Manoel Netto em 6 de outubro de 2011
A computação pessoal, como a conhecemos, perde hoje um dos seus 3 pilares mais importantes. Steve Jobs, aos 56 anos, após lutar bastante contra um câncer no pâncreas, faleceu, deixando todos nós órfãos. Órfãos não de seus produtos ou da empresa que fundou, e que certamente continuará em bom caminho, mas de sua genialidade. Sim, esse é um dos homens a qual tenho a humildade de reconhecer como gênio. E ele fará falta.
Jobs mudou o mundo da computação mais de uma vez. Ao revolucionar o computador e transformá-lo em algo pequeno e pessoal, ao reduzí-lo o bastante para ser portátil, depois transformá-lo em algo bonito, além de útil; deu outro giro no mundo ao lançar o iPod, mais tarde o iphone e na sequência o iPad. Jobs também lançou, antes da 3Com lançar o Palm, um palmtop – o Newton – mas era muito à frente de seu tempo e fracassou como produto. Ironicamente hoje, o iPad é um dos (se não “O”) dispositivos móveis estilo tablet mais utilizados no mundo, imitado e mais uma vez, divisor de águas, de uma era.
A Era Jobs, como provavelmente será conhecido esse período em que pudemos contar com sua brilhante presença, acabou. Um gênio se foi e não poderá ser substituído, como todos as mentes geniais que passaram por aqui. Só nos resta agradecê-lo pelo seu legado. Seu sonho, missão e lema sempre foi levar o computador a todas as pessoas, de forma simples, fácil, bonita e principalmente útil. Jobs, você conseguiu. Ler o artigo completo
Manoel Netto em 7 de julho de 2011
Já fazem alguns dias que a gigante das buscas lançou o seu mais novo serviço, que alguns dizem ser uma rede social, mas a própria empresa nega esse rótulo. O Google+ (plus) chegou fazendo um baita barulho, utilizando a já conhecida estratégia dos “convites limitados” (mas abrindo as pernas bem rápido) e sendo falada em toda a Internet. Todo mundo quer testar o tal serviço, com isso, a base de usuários cresceu absurdamente rápido, mas eu vejo pouca gente efetivamente usando a ferramenta.
E, afinal, o que é o tal “plus”?
Alguns dizem que é uma tentativa marromeno de copiar o Facebook, outros dizem ser uma cópia melhorada do Yahoo! Meme, outros ainda dizem ser uma evolução do falecido Jaiku (da própria Google), mas no frigir dos ovos é um aglomerado de intersecções de outros serviços Google. Ler o artigo completo
Manoel Netto em 10 de abril de 2011
Hoje no Twitter rolou uma discussão muito legal a respeito dos principais sistemas operacionais de smartphones (e tablets) atualmente: iOS e Android. Partiu de um comentário jocoso de um usuário (que eu vi porque foi retuitado por alguém que sigo) sobre o bloqueio do aplicativo do GrooveShark na loja de aplicativos da Android, o Android Market. A gozação foi uma provocação aos usuários de Android que falam muito sobre a liberdade do sistema operacional em contraposição ao rígido esquema de aprovação dos aplicativos da iTunes App Store, do iOS.
A discussão seguiu a partir de outros comentários e de um meu “informando” (como se eles não soubessem) que, mesmo um aplicativo banido do Android Market, pode ser instalado em seu celular. Simplesmente pode, a escolha é sua. É dessa liberdade que usuários de Android tanto falam, mas alguns ufanistas acabam por não serem bem aceitos por conta de seu radicalismo de opiniões.
Disclaimer: Ok, eu sei que dá pra fazer o mesmo com iOS, desde que você faça o Jailbreak no aparelho. Mas estamos falando de liberdade não-forçada, ok? Ler o artigo completo
Manoel Netto em 22 de dezembro de 2010

Na verdade você amplia a percepção da sua imagem em seu perfil, o que na prática pode dar no mesmo. Chama-se Gestalt – o nosso cérebro acaba completando as partes que faltam da imagem (nunca imaginei que citaria Gestalt aqui no Tecnocracia).
A técnica está sendo utilizada desde que o novo perfil do FaceBook está disponível, mas antes era tarefa para uns poucos, que tinham a paciência de fazer os recortes manualmente. Como tudo na Internet evolui muito rápido, já existem aplicações que fazem todo o trabalho por você, desde o recorte da imagem até o upload das mesmas. Você só precisa marcar as imagens. Ler o artigo completo
Manoel Netto em 1 de outubro de 2010
Quando a Receita Federal anunciou as novas regras para importação por bagagem (diferente de comprar via Internet e mandar entregar, ok?), os brasileiros ficaram eufóricos. Teve gente comprando passagem antecipada só para fazer comprinhas nos EUA sem impostos. Mas a coisa não é bem assim e é bom ficar de olho para não ter nenhum problema em sua próxima viagem ao exterior.
Novas regras de importação
Antes, alguns produtos já não eram tarifados, como livros e roupas, e o que fosse diferente disso entrava no regime de tarifação de excesso de cota, caso ultrapassasse o valor de US$ 500,00. A diferença agora é basicamente a isenção do imposto para objetos comprovadamente de uso pessoal e profissional, incluindo aí aparelhos eletrônicos (não todos).
Só que muita gente interpretou o tal “uso pessoal e profissional” como oba-oba. “Ah! O meu X-BOX é pra meu próprio uso, então posso trazer”. WRONG! O uso pessoal e/ou profissional da lei está especificando o seu uso lá fora, enquanto está viajando, sacou? Então, por exemplo, você pode alegar que comprou uma câmera digital para fazer as fotos da viagem e por isso, pode trazê-la, desde que esteja usada e apenas uma unidade (viu, espertão?). Um condicionador de ar vai ser bem complicado provar que você precisou dele. Ler o artigo completo