conteúdo, monetização, opinião, rentabilizar
Terça-feira, 12 de Dezembro de 2006 - 22:39
Todos aqueles que já passaram alguma vez por uma implementação de soluções de pagamento online, como débitos bancários, cartões de crédito, etc. sabem o quanto é complicado o processo como um todo. Para cartões de crédito, muito mais que para bancos, mas ainda assim a experiência é sofrível de qualquer jeito. Até mesmo um simples boleto bancário envolve negociações com o gerente (o famigerado gerente, ame-o ou odeie-o), prazos de processamento do pedido, trocas de e-mails ou telefonemas (às vezes “fax”) e muitos testes.
É bastante sedutor imaginar que se existisse um serviço online que qualquer um pudesse usar para efetuar seus pagamentos e recebimentos sem precisar firmar nenhum convênio seria maravilhoso! Exageros e superlativos à parte, esses serviços existem mesmo, cada um com suas características, alguns mais fáceis por um lado outros mais fáceis por outro, mas o fundamental é a facilidade que ele gera na prática, na parte do pagamento.
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Brasil, e-commerce, paperless, Paypal, segurança, Sendep
Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2006 - 22:34
O comércio eletrônico no Brasil, ao contrário do que muitas pessoas pensam, vai bem obrigado. De acordo com os dados fornecidos pelo e-bit, o faturamento do setor em 2005 foi de R$ 2,5 bilhões e se seguir a tendência de crescimento este ano (com surpresas como o dia das crianças) ultrapassaremos a marca de R$ 4,2 bilhões no fechamento de 2006. Um crescimento superior a 60% em relação ao ano passado.
Apesar dos relatórios e expectativas bem otimistas assustarem alguns incrédulos, o e-commerce brasileiro ainda tem muito o que crescer e aparecer para o mundo. O número crescente de brasileiros conectados (2 milhões de novos usuários só em 2006), a disseminação de novas lojas virtuais, a redução de custo dos equipamentos de acesso, a maior divulgação de conhecimento e ferramentas de segurança online. Esse é um fator muito importante nesse crecimento.
Segundo o Cert.br, as fraudes financeiras na Internet em 2005 cresceram 579% com relação a 2004. De acordo com a Febraban, isso representou R$ 300 milhões de prejuízo somente aos bancos. Um cenário que se agrava sempre em épocas de festas, como o natal.
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Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2006 - 0:15
Em tempos de Web 2.0, talvez você já tenha ouvido bastante a palavra “colaborativo” pela Internet afora. E agora então você deve estar se perguntando como pode haver um comércio eletrônico nesse modelo, afinal, no comércio existem basicamente dois lados: quem vende e quem compra, certo?
Ano passado, eu fui apresentado ao Camiseteria.com, um site onde os produtos à venda (se você não conhece, já deve ter deduzido que obviamente são camisetas) são criados e escolhidos pelos próprios consumidores. Qualquer um se cadastra, cria uma estampa de camiseta e envia para o site, submetendo-a a uma votação entre os usuários. As mais votadas são impressas e vendidas no site. Os autores das estampas vencedoras ganham um prêmio em dinheiro e produtos do próprio site, além de fama.
O modelo de negócio, inspirado no Threadless.com - site de grande sucesso dos EUA que chega a pagar US$ 2.000 para os vencedores - deu tão certo no Brasil que já criou em torno do site uma grande comunidade fiel e ativa, entre fãs, amigos e consumidores, além é claro, de já ter inspirado concorrentes, como o Jaeh!.
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colaboração, e-commerce, Web-2.0