Elgg. Crie sua própria rede social

Manoel Netto em 17 de junho de 2010 1 Comentário

Tem gente dizendo (faz tempo) que o blog morreu, Twitter está morimbundo e as redes sociais têm câncer incurável. Balela. O fato de as tecnologias mudarem constantemente, não quer dizer necessariamente que um meio substitui o outro. O conceito de “morrer” nesse caso não é tão fatal. O uso pode reduzir, até bastante, mas não vai chegar a ficar nulo.

Sobre as redes sociais especificamente, já que é este o assunto do post, a minha visão é a de que todos os sites tendem a virar “redes sociais”, reduzindo as que nós conhecemos hoje ao papel de “organizador de panelinhas” (ou agenda dos bródi). É bastante provável que essas próprias redes já tenham pensado nisso e, em algum momento provavelmente próximo, criem mecanismos que facilitem a integração de seus grafos sociais (os relacionamentos dos seus usuários), criando uma noção de “interredes” – onde todas as redes sociais sejam baseadas em uma única malha de relacionamentos.

Viagem? Talvez, mas tenho certeza de que não sou o único que pensa dessa forma. É uma possibilidade, não quer dizer que é a única ou a mais provável. Veremos os próximos passos no seu tempo. Ler o artigo completo

Phorm desembarca no Brasil, trazida pela Oi

Manoel Netto em 7 de junho de 2010 14 Comentários

O meu amigo Knutz avisou lá no CyberVida sobre a vinda do Phorm para o Brasil. A solução, que já foi banida na Europa, enfrenta um sério movimento de resistência na Internet, inclusive com grandes nomes se juntando ao protesto. A Phorm fornece uma forma de rastrear os passos do usuário na Internet e (teoricamente) utilizá-los para fornecer publicidade direcionada.

Uma solução controversa similar já é utilizada pela Google em seu AdWords/AdSense desde o ano passado, sem muito alarde. Nesse caso, o usuário só consegue ser rastreado em sites em que a solução de publicidade da Google é utilizado e, também teoricamente, só serve para montar um “perfil de consumo” de publicidade segmentada.

Segundo a matéria divulgada na Revista Época, o programa BT Webwise da Phorm entra no país com o nome de “Navegador” e vem trazido pela operadora Oi Velox. O programa já está sendo testado com clientes de banda larga do Rio de Janeiro da operadora e promete ser a próxima dor de cabeça da privacidade. Instalado e ativo no provedor, é possível rastrear toda e qualquer ação que o usuário faz via Internet, além de poder monitorar o conteúdo dessa navegação (exceto, claro, nos sites seguros, com criptografia).

A empresa afirma que o serviço será “opt-in” (o usuário escolhe quando participar), mas na British Telecom, na Inglaterra, país de origem da empresa, o problema começou justamente porque isso não aconteceu. Todos os clientes usavam, sem saber, o tal programa e só pedindo pra sair é que eram (supostamente) removidos do programa. Você confia numa empresa que já fez isso antes? Acredita que aqui será diferente, ou mesmo que eles realmente deixarão de rastreá-lo caso você peça? Se você é security freak como eu, certamente prefere não arriscar. Ler o artigo completo

WWDC 2010 – Rumores e expectativas

Manoel Netto em 6 de junho de 2010 Comente

Desde o tal “vazamento” do novo iPhone, primeiro no Gizmodo (que assumiu ter comprado o equipamento de quem o “achou”) e depois outros dois protótipos em diversos sites, blogs e vídeos espalhados na Internet, todos os olhares para o WWDC 2010, evento mais importante da apple e consequentemente do mercado de tecnologia, que acontece amanhã, estão voltados para o lançamento do novo smartphone da maçã. Longe de termos qualquer certeza sobre o que será apresentado na feira anual, que é voltada ao público desenvolvedor, temos nossas expectativas e, claro, já existem boatos circulando na rede.

O WWDC sempre movimenta a imprensa em torno da marca, e a apple sabe explorar isso muito bem. Tudo o que já é óbvio fica exposto, como o anúncio da quantidade de aplicações na App Store, o lançamento do iphone OS 4, tudo boi de piranha. O que vai ser mesmo capa de revista, portal e blogs no mundo inteiro fica sempre escondido até o último momento. Às vezes somente depois do famoso “one more thing” do Steve Jobs é que a vedete do evento é revelada, sendo publicada simultaneamente no site da Apple (incrível como é sincronizado) e abrindo os banners do local do evento, o Moscone Center em San Francisco.

Nessa altura, dois (e apenas dois) jornalistas que Jobs confia e considera os mais importantes em tecnologia, já receberam os protótipos há uma semana e já prepararam matérias exclusivas, que nunca serão publicadas antes do anúncio no Moscone. Outros veículos também receberam teasers do que seria lançado, mas nada revelador. Tudo para manter o mistério por trás do evento, a expectativa e gerar o máximo de mídia espontânea possível sobre a marca nos dias que o precedem e nos seguintes.

Por esse motivo, pelo zelo que Jobs possui por seus segredos, a reação para o vazamento do iPhone 4G tenha sido um tanto quanto exagerada. E pelas mesmas razões, o Gizmodo, um dos maiores blogs de tecnologia do mundo e também o responsável pela exposição do protótipo ao mundo, pela primeira vez não obteve autorização para o evento da Apple e vai precisar da ajuda de leitores “voluntários” para cobrí-lo. Bem, eu entendo perfeitamente essa decisão da Apple, e você? Ler o artigo completo

Célula sintética é criada

Manoel Netto em 21 de maio de 2010 1 Comentário

Craig Venter, cientista-empresário que participou do mapeamento do genoma humano e é bastante criticado por cientistas no mundo todo por conta de suas experiências maravilhosas com interesse comercial, anunciou ontem sua mais recente descoberta, com impactos profundos em todas as áreas e, como de costume, bagunçou tudo e gerou muito barulho.

A equipe de Venter conseguiu injetar em uma célula, o código genético manipulado de uma outra, gerando pela primeira vez uma célula “artificial”. Entre aspas porque o material celular destino não foi criado sinteticamente, apenas seu genoma, mas tá valendo.

A célula Frankstein aceitou o material genético e cumpriu sua função, se duplicando até bilhões de unidades, com diferenças quase nulas da célula original. Ler o artigo completo

Como desativar campanhas no boo-box

Manoel Netto em 24 de abril de 2010 1 Comentário

foto: AMFA boo-box é uma empresa brasileira criada pelo meu amigo Marco Gomes, empreendedor nato, que largou emprego e faculdade em Brasília para apostar em seu sonho aqui em São Paulo. A empresa cresceu, ganhou investimentos e hoje é uma grande rede de anúncios, focada em mídia social.

Funciona mais ou menos como o AdSense, da Google. Você define os pontos de seu site onde quer que apareça publicidade e, conforme os anunciantes criem campanhas que atinjam o perfil de seu site, as peças aparecerão nos pontos definidos.

A grande vantagem do sistema da boo-box sobre o AdSense e outras Ad Networks, é que você pode definir outras fontes de peças para suas “vitrines” no site. Por exemplo, você pode definir seu código de afiliado do Submarino, Buscapé, Americanas, JaCotei, etc., e quando não houver uma campanha, serão exibidos os produtos dos seus programas afiliados. Rentabilização máxima do seu espaço. Ler o artigo completo

Próxima Página »